quarta-feira, 13 de maio de 2026

Se José Cid está contra Israel, Israel tem razão.

 

Silenced No More - Relatório sobre os Crimes do 7 de Outubro cometidos pelo Hamas

Terça Feira


https://www.dailymail.com/news/article-15807431/Full-depravity-Hamas-October-7-revealed-time-New-report-details-terrorists-performed-unimaginable-horrors-Israeli-families.html?ns_mchannel=rss&ns_campaign=1490&ito=social-twitter_mailonline



 

Pedaços da História - em busca das origens

 

PREFÁCIO

No seguimento das nossas conversas e tendo em conta a sua pronta disponibilidade, remeto para sua análise e posterior emissão de PREFÁCIO, o livro em anexo o qual, em princípio, terá o título PEDAÇOS DA HISTÓRIA. Foi este o desafio que o Elmiro Barbeiro me fez, no passado dia 6 de dezembro, a que acrescentou, em telefonema posterior: O título não é definitivo, se quiser pode sugerir outro… Lido o livro, a hesitação do autor ficou resolvida: em minha opinião, PEDAÇOS DA HISTÓRIA – histórias vividas e História investigada – é um título ajustado ao espírito e à letra da obra. Tudo o que eu pudesse sugerir não a beneficiaria… e duvido que o autor consiga encontrar um título mais adequado à trama e ao fio da narrativa.


Passo, pois, ao miolo, destacando as três secções que me dizem mais: Setúbal, Angola e a visita às origens. Explico-me: nado e Criado na chamada Península de Setúbal, tudo o que o autor escreve sobre as emoções do jovem e ingénuo Manuel Bugalho, confrontado com a imponência da Serra da Arrábida, o azul do mar, o bulício das ruas da cidade velha – na altura, as novas  urbanizações ainda não existiam – coincide com o que eu próprio experimentei, aos sete anos, quando aterrei em Setúbal para assistir ao juramento de bandeira do meu irmão, no Regimento de Infantaria 11. Para um menino da aldeia, era o meu caso em 1952, o encontro com a cidade foi um deslumbramento! E o apelo foi tão grande que, na adolescência, as praias do Portinho, da Figueirinha e de Troia foram sempre a primeira escolha nos verões quentes daqueles anos da década de 60… quando o Manuel Bugalho também por ali andava. Os almoços, meus e dos meus amigos, é que não eram nos sítios de que fala o livro. Vindos de Troia, atacávamos o Lúcio, um modesto restaurante encostado ao Mercado do Livramento com mesas longas onde já estavam cestos de pão, jarros de vinho tinto, pequenos alguidares de barro com batatas acabadas de cozer e frascos com azeite e vinagre… as sardinhas e as saladas chegariam à medida que os clientes ocupassem os lugares nos bancos corridos – tudo ao molho e fé em Deus! À saída, o Lúcio pegava no lápis e no bloco de notas, perguntava a cada um o que tinha comido e fingia fazer uma soma que, milagrosamente, dava sempre vinte escudos… pouco mais que o preço de uma sopa e uma bifana nos dias de hoje.

Sobre Angola, a história é outra…

Testemunha do drama vivido pelos portugueses forçados a abandonarem precipitadamente as suas casas e as suas vidas nas colónias africanas  e participante, por razões profissionais, num dos programas desenhados para a integração dos retornados nacionais, vivi, à minha escala, a tragédia da descolonização – gente desenraizada, revoltada e completamente perdida era despejada diariamente no Aeroporto de Lisboa e ali ficava à espera de uma ajuda incerta. Rever as fotografias daquele amontoado de famílias, sentadas ou deitadas no chão, sem a mínima ideia do que as esperava é, ainda hoje, uma experiência de partir o coração. É por isso que não me canso de afirmar que ter conseguido promover a absorção de quase dez por cento da população, em situação de emergência, de penúria financeira e com a anarquia do PREC em pano de fundo, foi uma proeza à altura da gesta dos Descobrimentos… se é que não foi um milagre da Padroeira de Portugal. O impacto dos acontecimentos despertou o meu interesse para tudo quando se relacione com a descolonização e por todos os relatos dos protagonistas, sob a forma de depoimentos, artigos de jornal ou livros, um interesse que, acrescente-se, me conduziu ao conhecimento do que era a vida dos brancos em Angola e Moçambique, antes e depois de se iniciarem as lutas pela independência, até à ponte aérea… que lhes salvou as vidas, mas fez perder os haveres. Sobre um e outro tema, tenho a informação recolhida ao longo de cinquenta anos, mas insuficiente para compreender a dimensão dos dramas vividos por aqueles portugueses. Por esta singela razão, a história contada pelo judeu Ezequiel Pereira, mesmo ficcionada, foi mais uma peça para compor um puzzle que precisa de muito mais até que a imagem fique definida nos contornos e nas cores de uma paisagem complexa. 

