quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Mundo louco este em que vivemos


Por: Costa PereiraPortugal, minha terra

Mundo louco este em que vivemos e do inicio do Séc. XXI dá imagem. Longe já vai o 20 de Julho de 1969 em que Neil Armstrong  e mais dois companheiros pela primeira vez alunaram e se pensou que a tecnologia avançada vinha trazer a felicidade aos habitantes do planeta azul, mas tudo como dantes. Mais facilidade de circulação, sim; mais comodidades para quem delas pode usar, também, mas também mais aumento de desemprego e de miséria social, a nível global. A corrupção apoderou-se das sociedades e em todas as classes e continentes tem praticantes. Também a falsidade e a lealdade que foi apanágio dos homens com H grande, rareia em nossos dias, e com isto a moral e os valores cívicos e sociais, andam pela hora da morte. Levar a sério esta introdução era estar vencido e não acreditar na capacidade do ser humano para dar a volta aos acontecimentos e corrigir o pior. É preciso explorar o lado bom que todo o ser humano tem, e não é possível fazê-lo sem haver contactos e dialogo franco e aberto entre as partes litigiosas ou discordantes.
O que não se tem verificado até aqui, mas pelo contrário fomentar o desentendimento e a discórdia muitas vezes de forma drasticamente desumana, gerando revolta e miséria. Não foi com esse fim que os verdadeiros cientistas fizeram e fazem as suas descobertas. É tempo do homem se convencer que a vida neste munto são dois dias, e que de cá só leva o que de bom fez por si e pelo seu semelhante. Tempo é também da arrogância dos políticos acabar, dando lugar à serenidade e respeito pelo eleitorado e compromissos assumidos quando na governação. Evitar atitudes litigiosas ou promessas que sabem não podem satisfazer. O próximo presidente norte-americano toma posse já no dia 20, e ainda isso não aconteceu e já andamos todos preocupadíssimos com o que ele vai fazer e os perigos que Donald Trump trará para a democracia. Esperem para ver. De principio estou à vontade, porque a minha experiencia diz que promessas de político são só para inglês ver…  
Numa primeira oportunidade  a chanceler alemã, Angela Merkel irá encontrar-se com ele e a cimeira do G7 é em Maio, na Itália, e o G20, em Julho, na Alemanha. Muito tempo para acertar as agulhas e amigos como dantes…Quanto à afirmação de Donald Trump lançada em entrevista de que “ outros países irão deixar” a UE à semelhança do Reino Unido, eu não acho assim tão disparatada. Então a nossa “geringonça” governamental não está a funcionar com dois partidos que pedem isso mesmo? Haja quem denuncie, mas com coerência, e nada de oportunismo. Bem fez  o Dr. Passos Coelho em não se deixar enrolar na TSU….Quem não o quis e lhe roubou a governação agora que se entenda com os parceiros escolhidos.

Sobre a TSU, Passos Coelho tem razão


A questão levantada sobre a TSU, mais propriamente sobre a posição tomada pelo líder do PSD, mostra ao vulgo apenas uma coisa: o único a fazer politica séria, neste momento, tem um nome: Pedro Passos Coelho.
Ressalvando Ribeiro e Castro e mais uma dúzia que se tem mantido prudente, dos notáveis que têm vindo a público, de baforada em baforada, tresandam a movimento originário do esófago que se dilui no ar.
O assunto não foi discutido (nem mesmo dialogado) com o PSD, e Passos Coelho, nesta questão, não coloca em causa nada de relevante para a Nação.
Se essa gente (e certos comentadores medíocres) se sente “indignada” com a posição do líder social-democrata, deve rever os seus preceitos políticos, porque o que Passos está a fazer é politica a sério.
Em politica a coerência é uma batata. O que verdadeiramente conta são os princípios éticos, e esses foram seguidos por Passos Coelho na tomada de posição. O resto é conversa fiada.

