sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Livro antigo - Livraria de Miguel de Carvalho - COIMBRA


Apresentam-se para venda uma SELECÇÃO de 197 livros, correspondendo às últimas novidades bibliográficas da livraria
referentes ao mês de novembro 2016 em:
http://www.livro-antigo.com/livros/11-2016/
Espero que encontrem algo do vosso agrado.
Bem haja. Cordiais saudações bibliofílicas
miguel de carvalho
Livreiro Antiquário
Adro de Baixo, 6
3000-420 Coimbra
www.livro-antigo.com
239 826014

«Maria Castanha – Outras Memórias», apresenta-se em Vila Pouca de Aguiar



O novo livro de Jorge Lage, que tem despertado bastante interesse pelas autarquias e pelo meu público leitor, vai apresentar-se, em Vila Pouca de Aguiar, na Biblioteca Municipal e a convite deste Município.

É apresentador o Professor José Hermínio da Costa Machado (natural do Planalto de Jales), no dia 7 (sete) de Dezembro, quarta-feira pelas 21H00.

- Haverá um momento  musical;

- Intervenção do Presidente do Município, Dr. Alberto Machado e/ou Vereador da Cultura, Eng. Duarte Marques;

- O Dr. José Hermínio Machado faz a apresentação, crítica do livro, «Maria Castanha - Outras Memórias»;

- O autor, Jorge Lage, intervém sobre a seu livro;

- Segue-se a sessão de autógrafos.

A apresentação conta com o apoio do Município e da Livraria e Papelaria Aguiarense.

A entrada é livre.

  Sessenta anos depois…

Por: Costa Pereira - Portugal, minha terra

Sessenta anos depois de domínio castelhano sobre Portugal, um grupo de quarenta Conjurados pôs fim à subjugação a Castela, em 1640. Caí a Dinastia Filipina e surge a Dinastia de Bragança, com D. João IV.De novo  Portugal recupera a sua  interdependência e a nobreza faz valer o seu aprumo, coragem e patriotismo. Evento a recordar, ensinar,  respeitar e a nunca esquecer.
Designado por Primeiro de Dezembro ou Dia da Restauração é uma data que Portugal comemora anualmente com pompa e circunstância desde o tempo da Monarquia Constitucional . Tão importante, que até os republicanos logo em 1910, decidiram passa-lo a feriado nacional como medida popular e patriótica. Menos louvável foi a decisão de XIX Governo Constitucional que em 2012 revogou a lei passando o feriado a ser comemorado em dia não útil. Aqui o governo da “geringonça” tem o meu aval ao repor de novo o dia 1º de Dezembro como feriado nacional.
Bem basta os pontapés que se tem dado às tradições, aos princípios e aos valores espirituais, morais e sociais que tornaram Portugal conhecido e respeitado em todos os cantos do mundo, senão ainda ver desfeitear as suas datas históricas.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

As mais lidas do mês de Novembro (2016) em Tempo Caminhado


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25/12/2010


Números duros, políticas moles

Santana Castilho – jornal público

Uma forma de ignorar o problema da indisciplina é não o assumir como coisa da sociedade e da Escola e torná-lo coisa do professor, cuja função é mediar a aprendizagem dos alunos e não gerir conflitos provocados por comportamentos disruptivos.

