Um dos seus personagens, um activista convicto soviético, a dado passo diz: “escorraçámo-los
como a um bando de gansos”.
Mas noutra passagem a barbárie humilha; vai ao limite da dignidade
humana: “… eles … filhos da puta”.
E gritam-lhes: “Bebedores de sangue”! … não podemos sentar-nos à mesa desses parasitas, o filho do Kulak é asqueroso, a sua filha é pior que um piolho. Eles consideram esses camponeses como gado, como porcos. Tudo o que se relaciona com os kulaks é repugnante: primeiro a sua pessoa, depois o facto de não terem alma … Depois, eles fedem … Quando os tivermos exterminado, começará uma era feliz para o campesinato”.
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