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(Aldeia de Vilar de Ferreiros e o Toumilo, ao fundo corre o Cabril). |
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| (Casa do Guarda Florestal do Fojo, que no tempo do Sr. Pinto se tornou famosa. Hoje está assim) |
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| (Cruzeiro de Campos, junto às Alminhas. É muito antigo) |
Não confirmo nem desminto matéria em que não sou versado, mas por
certo que a recolha está fundamentada em documentos e testemunhos de quem
conhece o terreno. Mas todos sabemos que não é autor quem faz o livro, mas a
tipografia…. Deste rio que em palestra me ocupei em 02 de Maio de 2009, no “2º
Contar, Cantar e Pintar Mondim”, já tinha dito noutra ocasião: «O rio em questão é como se
sabe o rio Cabril, afluente do Tâmega, e que no lugar das Mestas recebe as
águas do ribeiro Cabrão após este contornar Vila Chã pela margem direita e
atravessar a nossa aldeia de Covas, vizinha do Fojo e das famosas "Fisgas
de Ermelo"». Com as pernas a ficar pesadas, e a saudade dos
tempos idos a fervilhar na memória lembrei-me duma peregrinação que, já lá vão
uns anos bons, fiz por montes e vales da minha terra, na
companhia dos saudosos Dr. Primo Casal Pelayo, Manuel
Lopes, Vitorino Carvalho Minhoto e da pessoa
que nos conduziu, em demorada digressão para ver in loco todos os marcos
divisórios desta freguesia.
Assim: começou-se pelo centro de Campos, depois a loja do Manuelzinho
cuja casa é divisória ( metade de Vilar e metade de Mondim), marco do Alto do Couto, cruz da
Bouça da Isabel
e levada da Isabel
(no rio). Ainda nessa manhã visitamos na área da “praina de São
Paulo”: o “Fojo de Cercos”, os restos arqueológicos da Capela de São Paulo, e o
Fragão de São
Paulo, que
sempre foi divisão de Vilar de Ferreiros com Mondim e Paradança. A jornada
continuou de tarde com a visita ao Fojo
de Covas, alto do Vale-de-Ar,
cruz da Ínsua,
Capela de Santo António
de Vila Chão, Poça
do Farlengo, Couto da
Pena, cruz da Ponte da Cucaça, Torno, alto de Bentuselos, Fojo e cruz do Campo do Seixo.
Terminou–se na Sra. da Graça, com a visita à cruz do 2º adro
e à cruz em tau que
ao fundo das capelas divide Vilar de Ferreiros com Mondim e Atei. Recordar é
viver, e em tempo de férias melhor se presta.



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