Em meados da década de
1960, a Igreja decidiu implementar algumas reformas com vista à modernização.
Uma delas, a minimização de Maria. Esta decisão acabou por dividir, durante as
décadas subsequentes, a Igreja em dois pólos: a direita católica, que reclama a
Virgem nas suas formas tradicionais; e a esquerda católica, intitulada de
progressista, que defende a redução de Maria à sua condição simples de
referência bíblica, rejeitando qualquer glorificação da camponesa de Nazaré
como "Rainha dos céus". AQUI.

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