quarta-feira, 16 de agosto de 2017

62 - Antologia CTMAD - Maria Olinda Santana Rodrigues


Professora Associada com Agregação de Nomeação Definitiva na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Leciona no Departamento de Letras, Artes e Comunicação da mesma universidade. É Membro Integrado do Centro de Estudos Transdisciplinares (CETRAD) da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. É coordenadora científica do Arquivo Pessoal António Maria Mourinho, desde 2001 e do Centro de Estudos António Maria Mourinho (CEAMM), desde 2004, em Miranda do Douro. É membro fundador e investigador da APHVIN/GEHVID: Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho, desde 2007. Foi fundadora e é coordenadora do Ciclo Cultural da UTAD, desde 2008. É investigadora convidada da Red de Archivos e Investigadores de la Escritura Popular (REDAIEP) da Universidade de Alcalá de Henares (Madrid), desde 2009. É membro da AIA, Associação Internacional de Artistas, International Association of Artists e presidenta da delegação da AIA em Vila Real, desde 2011. Investiga nas áreas da linguística portuguesa, da cultura portuguesa, da história regional e local, da cultura mirandesa, do património cultural.

O trabalho que nos enviou para ser publicado na Antologia foi ilustrado por Lorenzo Bordonaro (MA Philosophy; PhD Anthropology; BA Visual Arts) conducted ethnographic research in Guinea Bissau, Cape Verde, Portugal and Brazil on several issues, from childhood to youth violence, from creativity and urban marginality to migration and development in African contexts. He lectured anthropology at grad and post-grad levels in Portugal, Cape Verde and Brazil. His artistic practice merges with the anthropological research: his installations and public art projects often are rooted in a wider social and philosophical reflexivity and in political activism. He carried out public art projects in different social contexts and geographical areas: from Brazilian favelas to shanty towns at the periphery of Lisbon; from the Cape Verdean ghettos to the historical neighbourhoods of Graça and Mouraria, in Lisbon. He participated in several events, festivals and collective exhibitions, among which the Architecture Biennale in Venice, Manifesta 12 in Palermo and Ethnographic Terminalia in Chicago, US. More info at www.bordonaro.eu.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O padrinho


José António Saraiva - jornal Sol

Acusa-se Passos Coelho por ter deixado cair Salgado, dizendo-se que teria sido menos gravoso para o país aguentá-lo artificialmente. Mas aguentá-lo até quando?


Esclarecimento prévio: o título não se refere ao tipo de padrinho da máfia napolitana, mas ao ‘padrinho’ como nós, portugueses, o entendemos: bem instalado na vida, com vários afilhados que ajuda e protege (e que em troca lhe fazem serviços).
Ricardo Salgado é um padrinho à portuguesa.
Nada tenho pessoalmente contra ele, pelo contrário.
Em tempos, quando eu ainda estava no Expresso, houve um diferendo entre o jornal e o seu grupo.
Almocei então com Hélder Bataglia, alto quadro do BES, na Comenda, restaurante do CCB, e esse encontro contribuiu para derreter algum gelo.
Depois, Salgado e Balsemão encontraram-se também à mesa num almoço decisivo, e o contencioso foi ultrapassado.
Mais tarde, quando o SOL estava para nascer, Ricardo Salgado convidou-me para almoçar na sede do BES, na Av. da Liberdade, onde fui acompanhado pelo editor de economia, jornalista António Costa (não confundir com o atual primeiro-ministro), encontro este que decorreu em ambiente cordial e muito afável.
Ricardo Salgado tem uma pose institucional por excelência.
Sempre deu poucas entrevistas – e, quando as dá, não diz praticamente nada.
Usa a estratégia do silêncio, que é muito eficaz, pois nunca se sabe bem o que ele pensa (e até o que ele sabe mas não quer dizer).
Salgado sempre se resguardou.
Mesmo depois da queda do Grupo Espírito Santo, nunca abandonou a sua atitude pública de alguma sobranceria e enfado em relação aos outros mortais – e continuou a falar pouco e a dizer ainda menos.
O que se sabe acerca dele é através de outros.
Na semana passada o SOL publicou uma notícia sensacional: inúmeras reuniões da Portugal Telecom tinham lugar na sede do BES, e Salgado chamava regularmente à sua presença os líderes da PT, Zeinal Bava e Henrique Granadeiro.
Ou seja: as duas figuras mais importantes da maior empresa do país iam ter com Salgado para receber ‘instruções’!
Mas estes eram apenas dois ‘afilhados’ entre muitas outras pessoas.
Para exercer o seu poder, Salgado tinha os seus ajudantes, os seus funcionários, os seus acólitos, os seus homens de mão.
Homens que recebiam instruções dele e as executavam.
Nuno Vasconcellos, por exemplo.
Vasconcellos criou a Ongoing, um grupo fantasma financiado pelo BES, que chegou a querer dominar a Impresa, de Francisco Balsemão.
Da Ongoing era sócio o espanhol Rafael Mora, personagem enigmática, e lá trabalhavam outras figuras suspeitas, como o ‘superespião’ Jorge Silva Carvalho.
O próprio primeiro-ministro José Sócrates também fazia parte do grupo que girava à volta de Ricardo Salgado.
Sócrates era um ‘protegido’ de Salgado e, em troca, fazia-lhe todas as vontades.
Funcionava como uma espécie de ‘capataz’ do banqueiro para a área política, e agia de acordo com os seus interesses.



