Tempo caminhado
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quarta-feira, 15 de julho de 2026
terça-feira, 14 de julho de 2026
FASTIGÍNIA - Edição, estudo, variantes e notas de ERNESTO RODRIGUES
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Uma obra-prima
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FASTIGÍNIA alicerça uma
renovada visão da novelística portuguesa, enquanto questiona a identidade
nacional em tempo de Monarquia Dual brilhando em Valladolid (1605). Um narrador
privilegiado assiste ao nascimento do futuro Filipe IV, III de Portugal, e às
cerimónias, festas, banquetes, torneios e jogos que acompanham a alegria de
Império também a ratificar pazes com a Inglaterra, assim emergindo um olhar
agudo sobre a política doméstica e internacional. Desde 1884, rasgos
cervantescos vindos a lume em tradução parcial de manuscrito londrino por
Pascual de Gayangos fizeram desta obra compósita e luxuriante a voz primeira na
recepção mundial do Quijote.
Esta e outras razões
justificavam a edição de Sampaio Bruno, Fastigimia (1911), texto assente num só
manuscrito, mas inçado de erros desde o título, deficiências que a tradução de
Alonso Cortés (1913; em livro, 1916) veio atenuar. Aquando da reedição fac-similada
de Bruno (1988, 2009), eram conhecidos nove manuscritos. Assentou em 13
manuscritos e quatro impressos (dois, parciais) a nossa edição de 2011, agora
revista na base de 17: 13 em Portugal, e em Madrid, Paris, Londres, Bloomington
(Indiana).
«Qué libro tan ameno y
entretenido!», exclamou D. Marcelino Menéndez Pelayo. E Hernâni Cidade: «Tomé
Pinheiro da Veiga deve ser considerado como um dos melhores escritores do seu
tempo.» Sentirá isso quem ler este polifónico Turpim, «notável escritor, mais
próximo da língua coloquial do que Rodrigues Lobo ou Fr. Luís de Sousa», da
envergadura de D. Francisco Manuel de Melo, como disse António José
Saraiva.Parte superior do formulário
Peso: 1,560 kg; 1054
páginas; capa dura.
As manipulações do "Expresso" sobre os cristãos em Israel
Jul 12
Os
cristãos enfrentam níveis extremos de perseguição e violência em várias regiões
do mundo, impulsionados principalmente por regimes ditatoriais, extremismo
islâmico e conflitos étnico-religiosos.
As regiões mais destacadas incluem: Nigéria: a África Subsariana, nomeadamente a Nigéria, que é o local mais mortífero para os cristãos. Milhares de cristãos são mortos ou raptados anualmente por grupos extremistas como o Boko Haram, o ISWAP e pastores fulani militantes, que têm como alvo comunidades agrícolas rurais e igrejas.
Coreia do Norte: Consistentemente classificada como o local mais perigoso para se ser cristão, o regime considera o cristianismo uma ameaça fundamental. Os crentes enfrentam a execução imediata ou uma vida em campos de trabalhos forçados brutais, e as suas famílias também são alvo de perseguição.
Sudão e Somália: A guerra civil no Sudão levou à destruição de centenas de igrejas e à perseguição das minorias cristãs. Na Somália, o grupo militante al-Shabab procura a erradicação total do cristianismo. Médio Oriente e Sul da Ásia: Países como o Iémen, o Afeganistão, o Irão e o Paquistão proíbem estritamente a conversão do islamismo. Os cristãos nestas regiões sofrem violência coletiva, leis rigorosas contra a blasfémia e discriminação sistémica.
Na Índia, o nacionalismo religioso tem estimulado ataques direcionados contra comunidades cristãs e igrejas.
Nicarágua os cristãos estão a ser cada vez mais silenciados sob o regime ditatorial do presidente Daniel Ortega e da vice-presidente Rosario Murillo, a sua mulher. Os cristãos que levantam a voz contra o governo em questões como violações de direitos humanos enfrentam vigilância, intimidação e prisão. Alguns chegam a sofrer exílio e perda da cidadania.
Igrejas e outras instituições cristãs (como escolas e organizações de caridade) são consideradas uma ameaça ao regime. Tiveram bens confiscados, atividades interrompidas ou proibidas e prédios vandalizados. Em vez de serem vistos como parte valiosa do tecido social do país, muitos cristãos são considerados “agentes desestabilizadores”.
Essa crescente supressão das liberdades cristãs remonta a 2018, quando protestos nacionais eclodiram contra o governo. A situação piorou após as eleições de 2021 e a reforma constitucional de 2025. Ambas foram usadas para promover mudanças legais que justificam ainda mais a repressão às vozes dissidentes – incluindo o silenciamento da igreja.
segunda-feira, 13 de julho de 2026
Revista cultural editada na freguesia de Lagoaça
Contacto telefónico da União das Freguesias de Lagoaça e Fornos, em Freixo de Espada à Cinta, é 279 649 396. Para contactos móveis, a autarquia disponibiliza também o número 960 262 074.
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