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| Reunião do Partido Bolchevique em 1920. Sentados (da esquerda) Enukidze, Kalinin, Bukharin, Tomsky, Lashevich, Kamenev, Preobrazhensky, Serebryakov, Lenin e Rykov |
Agora no poder, os bolcheviques ( e os trotskistas) não foram de modas. Em 1917 prepararam-se para uma prolongada batalha com vista à erradicação dos comportamentos individualistas, “burgueses”, diziam, e hábitos desviantes (religião, alcoolismo, prostituição, etc.) Era um combate que tinha por objectivo a transformação da natureza humana, herdados da sociedade anterior. Só discordavam da altura para a mudança. Levaria décadas, diziam uns. E Lenine ao introduzir a NEP dizia que o processo levaria uma época histórica. Mas os mais radicais não aceitavam nenhum recuo, o sistema comunista de moralidade na vida privada, tinha que ser já! O sistema deveria intervir em todos os momentos da vida diária, nomeadamente no domínio da família e no mundo interior dos indivíduos! Anatoly Cunacharsky escreveria em 1917: “A chamada esfera privada não pode escapar-nos, porque é precisamente aí que se tem de atingir o objectivo último da Revolução”.
A família foi a
primeira a ser combatida pelos vermelhuscos, porque era, para essa gente,
socialmente prejudicial, porque oprimia as mulheres e as crianças; era o
baluarte da religião e outras maluqueiras…
Para esta gente, a família
teria que desaparecer à medida que a Rússia Soviética se fosse tornando um sistema
social abrangente, criando jardins infantis, lavandarias e cantinas nos centros
públicos, nos prédios etc. Assim as mulheres estariam em situação de igualdade
com os homens para entrar no mundo do trabalho! E, desta feita, o casamento,
com a correspondente moral sexual desapareceria, sendo substituído, diziam
esses malucos, por “uniões de amor livre”.
Para estes
bolcheviques a família era o maior obstáculo para o desenvolvimento da criança.
Porque, como escreveria uma teórica da educação soviética, Zlata Lilina, a família
transforma a criança num ser egoísta!
Os pais deixaram de
ser pais para tomar conta das crianças da comunidade, do colectivo!
Para darem um rude
golpe na família, os bolcheviques obrigaram as famílias abastadas a partilhar
as suas casas com os pobres urbanos, construindo ainda apartamentos comunais,
onde viviam várias famílias (ao empurrão) – 13, 5 metros quadrados per
capita. Com cozinha, lavandaria, WC, sala de jantar, colectivas e quartos
próprios para exercer a sexualidade! Todos os casais usavam colectivamente
esses quartos para a vida sexual! Mas que maluqueira!
Nós, o romance utópico de Zanmiatine (1920) denuncia
estas maluqueiras. E Orlando Figes, em "Sussurros" faz um trabalho excepcional de investigação sobre a vida privada do tempo destes vermelhuscos alucinados.
Ora se tudo isto foi
experimentado pelos soviéticos em 1917, agora, no Portugalinho corrupto de 2019
com a igualdade de género (e outras maluqueiras obscuras) querem que se
concretize de facto. A técnica agora utilizada é a de António Gramsci !
Walter Benjamin, que havia sido um marxista convicto, muito antes de morrer se havia afastado desses energumenos, denunciando-os nos seus fragmentos.
Walter Benjamin, que havia sido um marxista convicto, muito antes de morrer se havia afastado desses energumenos, denunciando-os nos seus fragmentos.
Está em curso o suicídio
colectivo e o aumento de estruturas como o Conde Ferreira e o Júlio de Matos.
Nota: o texto que se acabou de escrever é da responsabilidade do proprietário do blogue. O que segue abaixo nada tem a ver com este, foi retirado do facebook, e foi escrito por Patrícia Sousa Uva.
Nota: o texto que se acabou de escrever é da responsabilidade do proprietário do blogue. O que segue abaixo nada tem a ver com este, foi retirado do facebook, e foi escrito por Patrícia Sousa Uva.
os que poderão alegar durante uma ou duas semanas que se sentem com uma “expressão feminina”, para de seguida se enfiarem nos balneários das miúdas a vê-las... ou pior, molesta-las...
E já pensaram nas aulas de educação física, crianças de 6 anos a terem de respeitar os direitos da criança que se “expressa” com um género diferente? As miúdas vão olhar para as pilinhas dos mesmos (sim, porque ainda não mudaram sequer de sexo com operações mutiladoras, só se EXPRESSAM DE GÉNERO DIFERENTE), e não vão perceber porque carga de água são diferentes, se os próprios irmãos lá em casa têm pilinhas e são rapazes!!! Será que ninguém pensa nas dúvidas existenciais que trará este disparate na percepção do mundo das crianças com o mesmo género e sexo?! Isto para mim é do mais discriminatório que possa existir, uma vez que apenas os direitos das crianças “diferentes”, são respeitados, todas as outras, ou seja a maioria, por enquanto, são postos na prateleira. E sim, “por enquanto”, pois isto não é a implementação do respeito ao próximo, mas sim, uma promoção a comportamentos de género, atípicos à própria biologia humana.
Quero ver agora, o que vão achar as mãezinhas e os paizinhos, quando tiverem de aguentar com rapazotes atrevidos a espreitarem as mamocas e os pipis das vossas “princesas”! Sim esses histéricos que tanto gozaram com quem ficou indignado com a coleção da Zippy “Happy”, uma coleção de promoção infantil da cultura do género!
Aguentem-se! Eu cá só tenho filhos rapazes. Mas felizmente estão bem educados e alertados para esta demência do género, que vocês tanto apoiaram! 😉" Patrícia Sousa Uva
E já pensaram nas aulas de educação física, crianças de 6 anos a terem de respeitar os direitos da criança que se “expressa” com um género diferente? As miúdas vão olhar para as pilinhas dos mesmos (sim, porque ainda não mudaram sequer de sexo com operações mutiladoras, só se EXPRESSAM DE GÉNERO DIFERENTE), e não vão perceber porque carga de água são diferentes, se os próprios irmãos lá em casa têm pilinhas e são rapazes!!! Será que ninguém pensa nas dúvidas existenciais que trará este disparate na percepção do mundo das crianças com o mesmo género e sexo?! Isto para mim é do mais discriminatório que possa existir, uma vez que apenas os direitos das crianças “diferentes”, são respeitados, todas as outras, ou seja a maioria, por enquanto, são postos na prateleira. E sim, “por enquanto”, pois isto não é a implementação do respeito ao próximo, mas sim, uma promoção a comportamentos de género, atípicos à própria biologia humana.
Quero ver agora, o que vão achar as mãezinhas e os paizinhos, quando tiverem de aguentar com rapazotes atrevidos a espreitarem as mamocas e os pipis das vossas “princesas”! Sim esses histéricos que tanto gozaram com quem ficou indignado com a coleção da Zippy “Happy”, uma coleção de promoção infantil da cultura do género!
Aguentem-se! Eu cá só tenho filhos rapazes. Mas felizmente estão bem educados e alertados para esta demência do género, que vocês tanto apoiaram! 😉" Patrícia Sousa Uva


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