Sobre Soares



Alberto Gonçalves – Revista Sábado
Janeiro 17, 2017

Entrevistei uma vez Mário Soares. Foi em 2006, durante a última campanha. Nesse mesmo dia, fora publicado um artigo não excessivamente laudatório que escrevi sobre o homem. Mal cheguei ao local da entrevista, o dr. Soares voltou-se para o sujeito que o acompanhava (talvez Vítor Ramalho) e, sem subtileza, perguntou baixinho se eu era o "tal". Confirmada a identidade, aplicou-me uma ligeira rispidez. Ocasionalmente, distraía-se e tornava-se quase afável. Não conheci, pois, o dr. Soares colérico ou jovial de que rezam as lendas. Não conheci o dr. Soares, ponto.
Conto este irrelevantíssimo episódio apenas para cumprir os critérios mínimos aparentemente exigidos na hora da sua morte, momento aproveitado por incontáveis criaturas para exibirem intimidade com o falecido. De resto, não consigo integrar o coro de elogios incondicionais com que as criaturas nos brindaram. Pelos vistos, uma considerável percentagem dos meus compatriotas apenas respira, pensa, corre, dança e repete banalidades em público graças ao dr. Soares. Curiosamente, muitos dos que lhe agradecem a liberdade apreciam hoje a influência que notórios inimigos da liberdade exercem sobre o País.
Por outro lado, também não sei se percebo o puro ódio que o dr. Soares despertava em tanta gente (não, não é só o rancor de "retornados" e comunistas). Quando, ainda antes do óbito, o prof. Marcelo garantiu que "todos os portugueses" acompanhavam "com carinho a situação do dr. Soares", o prof. Marcelo tipicamente acertou ao lado. Depois do óbito, pouco depois, os minutos de silêncio que precederam dois jogos de futebol viram-se interrompidos por abundantes insultos e assobios, espécie de contraponto aos louvores oficiosos. Em transmissões posteriores, as televisões baixaram prudentemente o som.
Sou incapaz de tamanhos fervores. Para mim, o dr. Soares não criou o mundo nem acabou com ele. É qualquer coisa no meio. Iniciou-se no estalinismo caseiro, mas combateu o salazarismo à revelia do PCP. Resistiu em 1975 ao avanço das forças antidemocráticas, mas ignoro se o fez por convicção ou por interesse. Entregou-nos, em dose dupla, ao FMI, mas aproximou-nos da "Europa". Derrotou o prof. Freitas, mas não tardou a reabilitá-lo junto com algum do pior entulho pátrio. Exerceu uma presidência ecuménica na superfície, mas conspiradora na essência. Ganhou fama de tolerante, mas cedeu a enormes baixezas para derrotar adversários ou descartar-se de compinchas incómodos. Mostrou uma grandeza natural, mas que frequentemente se confundia com prepotência. Isto no século XX, de que, à nossa ridícula escala, constituiu figura maior.
No século XXI, o dr. Soares limitou-se a passear devoção por ditadores e figuras particularmente sinistras, a sujeitar-se a enxovalhos eleitorais, a participar em encontros de alucinados contra a troika e um governo eleito, a visitar certos presidiários de Évora, a abominar o "neoliberalismo" e de facto os regimes ocidentais. Transformado num anacronismo "revolucionário", o dr. Soares deixou de ser contraditório e, em suma, interessante. Passou os últimos anos a parecer negar-se a si mesmo. A História dirá se negou o suficiente. Ou se negou de todo.

O bom
Pão e sobretudo circo
O rating da única agência que ainda não nos atirou ao lixo passou os 4%, valor limite para o sossego da DBRS. No dia seguinte, que eu visse, um único jornal diário (em papel) deu ao facto (discretas) honras de capa. Nas televisões, imagens em contínuo de um rapaz a levar porrada dos colegas e "debates" sobre arbitragens da bola. Não digo que esteja ansioso pelo quarto "resgate", mas mal posso esperar por conhecer os assuntos prioritários com que a maioria dos media nos distrairá então. Só não se aceitam apostas porque não haverá dinheiro.