Assim, deu ordens à CGD para chumbar a OPA da Sonae (que, a ter sucesso, poria a PT fora da influência de Salgado).
E depois, sempre na ânsia de ajudar o ‘padrinho’, Sócrates foi enterrando sucessivamente a PT, até à sua destruição final.
José Sócrates tornou-se uma peça fundamental para a estratégia de Ricardo Salgado, pois, além de ser primeiro-ministro e tomar as decisões políticas, tinha gente sua em todas as áreas: na banca (Santos Ferreira, Armando Vara, Francisco Bandeira), na imprensa (Joaquim Oliveira, do Grupo Global Notícias, que fazia tudo o que Sócrates queria, além de jornalistas como Afonso Camões, Emídio Rangel e Paulo Baldaia), na Justiça (Proença de Carvalho, Noronha do Nascimento, Pinto Monteiro), nas empresas (António Mexia, José Penedos, Joaquim Barroca, Carlos Santos Silva), na política (Pedro Silva Pereira, Vieira da Silva, João Galamba) e até no futebol (Rui Pedro Soares, Rui Mão de Ferro).
José Sócrates deu a Ricardo Salgado a ajuda política que ele nunca verdadeiramente tinha tido.
E por essa função cobrou-lhe, segundo o processo Marquês, muitos milhões de euros.
Imagino que Salgado tivesse por Sócrates um profundo desprezo.
Um primeiro-ministro que se vende por dinheiro, como pensam os investigadores, não pode suscitar a admiração de ninguém, nem daqueles que o corrompem.
Mas Sócrates também tinha ambições pessoais próprias, até para dispor de alguma autonomia.
A certa altura, era mesmo difícil dizer até onde ia o poder de Salgado e onde começava o poder pessoal de Sócrates.
O certo é que os interesses de ambos se estendiam a Angola, onde Salgado tinha muitos negócios (geridos por homens que depois o abandonaram, como Bataglia e Álvaro Sobrinho) e onde Sócrates tinha um primo que participava no circuito do dinheiro.
E estendiam-se igualmente ao Brasil, onde o BES chegou a manobrar através da Ongoing, e Sócrates tinha amizades políticas (Lula).
Quem acabou por tramar todo o esquema foi um homem chamado Pedro Passos Coelho.
Com as suas falinhas mansas, começou por derrotar José Sócrates nas urnas e depois negou a Ricardo Salgado o apoio que este solicitou encarecidamente.
Acusa-se Passos Coelho por ter deixado cair Salgado, dizendo-se que teria sido menos gravoso para o país aguentá-lo artificialmente.
Mas aguentá-lo até quando?
Por tempo indefinido?
O Grupo GES estava todo minado, mais cedo ou mais tarde ruiria, e transformar-se-ia num poço sem fundo para o Estado e os contribuintes.
E além disso estava mergulhado em fraudes.
Como esconder tudo isso?
O tempo que chegou ao fim com as quedas quase simultâneas de Ricardo Salgado e José Sócrates foi um período muito triste da nossa história, que alguns teimaram em não perceber em toda a sua plenitude.
Portugal esteve mesmo à beira do abismo. Felizmente, arrepiou caminho.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Acerca das pensões de 630 euros


