segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

"Laudatur"

 

"... raro é o mês que não me mandam livros, e assim me vi tempos atrás a follhear A castanha saberes e sabores, mais tarde dando-me conta que Jorge Lage, o seu autor, ao longo de uns quantos estudos sobre a castanha, ...faz jus a que eu veja nele, não somente o português de excepção, mas a modos de um holandês honorário, pois só entre os holandeses, tenho encontrado quem como ele não desista ao primeiro contratempo...".

J. Rentes de Carvalho, "Laudatur", Quem me dera cá o tempo - Antologia da Maria Castanha, Braga, 2020, p. 193. 

7 comentários:

  1. Concordo plenamente, com a diferença que não tendo quem me mande livros, compro-os com gosto. Quem me dera já cá a "CASTANHA"...

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    1. Obrigado Senhor General, João Afonso. O livro vai chegar comigo a Lisboa em Janeiro. Peço imensa desculpa aos autores que não pude satisfazer. Esta situação causou-me imenso sofrimento por ter que adiar uma entrega marcada. Felizmente todos os autores amigos de Lisboa foram compreensíveis o que muito agradeço. Agradeço em especial ao nosso escritor, Rentes de Carvalho, por toda a sua generosidade comigo. O mais importante é que eu e a minha mulher estamos vivos e a recuperar lentamente. Um bom ano 2021 para os meus amigos e famílias. Jorge Lage

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  2. O elogio é mais que merecido, justo e oportuno. E, dito por quem o escreveu é mais simbólico do que se fosse proferido pela ministra da cultura que, para desgraça de quem gosta da cultura do que a própria, causa náuseas e cheiro a catinga. João Codesso

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  3. Inteiramente de acordo. E pena tenho eu de, em vez de certa gente que por aqui anda, não termos em Portugal o transmontano Rentes de Carvalho, que muito bem fez ter-se posto na alheta, de regresso à Holanda. Fez como Cristo que aconselhou os apóstolos a, quando fossem mal recebidos, sacudirem a poeira das sandálias e "ala moço que se faz tarde...", mudarem de a
    res. Quem me dera poder fazer isso.

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    1. O vírus chinês fez tomar ao nosso ilustre escritor, Rentes de Carvalho, a opção mais sensata e refugiou-se em Estevais (Mogadouro). Que Deus o guarde porque precisamos dele como Transmontano e Português. Obrigado meu amigo, Doutor António Caseiro Marques. Um abraço de bom ano 2021, Jorge Lage.

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  4. Não sei porquê aparecei com o nome "Guilherme". Sou António Francisco Caseiro Marques. Com muita honra, como dizemos entre nós.

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