Mas, como diz o Povo, o que é bom vem sempre a
tempo.
Deliciem-se, então, com esta entrevista de A.
M. Pires Cabral.
Poesia, conto, romance, fotografia, pintura: a
sua pulsão criadora manifesta-se em diferentes suportes, num ímpeto que, aos 80
anos, cumpridos em agosto, não esmorece. Publica agora um novo volume de
poemas, "Caderneta de Lembranças", depois de ter lançado, também na
Tinta-da-China, o romance "Feliciano". O JL entrevista o escritor,
sempre empenhado na valorização da sua região e avesso a uniformizações, e
pré-publica três poemas
Nascido em Chacim, no concelho de Macedo de Cavaleiros, é um dos mais discretos/destacados escritores portugueses das últimas cinco décadas. Estreou-se em 1974, ano da Revolução dos Cravos, com Algures a Nordeste, a que se seguiu meia centena de títulos, de todos os géneros e por diversas vezes distinguidos com os mais prestigiados prémios, como os D. Dinis, Luís Miguel Nava (de poesia), dst (de literatura em geral), Camilo Castelo Branco da APE (de conto) e P.E.N. Clube (de poesia).
À escrita e à educação – foi professor do ensino secundário durante todo o seu percurso profissional –, A. M. Pires Cabral, como assina nos seus livros, soma uma intensa atividade ao nível da dinamização cultural, de que são exemplos a direção do Círculo Cultural Miguel Torga, do Grémio Literário Vila-Realense e da Tellus – Revista de Cultura Transmontana e Duriense. Além de Feliciano, uma edição da Tinta da China nas livrarias desde o primeiro semestre (272 pp, 16,90 euros), lança agora, na mesma editora, um novo volume de poemas, Caderneta de Lembranças (152 pp, 13,90 euros).
FONTE: https://visao.sapo.pt/jornaldeletras/letras/2022-01-13-a-m-pires-cabral-uma-pulsao-criadora/
N
No Jornal de Leiria, Jorge Vaz Dias, escreve sobre o escritor transmontano, em escrito com este titulo: Letras | Caderneta de Lembranças, A.M. Pires Cabral
FONTE: https://www.jornaldeleiria.pt/opiniao/letras-or-caderneta-de-lembrancas-am-pires-cabral
Sem comentários:
Enviar um comentário