E os relatos do judeu Ezequiel Pereira conduziram-me à minha terceira área de interesse: a vida dos judeus em Portugal até à ordem de expulsão, à conversão forçada e às perseguições aos convertidos por parte do pior que, em todas as épocas, abundou na sociedade portuguesa: a mesquinhez e a bufaria que levaram tanta gente às fogueiras da Inquisição. O incómodo causado pelos comportamentos da hora do lobo – aquela em que o medo leva os homens a esquecerem tudo o que a civilização conseguiu – ampliou um interesse nascido na busca de explicação para o que terá levado um povo tradicionalmente cordato às barbaridades das lutas liberais, quando vizinhos, amigos e parentes se mataram uns aos outros, só porque os outros eram partidários de um rei diferente. Isso e o facto de também eu ter nascido sardento e com cabelos ruivos herdados do meu avô – um Celta puro, ruivo de fogo e com a cara e os braços cobertos de sardas. Quem sabe se descendente de judeus…

Estes três capítulos – Setúbal/Arrábida, Angola/colonos/guerra e visita às origens/perseguição aos judeus – seriam suficientes para captar o meu interesse, mas esta é a consequência de preferências que pouco interessarão aos leitores. Mais importantes são os factos narrados, mesmo se de forma ficcionada, o ritmo da narrativa e o cuidado do autor para se documentar e ser rigoroso na evocação dos factos históricos que povoam as páginas do livro. Tive oportunidade de confirmar esse zelo em dois aspectos que conheço razoavelmente: a história do Convento da Arrábida e do Palácio da Comenda.

Um belo livro de poesia que o autor publicou há uns anos revelou o do seu amor às origens: Trás-os-Montes, Freixo de Espada à Cinta, Lagoaça. Como se isso não bastasse, as alheiras de Carviçais com que tenho sido brindado fazem prova definitiva da sua ligação à terra. Alheiras que, como é geralmente sabido, foram a invenção dos judeus convertidos para demonstrar a adesão aos costumes cristãos: as suas casas, como as demais, exibiam o fumeiro! Só que os enchidos não eram confecionados com carne de porco. A leitura dos poemas, muitos deles de cariz autobiográfico, preparou-me para ler uma obra com acento etnográfico, à maneira de Ferreira de Castro, Aquilino ou Namora – que seria sempre interessante, pelo menos para os amantes de História, Geografia, Antropologia e Sociologia – mas tive a boa surpresa de descobrir a veia ficcionista do autor, patente numa história bem construída, com uma narrative fluida e onde, a par da descrição objetiva do contexto das vivências, emerge a fina sensibilidade do Elmiro Barbeiro. Por todas as razões, um livro que merece ser lido com atenção. 

Filipe Pinhal

Filipe Pinhal nasceu em Sesimbra, em 1946. Em 1970, licenciou-se em Finanças no ISCEF. Enquanto cumpria serviço militar na Armada – 1970 a 1973 – foi docente no ISCEF, lecionando às cadeiras de Matemáticas Gerais. Em 1973, iniciou funções bancárias no Banco da Agricultura, passando, sucessivamente pelo Ministério do Comércio Interno, no VI Governo Provisório e pelo Ministério das Finanças, nos I e II Governos Constitucionais. Entre 1978 e 1985, exerceu funções de administração no Montepio Geral e na Parempresa, e de direção na Caixa Geral de Depósitos. Em 1986, ingressou no Banco Comercial Português, onde exerceu funções de direção, entre 1986 e 1988, e de administração, entre 1988 e 2008, com cargos de administrador, vice-presidente e presidente, 31.8.2007 a 15.1.2008. Reformou-se em 15 de janeiro de 2008.Na atualidade é administrador da empresa Veritas Educatio – Educação e Serviços, SA, detentora do colégio internacional Saint Dominic’s.

Inicio das obras da nova sede da CTMAD - LISBOA

Acabámos de receber hoje...




