quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Todos hablan de la isla de Epstein


𝗖𝘂𝗯𝗮 𝗰𝗼𝗻 𝗛 𝗱𝗲 𝗢𝗿𝘁𝗼𝗴𝗿𝗮𝗳𝗶́𝗮

@CubaOrtografia - X

Feb 2

 

Todos hablan de la isla de Epstein.

 

¿Y cuándo van a hablar de la infame isla de Castro?

No es un caso aislado. No fue solo Maradona, drogadicto y psicóticamente obnubilado por Fidel Castro. No fue solo su novia adolescente, que conoció al coma-andante para que este permitiera su salida de Cuba.

García Márquez iba a La Habana a saciar sus ganas homosexuales con jovencitos. Visitante recurrente y privilegiado de Cuba desde los años 70, con acceso directo a Fidel Castro, residencias exclusivas y círculos cerrados. Varios testimonios de exfuncionarios culturales y periodistas del exilio describen fiestas privadas, jóvenes acompañantes seleccionados por el aparato cultural.

En el caso de Silvio Rodríguez, hay casos documentados judicialmente de relaciones con mujeres muy jóvenes en los años 70-80. Fue reconocido públicamente haber tenido múltiples relaciones simultáneas mientras era artista protegido del Estado.

Michelangelo Antonioni fue invitado oficial a Cuba en los años 70. Integrado al circuito de intelectuales europeos con acceso a ocio, «escorts culturales» y privilegios. El ICAIC y el MINCULT facilitaban acompañantes como parte del «paquete diplomático».

Jean-Paul Sartre y Simone de Beauvoir, conocidos pedófilos, tuvieron visitas a Cuba en 1960. Está documentado en diarios y cartas su fascinación con la juventud cubana y la erotización del «hombre nuevo».

Chico Buarque tuvo estancias prolongadas en Cuba en los 70-80. Existen testimonios de intelectuales brasileños exiliados que describen un ambiente de sexo fácil para invitados ideológicamente confiables.

Eduardo Galeano fue un visitante habitual. En crónicas privadas y testimonios de terceros se describe su vida nocturna protegida, hoteles para extranjeros y acompañantes. El mismo que escribía contra el «imperialismo sexual» disfrutaba el sistema.

Entre los 80 y los 90, hubo redes coordinadas de hoteles, guías, jineteras y personal de seguridad del Estado. No era ligue casual. Había intermediación: traductores, funcionarios culturales, choferes, recepcionistas de confianza. Las acompañantes no improvisaban: se evaluaba la discreción, la lealtad política y el silencio posterior.

Todo ocurría en espacios cerrados. En casas de protocolo, bungalows aislados, pisos reservados de hoteles. Había entradas y salidas sin registro visible, horarios protegidos, cero cámaras. La intimidad incluía alcohol importado, comida inaccesible para el cubano común, música privada.

Y esto era a nivel oficial.

¿Qué pasaba con la gente de a pie? Cuba se convirtió en un burdel mundial. Todos los extranjeros iban a Cuba a tener sexo con menores de edad, a casarse con niñas con el consentimiento de los padres y la vista gorda de las autoridades.

No, a Fidel Castro y a sus acólitos no les hacía falta codearse con Epstein porque tenían una finca propia, con mucha menos transparencia de documentación que los pudiera delatar en el futuro.


 

"A Ascensão e Queda do Putinismo e os Riscos de uma Guerra Global"


 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

O papel das Casas Transmontanas

 


Notícias da Casa de Trás os Montes e Alto Douro - Lisboa- nº 194 - Janeiro 2026

 


Noções – de – Arte Culinaria

 

Noções – de – Arte Culinaria

Virgílio Gomes - Gastrónomo

Não sou eu que vos vai ensinar sobre as Artes Culinárias, mas este é o título de um livro da autoria de Maria Thereza A. Costa, publicado em 1ª edição em 1926 pelo Instituto D. Anna Rosa, de São Paulo, Brasil. A edição sobre a qual estudei é de 1935 e assinalada como 19º Edição, 100º Milheiro! Não havendo erro nas informações, estamos perante um livro que terá tido um grande sucesso editorial! E esse sucesso levou a que autora, logo em 1926, publicasse novo livro, uma espécie de continuidade do primeiro, a que denominou de “Supplemento às Noções de Arte Culinaria”, que não consegui obter.

