domingo, 16 de agosto de 2026

Universidade de Cambridge contratou uma académica que, no passado, apoiou o grupo terrorista islâmico banido Hizb ut-Tahrir.

 


A Universidade de Cambridge contratou uma académica que, no passado, apoiou o grupo terrorista islâmico banido Hizb ut-Tahrir, descreveu a educação ocidental como uma "ameaça" aos muçulmanos e condenou a democracia.

Farah Ahmed é professora assistente de pesquisa na Faculdade de Educação de Cambridge — a mesma faculdade de Jason Arday , o controverso professor negro que foi recentemente forçado a deixar o cargo após alegações de plágio.




A vida falsa e a morte verdadeira de Jason Arday

Em suma, Jason Arday era um aldrabão. Toda a história dele é uma sucessão de mentiras cujo descaramento cresceu em proporção directa à importância que lhe deram.

15 ago. 2026, 00:25

Alberto Gonçalves - OBSERVADOR

 

Comparada com a de Jason Arday, a vida de Ulisses, herói ficcional, foi a de um revisor oficial de contas, sem desprimor para os revisores oficiais de contas. Nascido em 1985, na infância Arday viu-se diagnosticado com atraso global do desenvolvimento e perturbação do espectro do autismo. Não conseguiu falar antes dos 11 anos de idade, comunicando apenas por linguagem gestual, e só aprendeu a ler e a escrever aos 18. Todas as previsões garantiam que Arday nunca conseguiria sequer ser uma pessoa autónoma, e a mera hipótese de um percurso académico só seria colocada por graçola de péssimo gosto.

Sucede que Arday, como todas as lengalengas de motivação que atafulham belos livros de auto-ajuda e comoventes telefilmes, não se resignou às limitações que o destino lhe definiu. Um dia, presumivelmente posterior à aprendizagem da escrita, Arday escreveu na parede do quarto uma lista de objectivos, entre eles o de chegar a professor em Oxford ou Cambridge. De seguida escreveu outras coisas, incluindo os trabalhos que lhe facultaram a licenciatura, o mestrado e o doutoramento. Com obras publicadas a partir de 2018 e passagens pela docência em universidades menores, Arday ganhou razoável fama enquanto autor e investigador. Está bem que a área de investigação era a da “igualdade étnico-racial” e da “inclusão”, mas mesmo assim. Em 2023, chegou enfim ao estrelato, com uma nomeação que o transformou no mais jovem professor catedrático negro de Cambridge, apesar de a distinção versar a Sociologia da Educação e apesar de enfrentar o que, segundo alguns, é a “a escassa representatividade e as barreiras estruturais impostas a professores negros nas universidades de elite britânicas”. As proezas do homem acumulavam-se.


E as proezas só se multiplicaram quando Arday, entretanto uma celebridade, contou aos “media”, e pelos vistos aos alunos, novas facetas da própria, e devastadora, grandeza. Numa ocasião, ou em diversas ocasiões, revelou ter corrido 30 maratonas em 35 dias, quase 500 km em três dias e perto de mil km numa passadeira em seis dias. Outras vezes, louvava sem falsa modéstia os seus esforços caritativos, que angariaram 5 milhões de libras. E isto sem ceder às ameaças de misteriosos perseguidores: a seguir à cátedra, os pais de Arday receberam em casa uma cabeça de porco, e o que poderia ser um gesto de felicitações e um pretexto para o churrasco de Domingo foi tomado por uma intimidação – que Arday valentemente suplantou.

Em suma, Jason Arday era um aldrabão. Toda a história dele é uma sucessão de mentiras cujo descaramento cresceu em proporção directa à importância que lhe deram. Não há vestígios dos diagnósticos de atraso e de autismo. Os ex-colegas da escola primária relatam que o pequeno Arday passava o tempo a dizer piadas e a imitar vozes alheias – não se calava, portanto, o que é um forte indício de que era “verbal” e um provável chato. A iniciação na leitura e na escrita terá acontecido em idade normal, embora com deficiências que se evidenciaram nas obras que assinou em adulto. Não houve maratonas ou outras correrias. Não houve cabeça de porco. Não houve “barreiras estruturais”. Não houve angariações beneficentes. Não houve a vertiginosa evolução intelectual e física que faria de Arday um caso talvez inédito nos anais da humanidade, da psiquiatria e do atletismo. Não houve, em Arday e nos que o alimentaram, pingo de vergonha.

O que houve foi a propensão de um indivíduo para a fraude, e a compensação da fraude a expensas de um “clima” social adequado. Desde logo, as dúvidas acerca da, digamos, produção literária e académica de Arday antecederam Cambridge em alguns anos. A título de exemplo, a tese de doutoramento, de 2015, continha centenas de erros básicos de gramática, pontuação e sintaxe, incongruências grosseiras, e cento e tal longos excertos plagiados de outrem. A tese passou, tanto no júri como nos orientadores, empenhados em privilegiar a “diversidade” em detrimento da competência. Já catedrático, ajudado por uma carta aberta em que centenas de estudantes de Cambridge exigiam a “descolonização” da universidade na sequência (?) da morte de George Floyd, a fraude de Arday começou a notabilizar-se tanto quanto ele. Alguns alunos queixavam-se de aulas absurdas e sem conteúdo, reduzidas à narração dos “obstáculos”, da “superação” e da geral excepcionalidade de Arday. Alguns jornalistas e académicos menos aflitos com o racismo “sistémico” deram em expor a sistémica trafulhice. Àqueles, Arday respondia com a penalização nas notas. Aos demais, Arday atiçou advogados, processos por calúnia e acusações de “stalking”. Com todos recorreu à carta racial e ao estatuto de vítima, protegido por Cambridge em peso, que até as provas serem impossíveis de continuar a negar chegou a falar em “campanha vil de difamação”.

