As
cadeias de televisão estão hoje dominadas pelo Komentariado do costume.
Infelizmente desapareceram delas gente de inteligência fina como Medina
Carreira. E na impressa escrita, gente como Pulido Valente. Por essa razão,
raramente ouvimos televisão e raramente lemos a imprensa escrita. Ontem, porém,
por acaso ouvimos o doutor Louçã na SIC, com aquele ar de fradeco do costume, e
com aquela conversa fiada manipuladora para os imbecis.
Em
resumo, sobre o conflito Israelo-árabe, que já não tem discussão (porque
termina quando Israel quer), apenas repetiu a idiotice do costume. O que disse
o fradeco? Que as posições da Europa e do presidente dos EUA eram ambíguas!
Ambíguo
é o doutor Louçã ao comentar aquilo que não sabe.
Para
quem está dentro destes assuntos, sabe que os estados árabes nunca aceitaram a
criação de um estado judaico nos tempos modernos. E por essa razão, no
século XX, houve quatro guerras fundamentais que os iriam opor a Israel: 1948,
1956, 1967 (esta decisiva) e 1973.
E
sempre que Israel procurou a paz, uma tragédia se abateu. Recordam-se dos
acordos de Camp David? O Primeiro-ministro israelita foi assassinado por um
judeu fanático!
O nosso tempo não é o do doutor Louçã, que tem o tempo todo do mundo para dizer as asneiras que quer e bem entende. Por essa razão, sobre estas quatro guerras ficamos por aqui. Aconselhamos o homem do bloco de Esquerda a ler as reportagens de Martha Gellhorn, no livro “A face da Guerra” (Dom Quixote, 2007, pp. 329-344), sobre a guerra de 1967. E o que a esposa de Hemingway escreveu. Já nesse tempo a propaganda árabe e a propaganda esquerdóide europeia (como hoje) dominaram os meios de comunicação.
É bom lembrar que quem foi atacado foi Israel. E quem é atacado defende-se. Foi o que fez Israel. Defendeu-se daquela organização TERRORISTA da Faixa de Gaza!
Só a Hungria foi decente na sua declaração sobre o conflito:
Quanto
à antiguidade dos judeus em território palestino, não é o que defendem esses
esquerdóides europeus e árabes. Como não há tempo para explanarmos a coisa fundamentados
numa trintena de autores, aconselhamos o cavalheiro trotskista a ler apenas dois
autores: John Barton e Simon Schama.


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