sábado, 30 de abril de 2022

Gente do Barroso

                                            A magnifica Serra do Larouco no Barroso


BARROSO  da  FONTE
Uma  Barrosã no Governo de Costa

Numa recente notícia lamentei que o Primeiro Ministro apenas mantivesse no governo uma secretária de Estado, de Bragança. Depois disso soube-se que Sofia Batalha, fora convidada para secretária de Estado do Orçamento, pelo próprio Fernando Medina, que é o novo titular das Finanças.

A cara nova dessa equipa das Finanças era Sofia Batalha «uma técnica com competências nesta área. Antiga adjunta do então Secretário de Estado João Leão, passou para subdiretora-geral do Orçamento e vai, agora, substituir Cláudia Joaquina como Secretária de Estado».

Além destas confirmadas qualidades, Sofia Batalha, «é jovem competente e reunia o perfil desejado para tão importante serviço público. Sabe-se porque consta na listagem de todos os membros do governo que, politicamente, é «independente».

Ora Sofia Batalha nasceu no Baixo Barroso, onde passou os primeiros tempos. Formou-se em economia, já era subdiretora-geral nos Serviços do Estado. Já havia sido adjunta do então secretário de Estado João Leão, indo, agora, substituir Cláudia Joaquina.

Esta explicação teria eu que dá-la para corrigir uma informação inverídica que prestei no Notícias de Barroso e que muito me satisfaz por raramente ver Barrosões em altos cargos, como é o caso.

Não será hoje e aqui que prometo aprofundar os méritos desta grande Senhora que já é na escrita. Investiguei nas redes sociais e fiquei a saber que já publicou sete livros. Ela o diz em «A Minha História: sou viajante entre paisagens interiores e exteriores, recordando antigas práticas estáticas terrestres, em presença radical e escuta activa, ecopsicologia, arte e escrita... «Sou designer» de formação académica e iniciei os estudos em Feng Shui e astrologia chinesa em 2003. Fundadora e editora da revista ventoeagua.com. Criadora de Todos os conteúdos dos cursos online em casasimbolica.com.  Em 2016 lancei os três volumes da Colecção Casa Simbólica...»      

Enriqueci a minha débil cultura. Mas como membro outorgante da Academia de Letras de Trás-os-Montes, vou solicitar à sua Presidente, Assunção Morais para a convidar para a Academia de Letras d Trás-os-Montes.

 

 Pedro Mourinho um repórter corajoso


As Terras de Barroso valem pelo que elas são e também pelos símbolos humanos que vamos tendo, pelos tempos fora. Somos diferentes e não somos fingidos. Pobres e esquecidos, mas únicos pelo que sofremos, em silêncio e sempre cordialmente, como se fossemos felizes.

Ocorre-me fazer, aqui e agora, uma saudação muito sincera ao jornalista Pedro Mourinho que acompanhou, pari e passu, por duas temporadas, a guerra da Ucrâmia-Russia. Quem costuma acompanhar pela televisão, com regularidade, o que acontece, dentro e fora do país, já fixou a forma de ser e de falar, com serenidade, com delicadeza, com eficácia e com o aprumo cívico o papel deste jornalista Barrosão.

Como conterrâneo, li e fixei muitas referências à postura de Pedro Mourinho, sempre o identificando como dos mais coerentes, mais expeditos e mais expressivos nos relatos que produziu ele e Quá, seu operador. Uma equipa discreta, eficaz e humana. Aliás, todos os repórteres desta guerra estúpida, representaram com grande respeito e sangue frio os cenários daqueles campos de batalha. Orgulho-me muito desta classe de operacionais que iam e vinham, representando os diversos canais televisivos e radiofónicos. Prestaram um excelente trabalho. Na hora em que escrevo esta crónica leio na revista   tv7 dias, um leitor do Entroncamento, este desabafo: «um dos jornalistas de que mais tenho gostado é o Pedro Mourinho, que consegue transmitir a informação de uma forma mais sensata, sem puxar a notícia para ele...»

Barroso da Fonte

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