Em 2011 o país entrou em BANCARROTA, como se pode ver AQUIEsse facto obrigou o governo socialista de Sócrates a pedir 75 mil milhões de empréstimo. Para isso, o governo que lhe seguiu foi forçado a cortar os vencimentos (para os conseguir pagar), nas pensões (segundo a regra matemática da proporção – ou seja, cortar mais aos que mais podiam), e por aí adiante. A coligação das esquerdas (PS, PCP e BE) agora no poder, alardeou durante dois anos aldrabices sobre esta questão. E, principalmente o BLOCO, pela voz da dona Catarina alardeou um aumento das pensões. É que o que está em causa são dois (2) milhões de votos!
Acerca dessa questão, reproduzimos aqui (conforme foram escritos) alguns comentários rebuscados no Facebook. Aqueles que não ferem certas susceptibilidades de cidadania.
A voz a seu dono, aqueles a quem foi atribuído o tal aumento das pensões!


Sofia Branco Aumentaram as pensões eu tinha 185 euros agora tenho mais 1 euro e 15 cêntimos é só para dizerem que aumentam é a enganar o povo
Conceição Vasconcelos Eu teve 3 euros e 88 centimos de aumento
Aida Costa Vou morrer engasgada com a fartura que deram
António Amaral Até este Senhor se ri dos imbecis que lhe sucederam. Sim, eu sou um que recebeu a estúpida e anedótica carta, com uma lenga lenga, para me dar a notícia imbecil de um aumento de quatro euros e sessenta e sete cêntimos, é caso para dizer... bem não digo o que penso, por respeito a mim mesmo.
Elsa Ferreira Com este aumento extra que deram aos pensionistas gostaria de saber se esta e todos os outros governantes conseguem viver
António Alves Nunes Dão seis ou sete euros de aumento, depois de terem tirado quinze, ou mais, só no aumento dos combustíveis.
Belazurinda Santos 7 ,66 euros em duas pence ,vergonha nata
Fernando Bação Sempre ladrou contra o Paulinho das feiras, agora temos a esganiçada das feiras no seu melhor.
José Carlos Comba Delgado 10 euros por mês, a dividir por 30 dias, dá 33 cêntimos por dia. Seus ricalhaços
Anacleto Silva Um aumento de 20 centimos por dia?para que da vinte centimos?Nao tens vergonha nenhuma.
Tomaz Carlos MAS NÃO FALOU DAS SUBVENÇÕES....
Joao Miranda Mentirosa, não recebi o aumento que tanto apregoaram... Não levam o meu voto
Zulmira Grilo não a conheço de lado nenhum mas eu fui aumentada 10 euros.
Acácio Gama EU FUI AOMENTADO 20 cêntimos POR DIA ..E ASSIM SAÍ DA MISÉRIA
Maria Silva Que metam os quatro euros no cu .....ainda lhes da gozo deitarem mais abaixo as pessoas q ja não teem mais para se baixarem....tanta mudança para isto????o assalto ao poder mais uma vez foi e e sera somente em beneficio deles....
Clara Costa Por acaso a menina, ao fundo das costas não tem um buraquinho ? Pois se tem, meta as pensões por ele acima....,...
Arminda Natália Menezes Será que não tem vergonha ??Será que a sua mãe teve este aumento ou vive com 2oo euros tenha vergonha e governe a sua casa com esse dinheiro porque quando vai ao supere mercado os preços são iguais para todas as pessoas
Filomena Gonçalves Que fique ela com elas. Troque com quem tem essas pensões....falsos moralismos...
