A 12 de Junho de
2010 em noticia divulgada pelo Publico, Adelino Gomes ao encerrar uma
noticia à volta da então instituída Academia
de Letras de Trás-os-Montes, citava: “Para já, a Academia
ficará sediada em Bragança, até porque foi a autarquia a desenvolver a ideia e
a dar o mote. Mas no futuro pretende-se incluir membros de toda a região de
Trás-os-Montes”. - Mau era, digo eu, que assim não fosse, e só o
Nordeste da Província se considerasse o depositário do património constituído
pelos transmontanos que pelas letras honram a sua região e o país onde
nasceram. Cinco anos depois, a benjamim Academia vê as suas pretensões materializadas,
com associados em todos os cantos deste “Reino Maravilhoso”, que Torga tanto
enalteceu. É o caso, por exemplo, de ver associado o notável escritor e jornalista
Barroso da Fonte que sei barrosão de sete costados, embora residente na Cidade-Berço de Portugal. E outros. Da importância e objetivos da instituição, a noticia diz
ser : “Uma academia que, segundo o autarca
de Bragança, Jorge Nunes, será apenas a segunda do género inscrita na Academia
de Ciências de Lisboa e que, de acordo com Adriano Moreira, um dos seus
fundadores, “nos momentos de crise o recurso às identidades aparece como
fundamental”. Por isso, “esta academia inscreve-se nesta consciência de que
esse é o facto”. “O que está em crise na Europa e em Portugal é o Estado e não
a identidade. E são as identidades que precisam de ser defendidas porque são a
pedra de base para a reorganização que precisamos”, sublinhou, no seu discurso”. Com nova
direção, recentemente eleita, o presidente, Dr. António Chaves, barrosão de têmpera,
promete o rejuvenescimento da academia que ronda a media dos 65 anos. Uma das medidas a tomar para contrariar essa
realidade passa pela criação de oficinas de escrita criativa. O autor de “A
Ultima Estação do Império” tem a capacidade mobilizadora que por vezes nos falta
para trabalhar em grupo. Tenho confiança, e finalizo, lembrando que : é uma
honra, do tamanho do Marão, fazer parte e ver também incluídos no rol dos
“académicos” o nome de transmontanos de Basto.sábado, 8 de agosto de 2015
Transmontanos de Basto
Por: Costa Pereira Portugal, minha terra.
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A 12 de Junho de
2010 em noticia divulgada pelo Publico, Adelino Gomes ao encerrar uma
noticia à volta da então instituída Academia
de Letras de Trás-os-Montes, citava: “Para já, a Academia
ficará sediada em Bragança, até porque foi a autarquia a desenvolver a ideia e
a dar o mote. Mas no futuro pretende-se incluir membros de toda a região de
Trás-os-Montes”. - Mau era, digo eu, que assim não fosse, e só o
Nordeste da Província se considerasse o depositário do património constituído
pelos transmontanos que pelas letras honram a sua região e o país onde
nasceram. Cinco anos depois, a benjamim Academia vê as suas pretensões materializadas,
com associados em todos os cantos deste “Reino Maravilhoso”, que Torga tanto
enalteceu. É o caso, por exemplo, de ver associado o notável escritor e jornalista
Barroso da Fonte que sei barrosão de sete costados, embora residente na Cidade-Berço de Portugal. E outros. Da importância e objetivos da instituição, a noticia diz
ser : “Uma academia que, segundo o autarca
de Bragança, Jorge Nunes, será apenas a segunda do género inscrita na Academia
de Ciências de Lisboa e que, de acordo com Adriano Moreira, um dos seus
fundadores, “nos momentos de crise o recurso às identidades aparece como
fundamental”. Por isso, “esta academia inscreve-se nesta consciência de que
esse é o facto”. “O que está em crise na Europa e em Portugal é o Estado e não
a identidade. E são as identidades que precisam de ser defendidas porque são a
pedra de base para a reorganização que precisamos”, sublinhou, no seu discurso”. Com nova
direção, recentemente eleita, o presidente, Dr. António Chaves, barrosão de têmpera,
promete o rejuvenescimento da academia que ronda a media dos 65 anos. Uma das medidas a tomar para contrariar essa
realidade passa pela criação de oficinas de escrita criativa. O autor de “A
Ultima Estação do Império” tem a capacidade mobilizadora que por vezes nos falta
para trabalhar em grupo. Tenho confiança, e finalizo, lembrando que : é uma
honra, do tamanho do Marão, fazer parte e ver também incluídos no rol dos
“académicos” o nome de transmontanos de Basto.
A 12 de Junho de
2010 em noticia divulgada pelo Publico, Adelino Gomes ao encerrar uma
noticia à volta da então instituída Academia
de Letras de Trás-os-Montes, citava: “Para já, a Academia
ficará sediada em Bragança, até porque foi a autarquia a desenvolver a ideia e
a dar o mote. Mas no futuro pretende-se incluir membros de toda a região de
Trás-os-Montes”. - Mau era, digo eu, que assim não fosse, e só o
Nordeste da Província se considerasse o depositário do património constituído
pelos transmontanos que pelas letras honram a sua região e o país onde
nasceram. Cinco anos depois, a benjamim Academia vê as suas pretensões materializadas,
com associados em todos os cantos deste “Reino Maravilhoso”, que Torga tanto
enalteceu. É o caso, por exemplo, de ver associado o notável escritor e jornalista
Barroso da Fonte que sei barrosão de sete costados, embora residente na Cidade-Berço de Portugal. E outros. Da importância e objetivos da instituição, a noticia diz
ser : “Uma academia que, segundo o autarca
de Bragança, Jorge Nunes, será apenas a segunda do género inscrita na Academia
de Ciências de Lisboa e que, de acordo com Adriano Moreira, um dos seus
fundadores, “nos momentos de crise o recurso às identidades aparece como
fundamental”. Por isso, “esta academia inscreve-se nesta consciência de que
esse é o facto”. “O que está em crise na Europa e em Portugal é o Estado e não
a identidade. E são as identidades que precisam de ser defendidas porque são a
pedra de base para a reorganização que precisamos”, sublinhou, no seu discurso”. Com nova
direção, recentemente eleita, o presidente, Dr. António Chaves, barrosão de têmpera,
promete o rejuvenescimento da academia que ronda a media dos 65 anos. Uma das medidas a tomar para contrariar essa
realidade passa pela criação de oficinas de escrita criativa. O autor de “A
Ultima Estação do Império” tem a capacidade mobilizadora que por vezes nos falta
para trabalhar em grupo. Tenho confiança, e finalizo, lembrando que : é uma
honra, do tamanho do Marão, fazer parte e ver também incluídos no rol dos
“académicos” o nome de transmontanos de Basto.
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