O aparecimento de Pedro Passos Coelho no Pontal, por incrível
que pareça, já provocou nos Komentadores do costume, uma espécie de diarreia.
Em síntese, Passos Coelho (e o seu Governo), em quatro anos, conseguiu pagar um empréstimo adquirido pelo então “governo” do partido socialista ao FMI, no valor de 78 mil milhões! Para isso, e para manter a honra do Estado Português (que na altura era visto pelo Mundo – até pelos países do Terceiro Mundo - como um Estado Caloteiro), teve que seguir uma política de austeridade em que todos os portugueses, sem excepção, tiveram que suportar. Tiveram de suportar o pagamento dos funcionários do Estado - policias, juizes, professores, enfermeiros, médicos e por aí adiante - para os quais já não havia dinheiro em Julho de 2011, quando Passos tomou posse um mês antes - Junho de 2011.
Os esquerdoides do costume, inventaram uma narrativa que hoje, com a devida
distância, se nota mentirosa. Todavia, porque a imprensa tradicional
continua dominada por essa narrativa, ainda surgem energúmenos a reincidir na
aldrabice. Um caso desses é o de uma tipa que vem escrevendo no jornal público
há uns tempos. Essa tipa no número de hoje dedica o artigo a quem tirou o país
da bancarrota em 2011, quando se comprometeu com o FMI a pagar a divida que o
partido socialista tinha feito. Nas primeiras linhas diz:
E diz tudo, porque o resto do escrito é uma mixórdia de
aldrabices. A essa fulana apenas dizemos o seguinte: quem sugou os vencimentos
aos portugueses não foi PPC, foi o partido socialista a partir de 2009, nuns
casos, e a partir de 2006, noutros.
André Freire, um fulano sério e decente, em artigo no mesmo jornal onde esta fulana escreve, a propósito do caso Medina /Figueiredo, di-lo textualmente:
A intuição
diz-nos que, neste momento, os sociais-democratas deviam, já, preparar a candidatura
de Pedro Passos Coelho á presidência da república, a única forma de desconstruir
esta narrativa aldrabona que tem minado o desenvolvimento da Nação.




Sem comentários:
Enviar um comentário