Este livro integra-se no conjunto de livros que constam de uma crónica escrita em 2024 que podem reler clicando aquilivros escritos por mulheres e dirigidos às mulheres. É a partir destes livros que se educou o gosto no ambiente familiar. São receitas, muitas vezes inspiradas no receituário tradicional da época, e que foram divulgadas para a confeção caseira.

 

Capa do livro

Transcrevo parte do “Prefacio” da própria autora e datado de 1934: “Verificando com justificada satisfação o interesse que este meu modesto trabalho continua a despertar junto das donas de casa, resolvi dar á publicidade uma nova edição para attender á bondosa preferencia que lhe tem sido dispensada.

Outrossim, estimulada, com semelhante sucesso, resolvi reunir em um novo volume, sob o título de «SUPPLEMENTO ÁS NOÇÕES DE ARTE CULINARIA», mais uma variada colleção de receitas de sal e doce, acompanhada de uma secção de regimens dietéticos, approvados por notavel facultativo. …”

O livro, para além do “Prefacio” já referido, tem depois: “Termos Usuaes de Cozinha” e “Tempo Necessario para cada Assado” com informações simples, mas úteis. Inicia agora com as “Receitas”. Depois dos “Hors-d’oeuvre (Entradas)” seguem-se as “Sopas” com separação das “Sopas Gordas”, das “Sopas Magras”. Nas primeiras encontramos “Caldo de galinha” e “Caldo de galinha para doentes” que diferem da “Canja” cuja receita encontram aqui editada (e a sua origem), e ainda um “Caldo verde” que se assemelha ao nosso, faltando-lhe o nosso chouriço e um fio de azeite.

Ainda nas sopas encontramos um termo muito nosso que raramente se encontra no Brasil: “Sopa de couve tronchuda”.

                                                                                          

Receita de Canja

Depois das “Sopas” apresenta um pequeno capítulo a que chama “Ligas” que são preparações para engrossar os cozinhados, seguindo com um grupo de “Môlhos”, nacionais e outros presentes em culinárias internacionais. Também tem um “Môlho de escabeche”, para peixe que depois de frito se guarda em camadas, até três, que se cobrem com o vinagrete para comer três dia depois. Segue-se um pequeno texto de classificação dos legumes: “Frutas, Raízes, Grãos, e Folhas”, com a listagem de cada grupo. Continua com receitas para “Tomates”, “Xuxús”, “Alcachofras”, “Beringelas”, “Abobora”, “Quiabos”, “Vagens”, “Cenouras”, “Nabos”, “Mandioca”, “Beterrabas e Mangaritos”, “Cebolas”, “Inhame e Tayoba” (conheci Tayoba em Minas Gerais que é uma folha inesquecível), “Arroz”, “Feijão”, “Ervilhas”, “Ervilj«has Seccas”, “Espinafres”, “Agrião”, “Repolhos”, “Chicorea”, “Selgas”, “Brocolos”, “Couve Tronchuda”, “Couve Manteiga”, “Couve-Flôr”, “Choucroute e Aipo”, “Espargos”, “Batatas”, “Nhoque” e “Cogumelos ou Champignons”.

Entramos agora nas carnes e começa com “VACCA” e segue com “BIFES” de bovino, onde encontramos “Bifes á portugueza”, possivelmente inspirados em receituário francês, e “Almondegas á portuguesa”, mais parecidas com as nossas. Por curiosidade apresento a receita dos bifes:

 

Bifes á portugueza

Continuando com receitas de carne de bovino temos agora receitas com: “Miolo”, “Lingua”, “Tripas” nas quais somos contemplados com “Tripas á moda do Porto” (que não diferem muito das nossas), "Figado”, “Rabada”, “Rim” e “Carne secca”. O capítulo seguinte é destinado a receitas de “Vitella”. De entre as várias receitas tem um ensopado. O termo ensopado na culinária portuguesa significa que há pão na confeção ou apresentação. Este termo é encontrado nas receitas dos Caderno da Infanta Dona Maria (século XVI), e aqui entre as variadas receitas de ensopados encontramos pão pelo menos em veado e lebre e as outras, como por exemplo para peixe, frango, camarões ou vitela, não têm pão na sua preparação.

