terça-feira, 18 de julho de 2017

A culpa foi do pintor


Por: Costa Pereira
 Portugal, minha terra

 Como já disse, no dia 14 fui à Biblioteca Nacional de Lisboa a fim de visitar uma exposição artística e documental acerca dos 50 Anos de atividade do pintor António Carmo que ali está patente desde 17 de Maio e se vai prolongar até 1 de Setembro. Tive a sorte de ali me encontrar com o artista e por casualidade com uma conterrânea minha, a Maria da Graça, que sei admiradora do pintor e das cores e tons azuis que inspiram poesia nos poetas.
Deste pintor escreveu Baptista-Bastos: “A arte de António Carmo é uma pesquisa permanente e quase inovadora. Diria, não como definição, mas como processo de trabalho de pesquisa, ser uma arte que resume e sustenta uma particular visão do mundo, nascida de uma especial e pessoal experiencia. E é uma relação muito especial com a cultura porque estabelece uma distinção entre o modo de ver e o processo de realizar. O mundo de Carmo é um mundo de valores comprometido com a experiencia de vida e a maneira de a modificar”.
Foi uma tarde cultural que passei parte com duas figuras ricas de saber e que me enriqueceram a ouvir falar daquilo de que têm conhecimento e arte no transmitir aos ouvintes. No decorrer da visita acompanhada pelo mestre António Carmo, aproveitei para tirar algumas fotos, onde aparece a minha distinta conterrânea ao lado do artista.
Só assim fui capaz de lhe tirar uma foto e obriga-la a mostrar a cara de grande senhora que é e a quem muito devem os poetas e prosadores transmontanos e não apenas.

Creio que não vai tomar a mal, e se dela receber alguma mensagem a condenar-me garanto-lhe que já tenho a resposta para dar: a culpa foi do pintor.

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