O mau
Professores pasmados
O prof. Marcelo felicitou Cuba pelo aniversário da revolução. Porque é um marxista dissimulado? Nada disso. Porque o prof. Marcelo felicita tudo o que se mexe e, no caso de falecidos avulsos, o que não se mexe também: ditaduras e democracias, governos sofríveis e desastrosos, boas e aterradoras personalidades, ginjinhas saborosas e intragáveis, etc. Em Belém, não há sombra de critério. Talvez, em breve, os portugueses comecem a perguntar-se se há ali sombra de utilidade. Outro professor pasmado, o dr. Pangloss, acabou mal.

O vilão
Um indiano errante
Para o PM da Índia, o dr. Costa, de visita, "é um exemplo do dinamismo da nossa diáspora". A sério? O estereótipo do emigrante indiano oscila, de acordo com as circunstâncias, entre o vendedor de flores e o médico. Em ambos os casos, é gente trabalhadora e em princípio íntegra. Os trabalhos do dr. Costa, cuja integridade me dispenso de comentar, resumem-se a uma longa lista de cargos partidários ou daí derivados. Se um currículo assim fosse exemplar da diáspora, há muito que os vistos a cidadãos indianos seriam universalmente recusados.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

2.ª edição do Grande Prémio de Poesia António Feijó APE/C

Estão abertas as candidaturas para a 2.ª edição do Grande Prémio de Poesia António Feijó APE/C. M. Ponte de Lima até ao dia 24 de Fevereiro de 2017. 
O Grande Prémio de Poesia António Feijó, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE) com a Câmara Municipal de Ponte de Lima, que o patrocina, tal como a Caixa Agrícola, destina-se a galardoar obras de poesia publicadas em 1.ª edição, no ano 2016, em português e de autor português e o valor pecuniário deste Grande Prémio, é de € 10.000,00.
Devem ser entregues 5 exemplares de cada título a concurso (não são admitidas obras póstumas).
     CÂMARA MUNICIPAL DE VILA REALGrémio Literário Vila-Realense

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

domingo, 15 de janeiro de 2017

Seria diferente se Trotski tivesse vencido Estaline na URSS?


José Milhazes – OBSERVADOR

Ao contrário do que sugere Louçã, na URSS a violência, a repressão, não começaram com Estaline, mas com Lenine e Trotski. Se este último tivesse herdado o poder na URSS o sistema não seria menos cruel.

