A 24 de Fevereiro o biltre Vladimir Putin
enviou um bando armado até aos dentes para invadir a Ucrânia. Contava
que iria em périplo, com passadeira vermelha, com o objectivo de numa semana
tomar conta do território (à boa maneira soviética), estabelecer um governo fantoche
em Kiev, para a partir daí reconstruir o antigo império soviético, invadindo a
seguir as antigas repúblicas soviéticas que foram anexadas por outro biltre –
Estaline.
Enganou-se. Não contou com a resistência
feroz da alma ucraniana que há um milénio tem cultura própria.
Derrotado
neste objectivo (nem a coluna de tanques de 64 km em direcção a Kiev lhe
valeu), voltou-se agora para o Donbass e o sul da Ucrânia, impedindo que esta
tenha acesso ao mar. Mas, como biltre perfeito, mandou o bando seguir na
direcção de Transnístria, pequena região de separatistas
na Moldávia, com um novo objectivo: entrar na Europa através desta antiga república
soviética, que no dia em que soube que o bando de Putin se dirigia para a
Transnístria, procurou rapidamente preencher o inquérito para se tornar país da
União Europeia.
Putin, não temos dúvida alguma, mais cedo do que
tarde, irá usar armas nucleares tácticas se esta segunda operação lhe correr
mal. E daí ao recurso de armas nucleares de alta destruição, será um passo. Até
porque depois das escolas, hospitais, orfanatos e por aí
adiante, o bando de Putin passou a destruir igrejas!
O mundo livre tem de parar a besta, nem que para isso tenha de a eliminar …


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