sábado, 25 de julho de 2015

Os Quatro da vida eirada

  
Costumava o povo apelidar três amigos em folgança; alegres e divertidos, com o epiteto dos “três da vida eirada”. Precisamente para acentuar a alegria festiva dos mesmos. Porque, além de outros significados, “eirada” era uma festa popular que se realizava numa eira.
Neste caso não são os três, mas os “quatro da vida eirada”. Para eles foi uma folgança, para o povo um tormento.

José Sócrates, ex primeiro-ministro, foi o que se viu, depois de levar o país à bancarrota e estar metido em vários sarilhos, foi preso pela Justiça em Évora, através da “Operação Marquês”.

Maria de Lurdes Rodrigues, com a sua governação estalinista, criou uma política de nepotismo nas escolas, retirando bonificações (adquiridas com mérito) a certos professores, para assim favorecer outros (os amigos do sistema de então). Reduziu o historial profissional a sete anos, para poder criar o cargo de “titular”, que entregou aos amigos. Perseguiu com leis estapafúrdias professores com as mais elevadas qualificações e permitiu o folguedo da “Parque Escolar” (que se espera vir a ser investigado como deve ser pela Justiça). E no meio de toda esta bagunçada prevaricou como titular de cargo politico num processo que é conhecido e que deu origem a ser condenada pela Justiça a três anos e meio de pena suspensa (até ver!).
O país precisa de averiguar com profundidade todas as “leis” que esta senhora promulgou, e um governo que, em definitivo, corrija as monstruosidades por ela criadas.
Pena é que os comentadores comentem o que não sabem e sejam pagos para velar os verdadeiros problemas da Educação.

Armando Vara há duas décadas que começou a ter problemas com a Justiça. Nunca se provou nada. Folgou durante décadas, sempre misturado em sarilhos (o da própria licenciatura!). Amigo e companheiro de sempre de José Sócrates, dias depois de acabar a licenciatura, foi colocado num dos lugares mais assomados profissionalmente. Conseguiu de “rapaz de caixa” chegar a banqueiro. Por causa de uns robalos havia sido condenado pela Justiça a cinco anos de pena efectiva. Coberto pela lei preparava-se para andar meia dúzia de anos em recursos, mas foi apanhado no processo “Marquês”. Passou seis dias nos calabouços da polícia Judiciária e agora encontra-se em prisão domiciliária com pulseira electrónica.

António Costa que apareceu como “salvador da pátria”, à pátria nada disse e tratou António José Seguro (que sempre se afastou dos condenados acima) como um pária. Contudo, está limpo. Pelo menos é o que parece. Nenhum caso com a Justiça. Mas foi o braço direito do preso de Évora e companheiro de estrada tanto de Maria de Lurdes Rodrigues como de Armando Vara. Apoiou-lhes, portanto, as politicas que levaram o país à bancarrota e à miséria social.
Basta ter um pingo de vergonha para perceber quem rodeia este candidato. Os que levaram o país ao abismo.


NotaHá quem prefira o termo "da vida airada", mas este refere-se a vadio, estouvado. Nós preferimos o do folguedo. É mais decente.



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