Adriano Correia
de Oliveira
perguntou ao “vento que passa”, noticias do país. Hoje perguntaria, ao mesmo
vento, noticias da Ucrânia, porque “há sempre alguém que resiste”.
Adriano, se hoje fosse vivo, nas palavras da sua esposa Isabel (hoje na TSF), ter-se-ia afastado do Partido Comunista Português


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