No ano em que se assinala o centenário da revolução comunista de Outubro de 1917, muitas obras serão publicadas a esse propósito e algumas provocarão acesa discussão, nomeadamente sobre o papel das principais personagens nesses acontecimentos. A História não se faz com “ses”, mas permite-nos, se nos basearmos em documentos e fontes fidedignas, arriscar a desenhar cenários possíveis.
Isto vem a propósito da edição pelo jornal Expresso do livro “Estaline” do historiador Simon Sebag Montefiore e do prefácio escrito para ele por Francisco Louçã.
Francisco Louçã assinala que a biografia de Estaline começa apenas “quando o biografado, já tem 44 anos, está no auge do seu poder, e por isso só cobre os últimos 21 anos da sua vida”, deixando de fora importantes momentos. Estou de acordo, pois isso permitiria também abordar algumas das imprecisões (ou talvez deturpações conscientes) escritas pelo próprio Dr. Louçã.
Muitas delas estão contidas no último parágrafo desse prefácio: “A tragédia do século XX é esta: uma revolução contra uma ditadura e uma guerra, que libertou milhões de servos e prometeu o fim da exploração, que se anunciou como a alvorada de uma humanidade cooperante, foi dominada por uma burocracia fechada, temerosa e por isso agressiva, cujo poder se ergueu sobre uma pirâmide de vítimas”.
Ora, como é sabido, a revolução comunista não foi feita contra uma ditadura, mas contra uma democracia pluralista saída da revolução de Fevereiro de 1917. Foi este pluralismo, por exemplo, que permitiu o regresso de Vladimir Lenine e Lev Trotski à Rússia e deixou escapar o poder para as mãos dos bolcheviques. Foi este pluralismo que convocou eleições para a Assembleia Constituinte em 1918, acto eleitoral livre onde os bolcheviques saíram derrotados e, por isso, não a deixaram ir além da primeira sessão. As eleições livres e pluralistas seguintes realizaram-se apenas em 1989, e os comunistas saíram delas fortemente enfraquecidos.
Quanto à guerra, ainda hoje os historiadores discutem se foi correcto ou não a Rússia continuar a combater na Primeira Guerra Mundial e talvez a democracia pluralista tivesse ganho com a saída do país do conflito, mas os líderes do Governo Provisório que dirigiu a Rússia entre Fevereiro e Outubro de 1917 tencionavam participar na vitória sobre a Alemanha, que já não estava muito distante.
Mas, quando se fala da Rússia nesta guerra, não se pode deixar de assinalar o comportamento do dirigente bolchevique Vladimir Lenine. Ele não teve pejo de receber dinheiro dos alemães para realizar o seu objectivo: a derrota da Rússia na guerra, e de ser por eles transportado numa carruagem selada da Suíça para a Suécia, de onde depois seguiu para Petrogrado. Cada um que decida se se tratou um acto de “traição nacional” ou de “maquiavelismo político”.
É estranho ler que foram libertados “milhões de servos”, pois a servidão foi abolida na Rússia em Fevereiro de 1861 e, após a revolução de Fevereiro, os habitantes desse país passaram a ser cidadãos da República com direitos iguais perante a lei.
Quanto à promessa de fim exploração e ao início da humanidade cooperante, isso não deixou de ser uma miragem, pintada com cada vez mais sangue pelos bolcheviques. A violência, a carnificina, a repressão, não começaram com Estaline, mas com Lenine e Trotski. Se este último tivesse herdado o poder na URSS, nada indica que o sistema seria menos cruel.
Apenas um exemplo do “humanismo” de Lénine num telegrama por ele escrito:” Camaradas! O levantamento dos kulakes [assim os bolcheviques denominavam os camponeses ricos] de cinco distritos deve levar ao seu implacável esmagamento. Isso é exigido pelo interesse de toda a revolução, pois agora tem lugar a “última e decisiva guerra” contra os kulaques. É preciso dar um exemplo.1) Enforcar (enforcar obrigatoriamente para que o povo veja) um mínimo de conhecidos kulaques, ricaços, vampiros. 2) Publicar os seus nomes. 3) Confiscar-lhes todos os cereais. 4) Fazer reféns, em conformidade com o telegrama ontem enviado.Fazer com que, num raio de mais de cem milhas, o povo veja, trema, saiba, grita: esganam e esganarão os kulaques vampiros. Telegrafem a informar que receberam e executaram”.
O “humanismo” de Trotski ficou bem presente no esmagamento da revolta de Kronstadt de Março de 1918, a primeira e última revolta de marinheiros revolucionários, a maior parte deles descontentes e decepcionados com a nova ditadura comunista que eles tinham ajudado a chegar ao poder. Os rebeldes exigiam uma série de reformas, entre as quais a eleição de novos sovietes, a inclusão de partidos socialistas e grupos anarquistas nos novos sovietes e o fim do monopólio bolchevique no poder, a liberdade económica para camponeses e operários, a dissolução dos órgãos burocráticos do governo criados durante a guerra civil e a restauração de direitos civis da classe trabalhadora.
Em Kazan, no mesmo ano de 1918, Trotski declarava num comício: “Nós apreciamos a ciência, a arte, queremos tornar a arte, a ciência, todas as escolas, universidades acessíveis a todo o povo. Mas se os nossos inimigos de classe quiserem mostrar-nos novamente que tudo isso existe só para eles, diremos: morte ao teatro, à ciência, à arte”. Levado pelo apoio da multidão, Trotski acrescentou: “Nós, camaradas, gostamos do Sol, que nos ilumina, mas se os ricos e os violadores quiserem monopolizar o Sol, diremos: que o Sol se apague e reinem as trevas, a escuridão eterna”.
O regime comunista foi construído com base em princípios que apenas podiam conduzir à violência e à repressão: a não tolerância do pluralismo político no país e o princípio do “centralismo democrático” no interior do partido. Por isso, todas as experiências comunistas no século XX terminaram sempre em ditaduras cruéis.
Por isso, importa assinalar com verdade a revolução de Fevereiro, comparável ao movimento do 25 de Abril de 1974, por ter aberto a via da democracia na Rússia, e analisar, com base em factos, as consequências do golpe de Estado comunista de Novembro de 1917, para que não vençam versões “recauchutadas” e “modernizadas” do totalitarismo da extrema-esquerda.