Após uma breve carreira a prejudicar alunos e colegas de facto habilitados, a contribuir para destroçar o abalado prestígio do ensino superior e a fomentar sentimentos racistas, Arday demitiu-se no passado dia 5. Em comunicado, não pediu desculpas, reforçou o mito da “perseguição” e prometeu voltar “mais forte e mais sábio”.

O problema, naturalmente, não é a desonestidade e o escasso carácter de Arday, e sim as forças que, de modo a corroer os sempre frágeis equilíbrios sociais, produzem inúmeros Ardays. Essas forças mobilizaram-se num instante para explicar que o episódio em questão em nada representa nem compromete os princípios da D.E.I. (Diversidade, Equidade e Inclusão), quando o episódio representa com exactidão milimétrica os princípios e as consequências da D.E.I. – e devia comprometê-los.

Desgraçadamente, não compromete: para não ir longe, anteontem Cambridge “descobriu” que uma sua docente, Farah Ahmed, é ou era militante de uma organização terrorista islâmica, além de rabiscar arengas furiosas contra a democracia e a “educação ocidental”. E à hora a que escrevo Arday foi encontrado morto, um final triste que certamente será aproveitado para se acusar a divulgação da fraude, em vez da fraude.

 

Nota: O autor desta coluna vai de férias e regressa a 5 de Setembro. 

"= ciclo do pão" - Figueira de Castelo Rodrigo

Assunto: CONVITE EXPO FOROTGRAFICA O CICLO DO PÃO - CASA DA CULTURA FCR 18 AG - 17H30

Caro/a  amigo/a

A Ribacvdana tem o prazer de convidar VEXA e familiares para estar presente na inauguração da Expo de fotografia de Emilio Calvo

O CICLO DO PÃO

dia 18 pelas 17h30, Casa da Cultura de Figueira C Rodrigo,

Nesse mesmo dia fazemos também a inauguração da 

II MOSTRA COLECTIVA FOTOGRAFIC RAIANA

que está em exposição na rua em frente ao Município.

Cordiais Saudações 


 

sábado, 15 de agosto de 2026

O país viciou-se nos fundos da União Europeia


Sobre esta questão não existe melhor que os fundamentos apresentados nestes dois livros de Nuno Palma, que devem ser sempre citados quando o assunto se apresenta.
 


Antissemitismo, perseguição e cancelamento na Universidade de Coimbra




 

Obrigado INEM! "Salvaram a minha mãe"

 in: Lemo

Também é preciso "publicitar" aquilo que é positivo!

Um preço elevado para quem não é do partido certo.

 


Os saudosistas dos "amanhãs que se levantam"




 



Desde que o cargo de director foi assumido por Bárbara Reis, militante do BE, O jornal Público que, até aí, tinha sido um jornal de referência, passou a um vulgar pasquim que apenas se tem aguentado porque os dinheiros privados da SONAE ainda o apoiam. Está destinado a desaparecer.


Durante anos na propaganda ideológica, sem fazer jornalismo a sério, dá nisto.


O regime facínora liderado por Fidel Castro foi responsável pela execução e assassinato de milhares de cidadãos cubanos, especialmente nos anos que se seguiram à Revolução Cubana de 1959.

Embora o governo cubano nunca tenha divulgado estatísticas oficiais transparentes, organizações independentes de direitos humanos e investigadores documentaram extensamente estas mortes.

Principais dados e estimativas

A organização Cuba Archive (Arquivo de Cuba), sediada nos Estados Unidos e amplamente reconhecida pela documentação minuciosa destas vítimas, detalha o custo humano do regime castrista:

Fuzilamentos: Cerca de 5.600 cubanos foram executados por esquadrões de fuzilamento após julgamentos sumários (sem as devidas garantias legais). Os períodos mais intensos ocorreram logo em 1959, na Fortaleza de La Cabaña (sob o comando direto de Che Guevara), visando oficiais do regime anterior de Fulgencio Batista e opositores políticos.

Assassinatos extrajudiciais: Aproximadamente 1.200 execuções ocorreram fora de qualquer processo judicial.

Total de mortes documentadas: A base de dados do Cuba Archive já validou e catalogou nominalmente mais de 10.000 mortes e desaparecimentos diretamente atribuídos às ações repressivas do regime comunista.

Outras causas de morte associadas ao regime

Além das execuções diretas por motivos políticos, os investigadores e organizações como a Human Rights Watch e a Amnistia Internacional apontam outras circunstâncias fatais causadas pelas políticas de Castro:

Tentativas de fuga pelo mar: Estima-se que dezenas de milhares de cubanos (conhecidos como balseros) tenham morrido afogados ou devido a ataques de guardas costeiros ao tentarem fugir da ilha em embarcações precárias.

Condições prisionais: Centenas de reclusos políticos morreram devido a tortura, falta de assistência médica e trabalhos forçados em campos de reeducação.

O método do regime de Fidel Castro caracterizou-se pelo uso de execuções sumárias iniciais para gerar uma cultura de medo generalizada, erradicando qualquer oposição interna viável e consolidando o controlo absoluto do Partido Comunista sobre a ilha durante quase meio século.

Dados adquiridos via IA que, mesmo sustentáveis, não retratam a verdadeira realidade dos livros sérios.

Universidade de Cambridge contratou uma académica que, no passado, apoiou o grupo terrorista islâmico banido Hizb ut-Tahrir.

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