terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Os bajouquenses brincam ao carnaval

  
Por Costa Pereira -Portugal, minha terra

Este ano não assisti ao corço da capital do barro leiriense e pelo que soube perdi uma tarde de “domingo gordo” que com muita alegria e animação gozou quem ali no dia 26 se foi divertir.
Já com tradição, o carnaval da Bajouca , uma vez mais se destacou e com a prata da casa fez festa popular e deu da tradição verdadeiro testemunho de engenho e arte que são timbre do verdadeiro povo português. Aqui a Filarmonica de Santo Aleixo, muito bem mascarada. Sob olhar atento de um júri constituído pelo P. Junta de Freguesia, Pároco, Ligia Afonso e David Cabecinhas.
Sou um velho mirone desta tradição bajouquense que ainda há três anos me mereceu este breve comentário: “O Corço da capital do barro leiriense, este ano concentra-se no Largo dos 13; merece a pena ir até lá na tarde do próximo dia 02 de Março, Domingo Gordo. É Carnaval à Bajouca!”.
Como então adiantei: “ O Entrudo é a remota celebração pagã que hoje conhecemos por Carnaval. Festa popular que faz o delírio dos foliões e embriaga os participantes e apreciadores do folclore e da musica alegre e movimentada que faz parte do nosso património cultural. Este casalinho do Casal dos Afonsos está muito arabesco.
Do latim (introitus) que quer dizer "entrada"ou inicio do ano, da primavera ou, mesmo, da Quaresma. O Carnaval é uma “recordação das festas dos "loucos medievais", colocando um ponto final ao tempo de excessos que precedem a Quarta – Feira de cinzas".
Nem a ti Maria Alha, mais o ti Américo, dispensam participar no Corso/2017, pois é só em “domingo gordo” que na Bajouca ha cortejo carnavalesco.
Embora fisicamente não pudesse estar presente, o facto é que o estive em espírito e com ajuda duma pesquisa online arranjei material para ilustrar este post e mostrar como com a prata da casa os bajouquenses brincam ao carnaval. 
Até os escuteiros se mascararam
E a Fernanda Capitão a ser assaltada do adro
Índios bajouquenses que deram cartas e o júri classificou
E no fim foi a ceia carnavalesca, em casa da Fernanda do Zé João.

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