 

Insectos polinizadores sob protecção


 

terça-feira, 12 de maio de 2026

Qual é a ex-colónia portuguesa menos conhecida?

https://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Portugu%C3%AAs

Na realidade, o que mais não falta são ex-colónias portuguesas desconhecidas dos portugueses – por vários motivos, importância histórica, reconhecimento formal e longevidade do domínio português, etc. 

Importa também lembrar que em muitos casos, Portugal detinha pequenas colónias / regiões de países atuais, e como tal a presença portuguesa acaba por ser lembrada pelos habitantes desses países / regiões de forma mais frequente do que os próprios portugueses. 

Dos territórios menos conhecidos, eu listaria: 

  Em África Em Marrocos, além de Ceuta, as cidades de Tânger (1415-1640), Casablanca (1515-1755), El Jadida (1502-1769), Agadir (1505-1541), Safi (1488-1541), Asilah (1471–1508 e 1577–1589) e a vila de Azemmour (1513-1541); No Senegal, a ilha de Gorée (1444-1536); Na Mauritânia, a ilha de Arguim (1445-1633); Na Gambia, a ilha de James e Albreda (1456-1458); Na Serra Leoa, o atual distrito de Port Loko (1462-1651); No Gana, dois fortes costeiros, Fortaleza de Elmina (1482-1637) e Forte de Santo António em Axim (1515-1642); No Benin, Ouidah (1721-1961); Na Guine Equatorial, as ilhas de Annobón e Bioko (desde os 1470s até 1778); Na Tanzânia, as ilhas de Zanzibar, Pemba e Mafia bem como a cidade de Kilwa (1505-1512); No Quenia, Mombasa (1593-1698); Em Madagascar, povoado costeiro de Matatana (1508-1613), inicialmente como colónia portuguesa e depois como missão jesuíta. 

 A juntar aos acima mencionados, apesar de nunca ter exercido controlo sobre, podemos também incluir os Reino do Benin (Nigeria) e do Kongo (República do Congo e Angola) sob o qual Portugal exercia bastante poder político e diplomático – influenciado e exercendo bastante poder sobre territórios como Lagos. 

 No Médio Oriente Em Omã, sobre as cidades de Muscat, Sohar e Khasab (1507-1650); No Irão, controlou as ilhas de Ormuz e Qeshm (1507-1622) e uma parte substancial do distrito de Bandar Abbas (1514-1622); Controlo sobre o Bahrein (1521-1602); Nos Emirados Arabes Unidos, as cidades de Khor Fakkan (1507-1623), Dibba (1620-1650) e Ras Al Khaimah (cerca 1570-1623); No Yemen, ilha de Socotra (1507-1511); Na Eritreia, a cidade de Massawa (1540-1541); 

 No Indico e no subcontinente Indiano Controlo total sobre o Sri Lanka (1505-1658); Controlo sobre as Maldivas (1558-1573); Na India, Chaul (1521-1740), Vasai (1534-1739), Mumbai (1534-1661) & Ilha de Salsette (1534-1737), Dadra & Nagar Haveli (1779-1954), Kochi (1503-1663), Kannur (1502-1663), Kollam (1502-1661), Kodungallur (1536-1662), Nagapattinam (1507-1658), Chennai (1523-1749), Hoogly (1579-1632); No Bangladesh, Chittagong (1528-1666). 

 A estas junta-se ainda as descobertas das Ilhas Seychelles, e a descoberta e exploração das ilhas Mauricias e de Reunião 

 Na Asia & Oceania Na Indonésia, as Ilhas de Ternate (1522-1575), Ambon (1512-1605), Solor (1520-1613) e Flores (1511-1859) Controlo sobre Malásia, incluindo Singapura (1511-1641); No Japão, semi-enclave portuário de Dejima, na cidade de Nagasaki (1580-1587); Na China, Ningbo (1542-1548), ilha de Tunmen (perto de Shenzhen) (1518-1521); Na Tailandia, um povoado semiautónomo Baan Portuget, em Ayutthaya (1516-1767). A juntar a estes, apesar de nunca ter formalmente exercido controlo sobre, podemos também incluir Tailândia (nas províncias de Patani e Phuket), Vietname (Hoi An), Camboja (onde Portugal chega mesmo a controlar indiretamente a corte deste pais). 

