sábado, 18 de setembro de 2021

A propina talibã socialista

 

O abuso nos impostos, deu origem, ao longo da História, a numerosas revoluções e convulsões sociais. Em Portugal, a este respeito, a coisa manteve-se sempre na mansidão do costume. Um povo pobre aceita sempre os abusos e a prepotência do poder que o mantém refém da sua pobreza.

Os cidadãos portugueses descontam, neste momento, mais de 1/3 do seu vencimento para impostos. Se a isso juntarmos as taxas e taxinhas (à maneira talibã: https://youtu.be/Q69MSS9bB08), metade do vencimento vai para impostos. Ou seja, os portugueses, neste momento, não pagam impostos, são roubados. Pagam a propina talibã (https://youtu.be/x_5c2uDSQ9w). Mas continua tudo na mansidão do costume. E a imprensa que devia ser livre, mas não é, em vez de denunciar eticamente este absurdo, insiste na propaganda do poder. Ressalvem-se as excepções como o CM.

Neste momento interessa o ano lectivo. Propaganda sobre a coisa. Dos testados, só um em mil é positivo, diz o ministro da educação com a lata do costume! A técnica propagandística do costume. Contudo, se alguém for às escolas verifica que está tudo na mesma, sem regras rigorosas de protecção da pandemia.

Enfim. A coisa rebenta pelas costuras e não vemos um fim muito bom. Mesmo com a bazuca europeia, quando a coisa rebentar, vai doer…


Quando os talibãs chegam ...


10 FACTOS TALIBÃ


sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Num país a sério ...

 

Três casos marcaram até agora a campanha eleitoral. Que num país a sério teriam resposta a sério nas urnas:

1 – A instrumentalização que António Costa (e o PS) está a fazer do Governo, no que diz respeito ao discurso repetido sobre os milhões que vêm de Bruxelas (a célebre bazuca) e às promessas de construção de novas infraestruturas nas cidades.

António Costa (e os seus ministros) tem andado a prometer o paraíso, não com dinheiro produzido pelos portugueses, mas com dinheiro emprestado que as gerações futuras pagarão. Isto é enganar os portugueses na cara.

A Comissão Nacional de Eleições (CNE), como o Expresso noticiou, advertiu o Governo de que não o pode fazer.

Embora Rui Rio tenha razão, decidiu não avançar com queixa formal. E fez bem.

2 - A Assembleia da República aprovou, esta Sexta-feira, como noticiou o Sol, na generalidade, a mudança da sede do Tribunal Constitucional e do Supremo Tribunal Administrativo para Coimbra. O projeto do PSD recebeu votos a favor do PSD, CDS, Iniciativa Liberal e de oitos deputados do PS.

A maioria da bancada socialista absteve-se na votação, bem como o PCP, o Bloco de Esquerda, Verdes e as deputadas não inscritas Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues.

O Chega e o PAN votaram contra.

Mais uma vez Rui Rio demonstra ter razão.

3 – Foi anunciado o aumento da electricidade para Outubro. O Presidente da República afirmou esta Sexta-Feira, que esse aumento pode contribuir para a "desaceleração na recuperação económica".

Ainda se não ouviu um “ai”! A não ser o do Presidente.


Nota: Já nem se fala na aldrabice que contaram sobre o resgate dos Afegãos que connosco colaboraram. 

Hoje, no Sexta às 9, o senhor Santos Silva veio confirmar o que já se sabia. Disse o cavalheiro que, afinal, apenas conseguiram resgatar menos de metade!


Uma história de Artur Agostinho

 



A história é conhecida, e Artur Agostinho relata-a neste livro.


ANGOLA é pobre. Porquê?



                                          
    







quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Abu Walid, um terrorista neutralizado

 

Mais um que se juntou "às mil virgens". Aqui não fazia falta nenhuma....


Corrupção, o costume ...

 

Disto nada aparece na propaganda para as autárquicas. O que interessa é distrair o povo com os milhões da bazuca ...



Um “Mal Invisivel”

 

Acílio da Silva Estanqueiro da Rocha, acabade publicar artigo na Brotéria, intitulado Um “Mal Invisivel”. AQUI.

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Renew Europe convida Ahmad Massoud para discursar no Parlamento Europeu

 https://www.republicworld.com/world-news/rest-of-the-world-news/exclusive-european-mp-wants-ahmad-massoud-to-address-eu-slams-pakistans-proxy-war.html

Entrevista traduzida para português

 

Um membro do Parlamento Europeu, Bart Groothuis, ao falar à Republic TV afirmou que 'elogia' a resistência de Ahmad Massoud contra a hegemonia dos insurgentes radicais no Afeganistão. Ao falar com o Editor Executivo Sênior da República, Abhishek Kapoor, Groothuis garantiu que o regime do Taleban não alcançaria legitimidade no fórum internacional e convocou a guerra por procuração do Paquistão no país devastado pela guerra por duas décadas.

