domingo, 20 de novembro de 2016

Os Comandos


Esta parvalheira que tem rodeado o caso dos comandos mete asco. Num país decente, o Comandante chefe teria resolvido a questão em três tempos, o Presidente da República também. Num país terceiro mundista como o nosso é o que se vê. Alardeamento televisivo, espalhafate público, a procura do “bode expiatório” (que cumpre com o dever) e por aí adiante.
A morte de alguém é sempre de lamentar. O sofrimento de amigos e familiares também. Até porque a morte de um homem é sempre uma perda para a Humanidade, como dizem os judeus-israelitas.
Mas para os Comandos só vai quem quer. Ninguém é obrigado. O serviço é voluntário. E com isto como condição, todo o voluntário sabe à partida que os Comandos são uma tropa de elite, preparada para “o que der e vier”, prontos a qualquer momento para servir a Pátria e a instituição militar.  Porque é uma tropa (força) operacional, sujeita a um regime e treino especiais. Que vão para lá da condição humana.
É assim nos Comandos, como em todas as forças especiais em todo o mundo. E em todos os tempos. Os Comandos são os Imortais de Xerxes ou os Hoplitas que acompanharam Leónidas até à morte nas Termópilas, para defenderem a liberdade.

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