Mas continuando no receituário do livro, e em continuação das carnes, “Paté de Foie Gras”, “Carneiro” seguidas pelas de “Porco”, depois “Linguiça”, “Leitão”, “Aves e Caça” (onde já aparece a famosa receita brasileira de Coxinhas, e uma receita de “Galantine Lisboeta”), “Gallinha de Angola”, “Frangos”, “Patos e Gansos”, “Pombos”, “Perdizes”, “Perú”, “Veado”, “Cabrito”, “Coelhos”, “Lebre”, “Tatú” e Gambá”. A continuação de receituário vai agora para. “Macarrão”, “Polenta”, “Ovos” e “Omelettes”.

Entramos no reino dos “Peixes e Diversos Mariscos” (pescada, pescadinhas, tainha, salmonete (com uma curiosidade que me lembra os salmonetes à setubalense, ver a minha crónica clicando aqui, usando os fígado para o molho), linguado, cascudo, enguia, peixe espada e polvo. Segue com um capítulo dedicado ao “Bacalhau” com duas receitas portuguesas: “Bacalhau á portugueza” e “Bolinhos de Bacalhau”. Temos a seguir as “Sardinhas”, “Camarões”, “Caranguejos”, “Siris”, “Lagosta”, “Ostras”, “Caracóes”e “Mexilhões”. Um capítulo especial pata “Peixes de Agua Doce” que inclui receitas para bagre, trahira, lambary, “Muqueca” e “Angú bahiano”, e duas receitas para rãs. A terminar uma receita detalhada de tartaruga, e porque não é fácil encontrar descrição tão detalhada, aqui fica uma imagem:

 

Tartaruga

Seguem-se as receitas de “Saladas”, Sandwichs”, “Mayonaise”, “Soufflés”, “Massas”, “Pateis e Empadas”, e um interessante capítulo: “A Arte de Aproveitar os Restos” que ainda agora seria de divulgar, e neste capítulo receituário espacial para “Legumes”, “Batatas”, “Peixe e Camarões”, “Macarrão” e “Galinha e Pato”.

Entramos agora na onda de “Doces, Licores e Sorvetes”, com um texto para “Assucar e Calda” com definição de cada ponto de açúcar. Segue com um capítulo de “Balas” o que para nós poderá significar rebuçados. Importante o capítulo seguinte com “Doces de Frutas” onde encontramos algo familiar como “Quartos de marmello”, “Marmellada branca” e “Marmellada vermelha”. Segue com um capítulo bem recheado de “Pudins”, com o detalhe do “Pudim de vinho” que leva Vinho do Porto. Encontramos de seguida “Cremes para Recheios”, “Cremes” e “Cremes Gelados”. Nos “Doces Diversos”, conforme avisa o título há uma grande variedade e aí encontramos um “Siricaia” e “Siricaia da Bahia”, mas as receitas não se aproximam da nossa “Cericá” tão tradicional no Alentejo. Também constam duas receitas: “Fios de ovos”, “Trouxas de ouvos”, “Sopa dourada” “Papos de anjos” e “Fatias douradas”, com variantes das nossas apesar de terem alguma semelhança. O capítulo seguinte é dedicado a “Diferentes Especies de Massas” para doces.Um grande capítulo seguinte para “Bolos” e a última receita é para “Rocambole”, esse doce que é para nós uma torta enrolada. Continuamos com um capítulo para “Bolinhos para Café”, depois “Pães”, e segue-se uma grande coleção de receitas de “Biscoitos” e “Rosquinhas”. A autora dá recomendações sobre “Chá”, “Café”, “Chocolate” (bebida), “Grog” e “Punch”. Mais uma grande variedade de receitas para “Sorvetes”, “Refrescos de Frutas”, “Licores” e “Vinhos” surgindo o Vinho Madeira, Bucelas e Vinho do Porto. Termina com a sugestão de Menus para cerimónia e Menus mais simples. Neste menus surge a proposta de “Almondegas á Portugueza” mas não dá a receita.

Brevemente escreverei sobre o “Suplemento” deste livro.

BOM APETITE!

© Virgílio Nogueiro Gomes

 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Uma tragédia que favorece os nojentos...

A tragédia é enorme! É pena que estas tragédias sirvam para o "combate político" nojento, como para o activismo nojento do komentariado (Acabamos de assistir na CNN). Os concelhos afectados, cerca de 70, correspondem a cerca de 1/5 do território (cerca de 1.200.000 cidadãos).

Como irão votar no dia 8? Porque se não adia o dia? Ainda ninguém reflectiu sobre a coisa. Nem da parte do nojento "combate político", nem por parte do activismo jornaleiro...