Foi tornado público que, durante o ano lectivo de 2015/2016, se registaram 5051 ocorrências do foro criminal nas escolas portuguesas, isto é, 500 por mês, em média. No ano anterior haviam sido registadas 3930. Sublinho que não se trata de incidentes disciplinares. Foram ocorrências que caem sob a alçada do Código Penal. Cumulativamente, a PSP teve ainda que intervir em mais 2001 situações de outro tipo. Estes números são preocupantes e apelam à reflexão.
Aquando de casos mais graves de violência em meio escolar, verifica-se, por parte das autoridades respectivas, uma propensão para dissimular os acontecimentos. Mas se por um lado sabemos que a tendência para iludir o óbvio foi classificada por Freud como a primeira paixão da humanidade, por outro também sabemos que ignorar a realidade nunca nos salva. Aceitemos, então, que a indisciplina é hoje um dos maiores problemas, se não o maior, do sistema de ensino e que há uma evidente crise de autoridade na escola. Quando a estudamos, são esmagadoras duas situações responsáveis: do ponto de vista interno, a falta de coragem para adoptar políticas adequadas à solução dos problemas, materializada pela manutenção de uma lei inadequada que introduziu no processo disciplinar o método processual penal, com um cortejo de prazos, audições e garantias pedagogicamente desadequadas, permitindo a proliferação de pequenos marginais; do ponto de vista externo, a crescente demissão dos pais para imporem disciplina aos filhos.
A maioria dos pais de filhos indisciplinados não gostaria de ter filhos indisciplinados. Mas não sabe ou não pode discipliná-los. Os restantes são negligentes, que não se interessam pelos filhos e são, eles próprios, quantas vezes, marginais.
Os alunos indisciplinados criam problemas graves, que perturbam a vida da comunidade. A escola deve fazer o possível para os ajudar. Mas antes tem a obrigação de proteger os outros e não permitir que os primeiros lhes tornem a vida impossível. A palavra-chave de uma estratégia de actuação é responsabilizar. Não é ignorar, branquear, contemporizar.
Os jovens são seres que vivem de modo particularmente intenso e até tumultuoso as suas emoções. Os adultos têm mecanismos de regulação dessas emoções. Os jovens, em processo de formação, procuram-nos. Se em casa não os encontram, temos que dar instrumentos à escola para enfrentar o obstáculo.
O empirismo de qualquer vida vivida (a redundância é propositada) dispensa a cultura psicológica mais erudita para sabermos como tem que ser. Numa primeira fase os comportamentos são regulados a partir de fora: são os pais, são os professores, são os adultos que actuam, que moldam. Num segundo momento, de co-regulação, o ser em crescimento vai aprendendo, na interacção com os outros, a dominar-se e respeitar os pares (sem dispensa da atenção cuidada e, sempre que necessário, activa e interventiva, do adulto). Para chegar, por fim, à auto-regulação, estádio maturo e autónomo em que, sozinhos, encontramos o nosso equilíbrio social.
Simples? Não, complexo. Sobretudo quando os políticos não percebem que tratar isto exige uma longa “linha de montagem”, que requer pessoas com tempo e meios para apertar os “parafusos”.
Dispendioso? Talvez não, se se derem conta que dispensa muitos envios para o “controlo de qualidade”. E, mais ainda, se se derem conta que os produtos acabados desta “linha de montagem” são pessoas. Isso, pessoas!
Uma forma de ignorar o problema da indisciplina é não o assumir como coisa da sociedade e da Escola e torná-lo coisa do professor, cuja função é mediar a aprendizagem dos alunos e não gerir conflitos provocados por comportamentos disruptivos. Tenhamos presente que essa função principal é constantemente secundarizada, quando não anulada, pela indisciplina e que grande parte do tempo lectivo é ocupada com a gestão de conflitos, quando devia ser usada com a gestão das aprendizagens.

Professor do ensino superior (s.castilho@netcabo.pt)

Equipa de futebol da Chapecoense (BRASIL) morre em desastre de avião

Na madrugada desta terça-feira o avião que transportava o time de futebol da Chapecoense caiu próximo a Medellín, no Departamento (Estado) de Antióquia, Colômbia, uma região montanhosa e de difícil acesso.
A equipe iria disputar a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional de Medellín.


Esta não foi a primeira vez que uma equipe de futebol sofre um acidente a caminho ou voltando de um jogo. Veja aqui a história de acidentes com equipas de futebol.

Torino, 1949


terça-feira, 29 de novembro de 2016

O diabo espreita e os avençados murmuram


Anda para aí um grupo que à custa do pagode tanto lhes dá que entremos, de novo, em BANCARROTA ou não. Para eles é igual, ganham o mesmo em prosperidade ou em bancarrota. Aliás, em bancarrota até ganham mais, enquanto o pagode que lhes paga as mordomias lambe as pedras da calçada. Esse grupo é constituído pelos avençados – os comentadores televisivos, radiofónicos ou escrevinhadores da imprensa escrita. Para esta seita de privilegiados o importante é decretar nos media o sucesso da frente esquerda (Costa, Catarina e Jerónimo); decretar o crescimento em alta; decretar as “boas noticias”; decretar que com esta fraude o país é viável. Tudo isto no tempo de Passos e Portas serviu de paródia para a dita frente. E para cúmulo, para as bandas dos afectos, tudo corre sobre rodas. Costa amarrou o PCP e o Bloco. No futuro a dona Catarina inscreve-se no PS e Jerónimo ficará na História do partido mais antigo do país (quase 100 anos!) como o coveiro do mesmo porque o levará a votação residual de 3 a 5%!
Entretanto o diabo espreita, pois a DBRS ( a tal agência canadiana que ainda nos permite os empréstimos a juros delineados pelo BCE – ou seja, não entrarmos directamente em BANCARROTA), ameaçou (apenas ameaçou …) hoje que poderia classificar o rating da Caixa Geral de Depósitos (CGD) ao nível de lixo!