 Nas Américas No Uruguai, Cisplatina (1680-1820) - pouco conhecido para os Portugueses (e muito pelos Brasileiros), importa definir que a área controlada por Portugal mudou bastante sendo o seu pico em 1815; No Canadá, Newfoundland (1501-1583(?)) e Nova Scotia (1521-1583(?)) Controlo sob as ilhas Barbados (1500s-1620) No que toca as Américas importa mencionar que: As colónias no Canadá tinham um caráter sazonal, há exceção da da ilha de Cape Breton (1521-1525) - mas esta fracassou devido ao inverno e a dificuldade em recrutar colonos; Os Barbados eram usados como ponto de reabastecimento, não se conhecendo registos de colónias portuguesas. Contudo, é assumido como possível que um pequeno contingente militar e/ou mesmo uma aldeia existisse na ilha – uma vez que os barcos portugueses consistentemente paravam na Baia de Carlisle para reabastecer e levar a cabo reparações sem aparenta motivo maior. O esquecimento. A maioria destas colónias acabaram por cair no esquecimento por várias razoes, sendo que na maioria dos casos ficaram apenas uma a duas gerações sob domínio português. Vários destes territórios são também hoje relativamente conhecidos (exemplo, Ras Al Khaimah, Tangier, etc.) mas durante o período de domínio português não passavam de pequenas vilas / cidades junto à costa que vieram a perder a sua importância estratégica com o estabelecimento de novas rotas comerciais. 

 O modelo colonialista português – baseado no estabelecimento de colónias / entrepostos comerciais junto à costa – ajuda também a que muitas destas caiam no esquecimento – sendo a sua menção histórica eclipsada pelas colónias de maiores dimensões que todos aprendemos na escola. 

 

 Artigo interessante ... afinal também dominamos a Ilha de Ormuz e Qeshm (1507-1622).

https://historiadeportugal11.quora.com/https-pt-quora-com-Qual-%C3%A9-a-ex-col%C3%B3nia-portuguesa-menos-conhecida-answer-Jo%C3%A3o-Matias-27

Texto enviado por António Aresta


Conquistas no Oriente!

JORGE  LAGE


Muito pormenorizado e muitas desconhecia, contudo Ormuz foi conquistada pelos («Rumes», que quer dizer «terríveis»). Assim eram conhecidos os portugueses pelos Árabes.

Se dúvidas  houvesse bastava conhecer-se a «Batalha de Diu», de 3 de fevereiro de 1509, comandada pelo Vice-Rey, Dom Lourenço de Almeida, vingando a morte do filho, Lourenço de Almeida.

Mais de 100 embarcações e uma coligação de impérios contra 19 navios portugueses.

Efectivos portugueses: 800 soldados e 400 indianos. Contra: cerca de 5000 árabes e indianos.

Perdas humanas portuguesas: 32 mortos e 300 desaparecidos: Perdas contra: todos mortos e 22 vivos.

A partir daqui os árabes e indianos borravam-se todos e davam às de vila Diogo.

Fomos os Senhores do Oriente por um século, até à chegada dos ingleses.

A Batalha de Dio está entre as maiores mundiais, comparável à de Lepanto (1571) ou a de Trafalgar (1805).

As grandes conquistas de Afonso de Albuquerque no Oriente: Goa (1510), Malaca (1511) e Ormuz (1515).

As nossas vitórias e conquistas assentavam na bravura dos portugueses e no poder de fogo das naus e Caravelas.

REUNIÃO DE ANGARIAÇÃO DE FUNDOS - CTMAD - LISBOA


Estimada(o) Consócia(o),

Tendo em conta que se marcou a reunião de direção alargada a todos os sócios para dia 30 de Abril, antes do feriado do dia 1 de Maio, em vésperas de fim-de-semana prolongado, decidiu-se alterar a Reunião em questão para o dia 14 de Maio de 2026, a partir das 16h00 na Sede da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro!
O objetivo desta reunião é que tenha o maior número possível de sócios presentes visto que a Obra da Nova Sede já começou e torna-se necessário lançar várias iniciativas para a angariação de fundos!
Contamos com todas e todos nesta Missão que se avizinha e que tem de trazer resultados significativos nos próximos 12 meses!

Saudações Transmontanas e Alto Durienses

                A Direção da CTMAD

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Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro

Campo Pequeno, 50 - 3º Esq.

1000-081 Lisboa

http://ctmad.pt/

 

20 das maiores organiozações terroristas do Mundo...


 Todas, sem excepção, pertencem ao Islão!


Censura chinesa...


 

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