domingo, 24 de maio de 2026

A energia osmótica, produzida pelo Japão


Tocha 🔷

 


Helping humans to build and fund businesses

23 h •

A energia osmótica, produzida pelo Japão

O Japão acaba de ligar uma central elétrica diferente de tudo o que foi construído antes. Sem painéis solares. Sem turbinas eólicas. Sem combustíveis fósseis. Funciona com a pressão criada quando a água do mar encontra água doce. 24 horas por dia. Todos os dias. Independentemente do tempo.

A tecnologia chama-se energia osmótica. Quando a água doce e a salgada se encontram numa membrana semipermeável, a diferença de concentração de sal cria pressão. Essa pressão move turbinas e gera eletricidade.

O oceano cria esta pressão em cada linha costeira há milhões de anos. O Japão descobriu como capturá-la. A central de Fukuoka gera 880 mil quilowatt-hora por ano. Suficiente para abastecer 220 casas japonesas de forma contínua.

O mesmo sistema faz dessalinização ao mesmo tempo que gera energia. Dois problemas críticos. Uma única instalação. A funcionar apenas com gradientes de sal. É aqui que isto muda tudo. O solar depende do sol. A eólica depende do vento. Logo, as duas produzem energia de forma inconsistente. Mas como o oceano nunca para de ser salgado, a energia osmótica produz de forma estável, a cada hora de cada dia.

O Japão não fica por aqui. Os investigadores estão a desenvolver sistemas que convertem CO₂ em combustível sintético através de fotossíntese artificial. O plano do governo japonês de 2025 aponta para implementação parcial até 2030. A central osmótica já está a funcionar. A fotossíntese artificial é o próximo passo. Energia osmótica e fotossíntese artificial não se enquadram em nenhuma categoria conhecida. Estável, escalável e construída com recursos disponíveis em praticamente qualquer costa do mundo. Portugal tem cerca de 1860 quilómetros de costa. O que nos falta para fazer o mesmo?

Envia isto a alguém que ainda acredita que as renováveis não são fiáveis.


O calor das casas cheias e barulhentas

 

O banquete dos percevejos


 

sábado, 23 de maio de 2026

O maior caso de fraude ao IVA da história da Europa começou em Portugal

 

Esplendores CM - reformas estruturais...

 

"E Ainda O PRINCIPAL"

 

Estimada(o) Consócia(o),

No próximo 28 do corrente mês de maio, terá lugar na sede da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, Campo Pequeno 50 - 3º Esquerdo em Lisboa, às 18.30 horas, a cerimónia de apresentação do livro da autora Cremilde Esteves Alonso, "E Ainda O PRINCIPAL" apresentado por Armando Cangueiro.

Venha à apresentação do último livro de Cremilde Esteves Alonso:

A autora nasceu em Prado Gatão - uma aldeia do Concelho de Miranda do Douro.

Estudou no Liceu Nacional de Bragança até ao 7º ano.

Após a Licenciatura em Filologia Germânica na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, integrou-se no Ensino Secundário como professora.

Amante da investigação etnográfica, em especial na sua região e também na de Loures, publicou alguns trabalhos no jornal Folclore e na "Academia dos Saberes de Loures".

Tem dois romances publicados:

1. Uma Casa de Sete por Sete

2.  E Ainda O PRINCIPAL

Contamos consigo!       

             A Direção da CTMAD

      Saudações Transmontanas e Durienses

**************************************************

Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro

Campo Pequeno, 50 - 3º Esq.

1000-081 Lisboa

http://ctmad.pt/

 

A Batalha de São Mamede e os Mitos da nossa Fundação

A fundação de Portugal raramente foi narrada como um simples relato de factos, servindo, antes, como um espelho moldável das necessidades de cada época. De um Portugal guerreiro e cristão, idealizado para legitimar a coroa na Idade Média, ao herói nacionalista e nacionalizador da ditadura, o berço da nação foi, ao longo dos séculos, pintado com as cores da ideologia dominante. Esta dinâmica acabou por transformar a história de D. Afonso Henriques num mito conveniente, muito mais moldado pela pena dos vencedores do que pela frieza dos arquivos.

A consagração religiosa do mito fundador encontrou o seu zénite na Batalha de Ourique, meticulosamente transformada pela Igreja no verdadeiro ato de batismo da nação. Ao converter um confronto militar numa intervenção divina – onde o próprio Cristo teria aparecido a D. Afonso Henriques -, o clero não só justificou a independência como uma missão sagrada e providencial, mas garantiu também o seu próprio monopólio moral sobre o Estado. Cimentou-se, assim, a ideia de que Portugal nasceu por decreto celestial e não por mera disputa política de poder.

https://guimaraesagora.pt/a-batalha-de-sao-mamede-e-os-mitos-da-nossa-fundacao/

sinais de espancamento...

 

A energia osmótica, produzida pelo Japão

Tocha 🔷   Helping humans to build and fund businesses 23 h • A energia osmótica, produzida pelo Japão O Japão acaba de ligar uma central el...

Os mais lidos