Esta história dos
camionistas não tem nada que saber. A esquerda governa, e como tal a coisa tem
que funcionar à velha maneira leninista/estalinista e trotskista.
Bem fizeram, em 1917, o
SPD alemão e Rosa Luxemburgo, que não foram nessa conversa fiada, demarcando-se
dessa tonta revolução soviética. Conclusões: Rosa foi assassinada e o SPD
manteve-se como o maior partido Social democrata de todo o mundo durante
décadas. Hoje é um partido mediano, mas contribui igualmente, juntamente com a
democracia Cristã, para a grandeza da Nação Alemã.
Portugal é uma
coisinha, em termos de elite política, que raia a vigarice e a corrupção. Daí
não poder vir grande bem aos cidadãos. Manipulados e constrangidos pela
conversa fiada, ou optam pela vigarice, ou mantêm-se neutros. O pior, é que a
maioria se identifica com a vigarice e com a corrupção. E assim sendo, jamais
sairemos da cepa torta.
O que a gente séria
acabou de observar com esta boçal requisição civil, foi simplesmente isto: os
cidadãos portugueses com esta esquerda no poder, estão sujeitos a um banditismo
social, jamais visto em meio século de “democracia”. Ponto!
Não vamos argumentar
rigorosamente mais nada sobre a questão, porque, democraticamente mete nojo
viver numa nação, cuja elite politica corrupta toma este tipo de decisão,
quando na sua origem teve príncipes como Afonso Henriques e capitães ou
almirantes como Afonso de Albuquerque.
Mais, nada nos admira
desta gente, quando no governo toda a gente se entende, mesmo aquela cujo
mentor foi assassinado por gente adepta ao actual parceiro de governança.
Aos motoristas aqui
deixamos a nossa solidariedade. É claro que essa coisa da requisição civil vai
ter que ser sujeita a portarias e outras coisinhas “legais” – é assim, de uma
hora para a outra faz-se uma lei para dar cabo de um grupo social. E andam-se
anos a criar leis para o nepotismo dar nisto.
Não estamos
habilitados a aconselhar seja o que for, mas o advogado dos motoristas que já
demonstrou ser um homem inteligente, pode muito bem aconselhar os seus
“clientes”.
Dentro daquilo de que
dispomos, aconselhávamos o seguinte: Os motoristas em greve deviam organizar-se
em cooperativa. Seriam eles os donos de si próprios, deixando os requisitados
para a Antram e para o dr. Costa, Catarina e Jerónimo.

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