domingo, 26 de fevereiro de 2023

A origem dos problemas dos docentes

 

Porque razão só hoje (2022/23) os professores resolveram protestar sobre as patifarias na educação? Em primeiro lugar o país passou por um período de resgate. Durante quatro anos a Nação teve de pagar 78 mil milhões da roubalheira do tempo de José Sócrates. Em segundo lugar, o dr. Costa tomou o poder em 2015, com a ajuda do Bloco, do PC e de outras seitas esquerdistas. Por essa razão, o professorado que na maioria votou nesta gente, fez de conta que estava tudo bem. E em terceiro lugar, através das leis patifes da dona Lurdes Rodrigues, do sr. Sócrates e de outros acólitos -  houve gente sem grandes qualificações a ultrapassar os mais qualificados. 

Enquanto a coisa lhes correu de feição, estava tudo sobre rodas, mas uma aldrabice não dura sempre.


Em 2015 não houve dia nenhum em que os patetas que tomaram o poder não dissessem que a página tinha virado, que a austeridade tinha terminado, que os malandros do governo de Passos já não congelavam mais as carreiras (Quando, na verdade, as carreiras tinham sido congeladas no governo de Sócrates!).

Estas aldrabices mantiveram-se no tempo (20 anos) e enquanto isso a educação foi-se afundando. Hoje a coisa está complicada para se resolver. Mas resolve-se. O que é preciso é colocar as pessoas certas nos lugares certos, e não os amigalhaços xuxas.

Os problemas na educação são inúmeros, porque a malta que manda no país, como certas seitas, permitiram que em 2005 um aldrabão como Sócrates ganhasse as eleições. E a partir daí, foi o que se viu.

Para resolver o problema da educação, é absolutamente necessário ir à origem. Ao tempo de Sócrates. Rever todas as patifarias que esse tipo fez. Enquanto isso não for feito, nada feito.

Vamos dar apenas um exemplo: Há época, a senhora reitora era ministra da educação. Se lá tivesse sido colocada para desenvolver um trabalho sério de evolução, tudo estaria bem hoje. Mas não. Essa senhora foi lá colocada para desenvolver um projecto de poder, ideológico. Bastava na altura ter algum senso para que tudo tivesse corrido sobre rodas. Como? Não inserir nas “reformas” em curso, os últimos escalões (9º e 10º) da carreira – como qualquer político decente teria feito. Mas o que estava em causa não era a educação, era a ideologia. E por essa razão o que estava em causa era quebrar a coluna vertebral, sobretudo dos docentes que estavam nos últimos escalões. Qual foi o resultado? Muitos desses docentes (dos mais qualificados) estiveram durante 15 e 16 anos sem progredirem na carreira. Simplesmente escabroso!

Este é um caso que levou a isto. Mas há dezenas de casos que precisam ser esmiuçados.

É bom lembrar que a malta que nos governa, é quase toda do tempo de Sócrates e da dona Lurdes...


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