sábado, 12 de março de 2022

Novo volume de Armando Palavras: "As visitações de Alijó e alguns documentos para o seu estudo"


Noticias do Douro, 11-3-2022, p. 8.

NOTA: Por lapso a última parte do artigo do Doutor Barroso da Fonte, não apareceu na publicação. Pode, no entanto, ser consultada no site infra:

https://tempocaminhado.blogspot.com/2022/02/as-visitacoes-de-alijo-e-alguns.html

Aqui fica:

,,, desempenho das funções litúrgicas, pelo apoio espiritual às populações e pela conservação dos edifícios sagrados com algum valor arquitectónico. O estudo incide sobre as igrejas: Cumieira (Sta Marta de Penaguião), S. Félix de Lafões (S. Pedro do Sul), Santa Cruz de Lumiares (Armamar), S. Pedro de Paus (Resende), Sta M.ª de Cárqueres (Resende), Gosende (Castro Daire), Feirão (Resende) Lamosa (Sernancelhe), Matriz (Moimenta da Beira), Baldos (Moimenta da Beira), Carregal (Sernancelhe), Caria ( Moimenta da Beira), Nacomba (Moimenta da Beira) Vila de Rua (Moimenta da Beira), Penso (Sernancelhe), Faia (Sernancelhe), Quintela da Lapa (Sernancelhe), Fonte Arcada (Sernancelhe) Ferreirim (Sernancelhe), Escurquela (Sernancelhe), Alvarenga (Arouca), Penela da Beira (Penedono), Póvoa de Penela (Penedono), Sebadelhe (Foz Côa), Segões (Moimenta da Beira), Mós (Foz Côa),Valongo (S. João da Pesqueira)S. João de Fontoura (Resende). Os registos dos contratos de adjudicação são tão pormenorizados que se revestem de grande interesse monográfico local.

Este terceiro livro, reporta-se às visitações dos séculos XVII e XVIII. E chega ao mercado em data coincidente com alterações nas Dioceses de Braga e de Vila Real. Esta última foi criada há um século (1922), subtraindo-a ao território da Arquidiocese de Braga, que não dispunha de acessos compatíveis, nem servidores suficientes para cobrir a lonjura e a falta de quadros. Curiosamente foi agora escolhido um arcebispo jovem, esclarecido e ajustado às exigências do tempo e do espaço. Acresce que foi selecionado no território geográfico que este terceiro volume aflora e que Armando Palavras investigou cientificamente, nas suas teses de mestrado (2001) e de doutoramento (2011).


Estes três volumes constituem um todo que se afigura precioso para quem deseja conhecer o chão que pisa, em termos de mundialidade cívica, social, cultural e religiosa.


Barroso da Fonte





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