Alvaro Pinto Não vou aqui defender o José Rodrigues dos Santos , que para mim tem sido um dos mais isentos. Vou apenas falar da tal meia leca que todos nós sabemos que fala sempre em nome do povo e está a apoiar o sanguinário MADURO , penso que já defini esta meia leca.
Maria Lucena É tudo treta vejam quanto foram aumentados
Angela Pacheco se as pensões foram aumentadas este mes eu não fui, e estou muito abaixo dos 600.00 euros, mas muito.
Jose Alfredo Torres Os reformados que receberam a miséria de dez eur no mês de Agosto que mal chega para comprar três pães por dia mandem esta srªá MERDA pois anda a gozar com quem trabalhou uma vida inteira.Mas das subvenções que vão ser pagas aos chulos deste país a tão distinta srª nem fala.Cambada de MAFIOSOS.
Maria Monteiro A minha pensão foi aumentada 3 euros e 51 ce vergonha o aumento extraordinária de 10 euros não é vejam o pobre paga tudo e ainda por cima não se pode queixar estou a escrever às cegas não deixa, o Costa só faz prometeu e em gana o mais caŕenciados
Maria Monteiro a minha nem um cêntimo
Manuel Andrade Esses animais me tiro 14.50 Euros e agora me dão 8 Euros e fazem uma festa que estão ajudando os velhos para a morte
Jose Antonio Pamplona Combata as pensões vitalícias que voltaram. A dita esquerda que já não sei o que significa, calam-se em questões que não se deviam calar, porque podem também beliscar os interesses dos membros dos seus próprios partidos. Quando toca a defender os seus privilégios, toca a cerrar os dentes. Isto é um polvo com muitas ramificações.
Serra Maria Paz Então o aumento foi de 3€ em pensões de 300€ estão a gozar com quem com os filhos que os sustentado és uma verdadeira vergonha
Manuela Mesquita Nem sabe o que diz nem o que pensa,porque apregoar este aumento durante tanto tempo,mais valia dar-lho a ela para ver o que fazia com o tal aumento!
·      Albertina Carvalho Recebi um miserável aumento de 8 euros, e uma carta da S.S. Que diz o seguinte : Caro/a senhor/a O Orçamento do Estado para 2017 prevê um aumento extraordinário de pensões a partir de agosto de 2017 (assim escrito em letra pequena) , como forma de compensar a perda de compra dos pensionistas entre 2011 e 2015. ????... Isto é um atentado à nossa inteligência, Campanha eleitoral nojenta, lavagem cerebral a incultos ...Então 8 euros no meu caso compensam 4 anos de Governo anterior, e o que fazer então aos terríveis aumentos de 16/17 com os usurpadores no governo? Foi água, Luz,, gáz, gasolina , transportes, portagens o I.M.I. as célebres cativações (leiam cortes) que nos levam a esperar como é o meu caso 7 meses por uma consulta na médica de famíiía, são as farmácias a dizerem que já não aguentam mais os calotes, a policia a ser aconselhada a andar a pé ...o dinheiro de Pedrogão que desapareceu, o aumento das rendas de casa já anunciado,com aquele cínico sorriso de vígarista,( qual jogo de vermelhinha em tudo e todos são ludibriados )do hipócrita oportunista a fazer que é muito amiguinho do beijoqueiro ..... Essa "coisa" só não sabe, que muitos de nós, já llhe vimos o .....e não papámos grupos....É pá! Tenham vergonha.

