terça-feira, 29 de setembro de 2026

O "lulismo"...

 

FONTE: https://entretenimento.uol.com.br/noticias/afp/2016/05/05/para-vargas-llosa-regime-de-lula-e-fonte-de-corrupcao-sem-precedentes.htm

O défice do tempo da Troika

 

Comentário:

Américo Pinto anda, de facto, muitissimo perto da verdade. Segundo os dados oficiais o que se passou foi isto:

Em relação à redução do défice, o governo de Pedro Passos Coelho registou uma trajetória de forte diminuição a partir do pico da crise financeira.

De acordo com as estatísticas oficiais do Instituto Nacional de Estatística (INE), analisadas em verificações de factos do Observador, a evolução do défice público em Portugal durante o período sob assistência financeira da Troika (2011–2015) foi a seguinte:

2010 (antes da posse do governo de Passos Coelho): O défice histórico situava-se em 11,4% do PIB.

2011: 7,7% do PIB.

2012: 6,2% do PIB.

2013: 5,1% do PIB.

2014: 7,4% do PIB.

2015 (último ano do mandato): O défice oficial fixou-se em 4,4% do PIB.


O argumento dos 3%


A tese de que o défice teria atingido a meta dos 3% em 2015 baseia-se numa perspetiva defendida pelo próprio ex-primeiro-ministro e por membros do seu executivo. Segundo os mesmos, se forem excluídos os impactos financeiros extraordinários associados à resolução bancária da altura — nomeadamente a intervenção estatal no Banif no final de 2015 —, o défice puramente estrutural ter-se-ia situado na fasquia dos 3%.

Contudo, seguindo as regras formais de contabilidade nacional aplicadas pelo INE e pelo Eurostat, as medidas de apoio ao setor financeiro são integradas no cálculo global, validando o valor oficial final de 4,4% para o ano de 2015. 


concluindo: 

Mesmo com os dados oficiais, baixar o défice de 11,4% para 4,4%, numa legislatura, com uma troika a rondar e uma bancarrota no colo, é obra! Ou seja, se substituirmos os 12% pelos 11,4%, e os 4,4% pelos 3% (praticamente aceites por Mário Centeno), temos os números reais.

O que não é obra é o que diz a CNN. Não é a primeira vez que Passos Coelho aparece em Público!


Orwell nipónico

 


Um casamento Israelita depois do 7 de Outubro de 2023

 

Macau e o "Exército de Libertação do Povo Chinês"

 


segunda-feira, 28 de setembro de 2026

A Ponte do Porto

 

Sobre os professores ...


Universidade de Coimbra procura cadernos de receitas de família

 

Universidade de Coimbra procura cadernos de receitas de família para transformar memórias à mesa em património

 

• Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos lança apelo a pessoas de todo o país para partilharem cadernos de receitas manuscritos e as histórias que os acompanham

• Cadernos selecionados vão integrar a exposição “Cadernos de Receitas de Família”, patente entre 21 de outubro e 20 de novembro, na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra

• Participação está aberta até 5 de outubro

 

Coimbra, 16 de setembro de 2026 – Há cadernos que guardam muito mais do que receitas. Entre páginas manuscritas, manchas deixadas pelo uso, anotações, recortes ou indicações acrescentadas ao longo dos anos, permanecem histórias de mães, avós, pais, irmãos e amigos, saberes transmitidos entre gerações e memórias construídas à volta da mesa. É à procura destes objetos e das histórias que os acompanham que o Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos (CECH) da Universidade de Coimbra lança agora um apelo à participação de pessoas de todo o país.

O CECH está a preparar a exposição “Cadernos de Receitas de Família”, que estará patente entre 21 de outubro e 20 de novembro de 2026, na Sala do Catálogo da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, e procura cadernos de receitas manuscritos, antigos ou recentes, que tenham uma história familiar ou afetiva significativa.

Pode ser o caderno de uma avó que passou de geração em geração, um conjunto de receitas reunidas por diferentes membros da família, um pequeno bloco guardado durante décadas ou até um caderno mais recente onde se registam pratos, técnicas e sabores importantes para quem o escreve.

Mais do que a antiguidade, raridade ou aparência destes objetos, interessa a sua história: quem escreveu as receitas, de quem foram aprendidas, como é que o caderno chegou às mãos de quem hoje o guarda e que significado continua a ter para o guardião ou autor do caderno.

Ao reconhecer estes objetos quotidianos como verdadeiras “Grandes Obras da Literatura Culinária”, a exposição pretende chamar a atenção para o valor cultural, social e emocional de um património que, muitas vezes, permanece fora dos arquivos e das bibliotecas, mas que constitui uma forma privilegiada de preservar e transmitir conhecimento entre gerações.

“Um caderno de receitas de família nunca guarda apenas receitas. Guarda pessoas, relações, gestos, memórias e formas de viver que foram sendo transmitidas entre gerações. Ao trazer estes objetos para uma exposição, queremos mostrar que aquilo que tantas vezes permanece esquecido numa gaveta pode ser uma fonte extraordinária para conhecermos a nossa história e a nossa cultura alimentar. É também por isso que fazemos este apelo: queremos descobrir os cadernos que existem nas casas das pessoas a residir em Portugal e, sobretudo, as histórias que cada um deles tem para contar. O património alimentar familiar não tem fronteiras. As famílias que vivem no nosso país não são todas portuguesas. Por isso não nos interessa em que língua esse caderno de receitas está escrito. O importante é a história de família que ele conta!”, afirma Carmen Soares, Investigadora e Coordenadora Científica do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Tem um caderno de receitas na família? O CECH quer conhecer a sua história

O apelo é dirigido a qualquer pessoa residente em Portugal, independentemente da sua nacionalidade, e são aceites cadernos com receitas escritas em qualquer idioma.

Quem tenha em casa um caderno de receitas manuscrito com uma história para contar é convidado a apresentá-lo através do formulário de participação disponível na página da iniciativa. As submissões decorrem até 5 de outubro de 2026.

Os cadernos selecionados serão cedidos temporariamente para integrarem a exposição, sendo posteriormente devolvidos aos respetivos proprietários.

A iniciativa é, assim, também um convite a olhar de outra forma para objetos que fazem parte do quotidiano familiar: abrir uma gaveta, revisitar um caderno que talvez já não seja usado e recuperar as pessoas, os momentos e as histórias que permanecem inscritos nas suas páginas.

Mais informações e participação:

www.uc.pt/cech/cadernos-de-receitas-de-familia/


O "lulismo"...

  FONTE:  https://entretenimento.uol.com.br/noticias/afp/2016/05/05/para-vargas-llosa-regime-de-lula-e-fonte-de-corrupcao-sem-precedentes.ht...

Os mais lidos