domingo, 12 de agosto de 2018

Portugal, um país sem futuro


As declarações proferidas por Costa e seus esbirros sobre o incêndio de Monchique só trazem à memória a forma como se apoderaram do poder, assaltando-o, com a conivência dos do costume. O artigo de Alberto Gonçalves, no Observador, é bem elucidativo.
A bancarrota de 2011 foi obra deles, como o são todas as patifarias desde Outubro de 2015.
Arnaldo Matos, na sua página do Twiter, delineou a pormenor um dos apoiantes de Costa. E a política de Costa é bem escrutinada no artigo de Santana Castilho, no jornal Público e no editorial de Manuel Carvalho, seu actual director.

A prosperidade de uma Nação depende, sobretudo, do seu grau de educação. E o seu grau de educação depende, sobremaneira, do seu estado de Ensino. Sobre o ensino português, os dados estão na mesa há muito. Desde 2005, o objectivo de quem exerceu as funções de governança, foi proletarizar a função docente, à semelhança das experiências soviéticas surgidas em 1917, e das maoistas por influência destas.
O que sucedeu ao Sistema de Ensino no país, a partir de 2005, atirou-o para um atraso de três décadas. O pior é que tudo isso foi intencional. Não para melhorar o sistema, mas para o dominar. Os resultados são hoje visíveis. As direcções das escolas são as mesmas do tempo de Sócrates e de Maria de Lurdes Rodrigues, o sistema de avaliação docente também, e a progressão na carreira idem (a favorecer os amigalhaços, em vez da competência). Poderá assim o país prosperar? Não. Porquê? Porque todo o sistema se encontra CORRUPTO! E se o Sistema de Ensino é corrupto, toda a sociedade, de um modo geral o é.

Ora os incêndios são uma imagem desta corrupção. Querem acabar com eles? Pelo menos com os desta dimensão?


1 - Reagrupem, de novo, os guardas florestais (que foram extintos pelos socialistas), agora por pequenas equipas, equipadas com meios técnicos actualizados: rede de computadores, torres de vigia e dronesTodos os países civilizados, da Europa à América, por aqui foram, incluindo nessas equipas o elemento feminino.
2 – Apostem em equipas de defesa da vida selvagem, devidamente orientadas pelas Universidades.


 O resto é conversa fiada!

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