Agostinho Magalhães
 É isso mesmo Albertina. Só temos ladrões mesmo.
Serapiao Emilia Reis ja alguem viu cuanto foi o aumento na pensao dos idosos vejam quanto e por dia 6euros por mes deviam ter vergonha is e a fazer pouco dos pobres eles que se aumentem 6 euros e vejam aondem vao com isso

domingo, 13 de agosto de 2017

Papagaio Angolano...sortudo...




 Papagaio Angolano

Na Lunda, um menino regressa da escola, cansado e faminto, pergunta à mãe:

- Mamá, o que tem para comer?...
- Nada, meu filho!...

O menino olha para o papagaio que têm em casa e pergunta:
- Mamá, porque não o papagaio com arroz?...
- Não há arroz!....

- E papagaio no forno?...
- Não há gás!...

- E papagaio no grelhador eléctrico?...
- Não há electricidade!...

- E papagaio frito?...
- Não há azeite!...

O papagaio felicíssimo gritou: 


..."Porra, VIVA JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS"...!!!

 

                                                                                       Enviado por João Ferreira

Mirandela, outros falares


Editado pelo município de Mirandela, o livro Mirandela, ouros falares, acaba de ser lançado a público . O seu autor, Jorge Lage, tem dedicado largos anos ao estudo da cultura transmontana, sobre a qual já publicou uma mão cheia de livros. Dedicado à sua esposa, Maria Isabel, abre com texto rebuscado no blogue Tempo Contado de J. Rentes de Carvalho (outro autor transmontano). Do mesmo se respiga:” A língua portuguesa tem enfrentado dois obstáculos de monta ao seu apuramento, um mais geral e quanto ao qual nada de meramente linguístico pode ser feito, e outro que diz respeito mais especificamente à nossa relação com a língua, mas ambos estão intimamente relacionados (…)”.
Ao mapa de abreviaturas e siglas, segue-se nota introdutória de António Branco, presidente do município de Mirandela, do qual se retira o primeiro parágrafo: “A preservação do património imaterial tem que ser definitivamente assumida como um desígnio nacional”.
Jorge Sales Golias assina o prefácio encimado com dito de Telmo Verdelho (“Um livro é uma festa”.), e acrescenta: “Este livro “Mirandela, Outros falares”, é uma festa da memória dos hábitos rurais mirandelenses, das práticas agrícolas, das pequenas histórias, e de alguma grande história, das canções antigas, dos sons de um carro de bois ou de uma nória e, sobretudo, do falar local”.
Estaria tudo dito. Mas não. Como volume de consulta que é, à nota explicativa do autor, ou “À medida que as nossas encarquilhadas “bibliotecas vivas” vão tombando …”, um corpo de entradas de termos assinalável é testemunha da labuta do autor. Constituído por nomeadas do concelho de Mirandela, expressões ou dizeres e dicionário de palavras mirandelenses.
É um belo livro, de capa dura, com bastantes notas explicativas, algumas bem extensas como a que se refere à alheira; com imagens belas (e raras), a preto e branco, uma bibliografia extensa e sites online.
À primeira vista, um volume sem falhas. Bem estruturado, com revisão perfeita, com preocupação estética, equilibrando texto/imagem; em homenagem a Mirandela e Torre de Dona Chama.     Armando Palavras

Os planos secretos de Armando Vara para calar a imprensa






Escutas feitas em 2009, quando Vara era administrador do BCP e Sócrates primeiro-ministro, divulgadas pelo  jornal Sol , mostram tentativas de influenciar linha editorial e negócios no setor dos media.

61- Antologia CTMAD - Maria Otília Lage


Maria Otília Pereira Lage

Residente em Rio Tinto - Porto, é natural de Trás-os-Montes, Carrazeda de Ansiães, onde exerceu as funções de Deputada da Assembleia Municipal, desde 2009.
Licenciada em História, pela Universidade do Porto (1976), Mestre em História das Populações (1995) e Doutora em História Moderna e Contemporânea de Portugal pela Universidade do Minho (2001), onde foi investigadora e docente, tem um pós-doutoramento em novos estudos sociais e históricos, pelo Centro de Estudos Sociais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (2009). É Pós-Graduada em Biblioteconomia, Arquivística e Documentação (1979) pela Universidade de Coimbra e Especializada em Administração Escolar pelo IPP - Instituto Politécnico do Porto (1992).
Docente, bibliotecária e documentalista, foi bibliotecária nos serviços centrais do IPP e docente no Curso de Gestão de Património da ESE- Escola Superior de Educação do Porto, desde 1989. De 1995 a 2009, exerceu os cargos de chefe de divisão e directora de serviços de documentação e publicações no IPP, tendo também sido responsável pela dinamização das bibliotecas de todas as escolas do IPP e pela criação e desenvolvimento das bibliotecas da ESEIG- Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão e ESTG- Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras. Foi autora, coordenadora e docente do curso CTDI - Curso de Tecnologias de Documemtação e Informação da ESEIG, membro do Conselho Pedagógico e do Conselho Científico desta Escola, de 2001 a 2003.
Actualmente é docente da Universidade Lusófona do Porto, Coordenadora Científica do Mestrado em Educação e Bibliotecas da mesma Universidade e Investigadora do CITCEM da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Coordenadora de projectos nacionais e europeus, é desde 2001 a Coordenadora do Centro de Língua e Cultura Chinesa e dos Cursos de Mandarim do IPP.
Orientadora e arguente de teses de doutoramento e mestrado em Demografia Histórica, História das Populações e Bibliotecas, é também autora de cursos, livros, artigos, conferências e comunicações a congressos em Estudos Sociais e Históricos e Ciências da Educação, Documentação e Informação.