O diálogo surge depois de 20 deputados do Parlamento Europeu terem apresentado uma proposta de resolução convidando Ahmad Massoud a falar perante o Conselho Europeu e o Parlamento.

 

'Muitos países ainda têm interesse no Afeganistão'

 

Ao ser questionado se ele estava arando seu próprio sulco e se estava desolado ao propor o projeto de lei no Parlamento Europeu, Groothuis endossou a Frente de Resistência Nacional do Afeganistão e disse que 'elogia' o filho do veterano político e comandante militar afegão Ahmad Shah Massoud, Ahmad Massoud, por ter colocado uma forte resistência.

Ele disse: "Não acho que muitos (países) queiram fazer negócios com o Taleban. Acho que muitos ainda têm certos interesses no Afeganistão".

 

'Precisamos apoiar a Frente de Resistência Nacional do Afeganistão em Panjshir'

 

Relembrando o assassinato do comandante guerrilheiro afegão Ahmad Shah Massoud pelos capangas de Osama bin Laden, Groothius afirmou que Ahmad Shah Massoud foi recebido no Parlamento Europeu 20 anos antes de sua morte. Além disso, relatos sugerem que Ahmad Shah Massoud foi morto dois dias antes dos ataques de 11 de setembro por um esquadrão suicida da Al-Qaeda. Em agosto de 2021, o Taleban vasculhou seu túmulo em Panjshir, o que causou uma grande reação na região e indignação total entre os cidadãos afegãos.

Ele declarou: "Agora é a hora de reconhecer que sua resistência ainda está acontecendo no Afeganistão. Precisamos apoiar isso."

Groothius foi questionado se as nações europeias desejam selar ou iniciar negócios com o Taleban, e ele esclareceu que os Estados-Membros do Conselho Europeu "não estão interessados".

Ele disse: "Claro, temos alguns interesses no Afeganistão também em lidar com o Taleban, mas não acho que o reconhecimento do Taleban se tornará internacional."

 

Existe outra opção a não ser lidar com o Taleban?

Ao ser questionado se existem elementos de legitimidade do Taleban na comunidade europeia citando a declaração da Alemanha de abrir sua embaixada no Afeganistão, Groothius afirmou que o Parlamento Europeu é claro que 'não há apoio ao governo, ou seja, o regime do Taleban no Afeganistão. "

Além disso, Groothius afirmou que a comunidade internacional pode ajudar um país ou vir para resgatar somente depois de receber um 'convite'.

"Para isso, eles precisam de segurança e o povo do Afeganistão precisa se sentir seguro. Essa é uma relação que se precisa ter com o regime do Taleban."

 

'Reconhecer o Talibã não está na ordem do dia'

 

Além disso, o MEP disse que teve várias discussões com seus colegas e eles estão certos de não reconhecer o Taleban globalmente enquanto os afegãos não estiverem protegidos e fora de uma crise.

"Reconhecer o Taleban internacionalmente não está na agenda", disse Groothius à TV Republic.

Curiosamente, Groothius esclareceu que os membros da comunidade internacional não têm sido capazes de apoiar a resistência baseada em Panjshir de forma direta e firme, devido aos poucos interesses que existem no Afeganistão

 

'Você sabe muito bem o que o Paquistão fez com o Taleban nas últimas décadas'

 

Castigando o Paquistão por apoiar a organização terrorista islâmica de linha dura por muitos anos, levando a uma 'influência maligna e ruim' no país, Groothius acrescentou: "Não se trata apenas dos paquistaneses, eles são muitas influências malignas".

Afirmando a posição duvidosa do Paquistão, Groothius disse: "Eles (o Paquistão) garantiram que a influência da Índia no Afeganistão permanecesse mínima."

Além disso, o membro do Parlamento Europeu (MEP) estimou que o Paquistão 'tem estado à espera para se envolver com o Talibã'.

"Acho que eles (o Paquistão) querem voltar aos investimentos e acho que eles (o Paquistão) estão se envolvendo com o Taleban. O jogo começou."

Ahmad Massoud convidado a discursar no Parlamento Europeu

Em 14 de setembro, 20 deputados apresentaram uma proposta de resolução convidando Ahmad Massoud a se dirigir ao Conselho Europeu e ao Parlamento Europeu. Esta moção diz respeito à situação atual no Afeganistão e foi apresentada em nome da Renew Europe, que tem uma força de 98 deputados e será colocada a votação na quinta-feira, 16 de setembro.

Expressando sua forte preocupação com o futuro do país devastado pela guerra, ele destacou que o Taleban está privando os afegãos de seus "direitos e liberdades básicos".

Sustentando que o grupo terrorista havia formado tudo, menos um governo inclusivo, a moção argumentou contra o reconhecimento do novo regime no Afeganistão. Além disso, o grupo político não só reconheceu a resistência da NRF em Panjshir, mas também acusou o Paquistão de "ajudar o Talibã na luta contra a NRF, fornecendo suas forças especiais e fornecendo apoio aéreo". Ele acrescentou que o Paquistão também abrigou terroristas do Taleban por muitos anos.