quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Direito por linhas tortas


PEDRO  VAZ  PATO

Nos primeiros anos deste nosso século XXI surgiu uma corrente, no âmbito da cultura anglo-saxónica (e, por seu intermédio, um pouco por todo o mundo), que veio a ser designada como “novo ateísmo”, sobretudo a partir das obras de quatro autores, que na altura tiveram grande difusão: Richard Dawkins (
The God Delusion), Cristopher Hitchens (God Is Not Great – How Religion Poisons Everything), Sam Harris (The End of Faith e Letter to a Christian Nation) e Daniel Denett (Breaking the Spell: Religion as a Natural Phenomenon). A França também teve o seu “apóstolo” do “novo ateísmo”: Michel d`Onfray, autor de Traité d´Athéologie. Inserida nessa corrente, ficou célebre uma campanha publicitária em transportes públicos que afirmava: «Provavelmente Deus não existe, goza a vida!».

FONTE:  https://vozdaverdade.patriarcado-lisboa.pt/site/index.php?id=12194&cont_=ver3.


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