quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Alguma justiça a Nuno Crato no caso PISA


A situação desastrosa a que o país chegou é da inteira responsabilidade do PS, de José Sócrates e daqueles que o acompanharam. Quando um país, aceita alegremente uma solução governativa (sem delongas do Presidente da República) como a actual, em que nenhum dos três partidos ganhou eleições, é porque está falido (ou falhado). E não está falido por acaso. As “leis” patifes do tempo de Sócrates continuam a vigorar e os caciques também. Nas instituições nada mudou, tudo como dantes, os caciques são os mesmos, os procedimentos também. Na Educação, por exemplo, nada mudou do tempo de Lurdes Rodrigues. Com a sua governação estalinista, criou uma política de nepotismo nas escolas, retirando bonificações (adquiridas com mérito) a certos professores, para assim favorecer outros (os amigos do sistema de então). Reduziu o historial profissional a sete anos, para poder criar o cargo de “titular”, que entregou aos amigos. Perseguiu com leis estapafúrdias professores com as mais elevadas qualificações e permitiu o folguedo da “Parque Escolar”. E no meio de toda esta bagunçada prevaricou como titular de cargo politico num processo que é conhecido e que deu origem a ser condenada pela Justiça a três anos e meio de pena suspensa, ilibada, porém, como referiu a imprensa, por uma delegada do PS. Como cereja em cima do bolo foi condecorada por Cavaco Silva por critérios políticos (!).
Se a governação de Passos e Portas nada fizeram para mudar os caciques, pelo menos Nuno Crato (num país em BANCARROTA) tentou dar alguma dignidade ao Ministério de que foi titular. Os resultados do PISA (2015) estão aí para o demonstrar. Os alunos de 15 anos pela primeira vez ficaram acima da média da OCDE. E os resultados dos testes TIMMS colocaram os alunos do 4º ano de escolaridade à frente da Finlândia.
Sobre isto, Costa e Catarina nada dizem, o sr. Jerónimo também não, e o cavalheiro da FRENPROF mantém o bico fechado.

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