Os chineses se não têm dados objectivos para dizerem que esta
ou aquela árvore ou planta é originária da China acabam sempre por apresentar
uma prova. O caso do coronavírus foi a China que divulgou o primeiro infectado
e se diz, por evidência, que veio de lá esperneiam e barafustam. Há vinte anos
atrás não teriam uma reacção tão enérgica, ao nível da diplomacia e «media»,
resultando do grande poderio económico e bélico. As opinões com que não
concordamos combatem-se com contra-opiniões e não com ameaças prepotentes. Seja
como for, estamos atulhados de literatura sobre esta pandemia ao ponto de se
tornar uma moléstia que nos tira qualidade de vida pelo que vou falar-lhes da
minha vivência. Depois de três estadias no Canadá, que me fizeram prender mais
a Portugal, um dos hábitos que alterei foi não andar em casa com o calçado que
levo para a rua. Até a empregada (dispensada do trabalho, durante a pandemia),
quando chega a casa descalça-se à entrada. Nas solas ou borrachas do calçado
traz-se imensa porcaria (restos de dejectos de caninos e de escarros, entre
outros) para dentro de casa e o modo de se evitar é termos calçado só para
dentro de casa e outro para andar na rua. ![]() |
| Conclave do PC chinês (11 a 17 de Janeiro passado). |

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