Alimentos ajudam a aquecer

ALIMENTAÇÃO
Está frio? Estes alimentos ajudam-no a aquecer
Direção-Geral de Saúde explica que cuidados alimentares deve ter para fintar as descidas de temperatura. Se achava que as bebidas alcoólicas ajudavam a aquecer, é melhor pensar duas vezes.

Atlas Magazine - ISSUU




Atlas Magazine
Falmouth, United Kingdom
Atlas Magazine is an inspirational fashion magazine for the new generation of fashion creatives.

info@theatlasmagazine.com


theatlasmagazine.com

Pode ler-se um belo artigo sobre a aurora boreal.

Vilar de Ferreiros, nas ferrarias


Por: Costa PereiraPortugal, minha terra

 Tudo quanto até hoje foi divulgado sobre Vilar de Ferreiros, está documentado e mencionado ainda que de forma sucinta em A Ermida do Monte Farinha, de Primo Casal Pelayo; e com mais pormenor descritivo em “Vilar de Ferreiros – na história, no espaço e na etnografia”, de minha responsabilidade. Pela leitura sabemos que antes de ser a freguesia actual, foi sede de município (mesmo que rudimentar), reguengo real, e gozou das mesmas regalias municipais dos seus vizinhos de Ermelo. Localizada a 5km. da margem esquerda do Tâmega, uma vez mais recordo este pedaço de terra transmontana de Basto, onde nasci, e do pico do Monte Farinha dei liberdade ao meu pensamento para voar.
Foi, em tempo de guerra (a 2ª Mundial), começar por calcorrear toda a montanha, desde Vilar a Lamas-de-Olo, de Adoria a Macieira ou  nas margens ribeirinhas do rio sagrado “tameobrigus”, percorrer tudo quanto de caminhos e atalhos livres de Fermil a Ribas permitiam passar de canastro de trigo ao ombro. Assim foi até vencer e dobrar as cimalhas do Marão e da Lameira, e deixar para traz as terras de Santa Senhorinha e em liberdade poder viajar…. Mas antes foram as aldeias todas da minha freguesia a serem bem conhecidas: Campos, Cainha, Covas, Pedreira, Vila Chão, Vilar de Ferreiros e Vilarinho. Ali aprendi a conhecer a flora e a fauna da região, e já mais tarde a ser ferrenho defensor da sua história e do seu património natural e construído. O povoamento deste território iniciou-se muito cedo, remontando a épocas pré-romanas, como atestam os vestígios arqueológicos espalhados a esmo por toda a montanha e evidentes em fortificações castrejas localizadas, estrategicamente, nos montes Farinha, Palhaços e Palhacinhos”. Estes últimos dois nomes correspondem ao “Meão Grande” e “ Meão Pequeno”, títulos porque também os conheci e conheço. O orago desta acolhedora freguesia é S. Pedro, cuja festa se celebra, a 29 de Junho. E das figuras notáveis a quem deve vénia merece memória o Abade de Miragaia, o Padre Joaquim Maria Rodrigues de Morais, o Padre Manuel António de Morais Miranda, o Dr. Primo Casal Pelayo, D. António Valente da Fonseca, D. António Cardoso Cunha, D. Joaquim Gonçalves e o Padre Manuel Joaquim Correia Guedes. Lembrei-me fazer este arrazoado, no passado dia 11, por ser o Dia Internacional do OBRIGADO.


sábado, 14 de janeiro de 2017

video do New York Times expõe corrupção em Angola


                  New York Times expõe corrupção em Angola num vídeo 


https://www.youtube.com/watch?v=jsjQPJKJ_kU
Dec 26, 2016 - Uploaded by news and funny videos
New York Times expõe corrupção em Angola num vídeo altamentechocante.