segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Os fascistas/estalinistas “democratas”



Quando o corrupto José Sócrates ganhou a maioria absoluta pelo PS, em 2005, os sinais que existiam sobre a derrocada que o país iria sofrer, eram muitíssimo poucos, em termos gerais – do povo em geral. Só um pequeno grupo do bando sabia deles. Que, para espanto da decência, governa hoje o país. Mesmo com as evidências diante da fronha, passados estes anos todos, o bando socialista, agora com o apoio do PCP, do Bloco e de outras forças de esquerda, procura ilibar a causa da desgraça da Nação. Claro, com o apoio todo do comentariado medíocre e duma imprensa corrupta! A História não pactuará com eles, mas enquanto o pau vai e vem, como diz o povo, alapam-se nos melhores repastos humilhando gente séria e trabalhadora.
Esta forma sui generis da escumalha lusitana, sem a resistência de uma elite esclarecida, à maneira de um Burke, irá transformar o país numa ditadura perfeita com a capa de uma democracia. Ela já aí está, com subtileza. Começou, aliás, em 2015, sustentada no período de 2005/11. Por incrível que pareça, o país viveu em democracia plena entre 2011/15!
Mas se os sinais eram obtusos para a maioria dos cidadãos em 2005, hoje não são. Toda a gente conhece o caso Famyligate (a corrupção é mal vista pela decência, só o não é pelos corruptos e pelos invejosos, que são muitos). E toda a gente sabe do modo como se está a processar o processo da greve dos motoristas, cujo advogado da Antram é um Boy socialista. Da  Famyligate.
Costa (com a ajuda de todos os fascistas/estalinistas) quer calar uma classe que ganha muito mal (a dos motoristas). Mas não pode arrancar já para a requisição civil. À primeira oportunidade … Entretanto foi falando do “crime de desobediência”, quando o seu tutor Mário Soares falava do “direito à indignação”.
Costa, nesta questão (e noutras) movimenta-se como um fascista/estalinista, como o são aqueles que o acompanham, e aqueles que apoiam o seu governo. E é nesta greve dos motoristas que a democracia se imporá ou não. É da força dos motoristas (vejam bem) que depende a forma de estar dos portugueses – democracia ou ditadura!

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