Sobre os Pagodes de Macau: Manuel da Silva Mendes e o Pagode de Mong-ha

 

Catálogo da livraria Cólofon - Janeiro 2026



O  mais recente catálogo da livraria já está disponível e pode ser consultado aqui: 


https://livrariacolofon.com/catalogo-janeiro-2026/

As obras são reservadas por ordem de chegada dos pedidos. Os livros reservados e vendidos vão sendo assinalados no catálogo ao longo do dia (ainda assim não deixe de nos contactar caso tenha interesse em alguma dessas obras, o seu pedido será devidamente  registado). Os pedidos podem ser feitos respondendo a este email ou para colofon.pt@gmail.com

Todas as obras podem ser enviadas à cobrança ou mediante transferência bancária para IBAN a indicar no acto da compra. O pagamento poderá ser feito através de Paypal  ou MBWAY (após a confirmação da disponibilidade do livro). O envio dos livros pode ser feito em total segurança para qualquer ponto do país e para o estrangeiro. Sempre que solicitado poderá ser feita uma descrição mais detalhada das obras e poderão ser enviadas mais fotografias. 


Francisco Brito 


www.livrariacolofon.pt
colofon.pt@gmail.com | colofon@colofon.pt

+351 919 565 452
Francisco Pinto dos Santos Brito, ENI - NIF 238939103
Rua de Santo António nº 137 R/C. 
4800-162 Guimarães.
Portugal

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Filosofia Perene

 

UMA SÍNTESE DO CONHECIMENTO SAGRADO DE TODOS OS TEMPOS

Completo e abrangente no seu estudo comparado do sagrado e das religiões, este livro de Aldous Huxley, é um verdadeiro exercício espiritual contemplativo, que alia conhecimento e prática suprarreligiosa.

Com grande perspicácia e sabedoria – recorrendo a um conjunto diversificado de fés, incluindo o budismo zen, o hinduísmo, o taoísmo, o misticismo cristão e o islamismo –, Huxley examina as crenças espirituais de várias tradições religiosas e explica de que forma todas elas estão unidas por um anseio humano comum de experimentar o divino.

Desde os filósofos antigos até aos cristãos medievais, sem esquecer as tradições espirituais do Oriente, o autor analisa as ideias de grandes pensadores, como Platão, Aristóteles, Buda, Confúcio, Lao Tsé ou Santo Agostinho, entre outros, mostrando como eles contribuíram para a construção dessa sabedoria universal a que ele chama filosofia perene.

                               https://pt.wikipedia.org/wiki/Aldous_Huxley


Programa de actividades - Fevereiro 2026 - CTMAD - LISBOA



PROGRAMA DE ATIVIDADES - FEVEREIRO 2026


Estimada(o) Consócia(o),

Segue programa de Atividades da CTMAD para o mês de fevereiro de 2026!

Saudações Transmontanas e Alto Durienses

            A Direção da CTMAD
                                                                                                                                                                              

                         
                             PROGRAMA DE ACTIVIDADES

                                                        
 

                                            Mês de FEVEREIRO de 2026

 
DIA 05/02/2026
Quinta-Feira
17H00 – 18H00
 

 
Reunião de Direção da CTMAD – Reunião Online

 
DIA 05/02/2026
Quinta-Feira
18H00 – 20H30
 
 

 
- Pôr de Sol de Poesia com a colaboração informal dos “Os Poetas sem Rede” coordenados por Francisco Queiroz – Na Sede da CTMAD

 
DIA 12/02/2026
Quinta-Feira
18H00
 

 
- “Clube de Leitura do Montesinho” coordenado por C. A. Afonso

 
 
 
Dia 15/02/2026
DOMINGO
09h00-12h00
 

 
Programa na Rádio Televisão Portuguesa (RDP) sobre a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa, com a participação espcial das CTMAD de Braga, Coimbra, Guimarães e Porto, bem como, dos Municípios de Alfândega da Fé e Miranda do Douro.
 

 
DIA 19/02/2026
Quinta-Feira
17H00 – 18h00

 
Reunião de Direção da CTMAD – Reunião Online
 

 

 
                                          
   Lisboa, 01 de Fevereiro de 2026,
 

Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tel: 217939311 Tlm: 916824293
Campo Pequeno, 50 - 3º Esq.
1000-081 Lisboa
http://ctmad.pt/

Todos hablan de la isla de Epstein

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