quarta-feira, 9 de março de 2016

A dona Catarina


A dona Catarina sempre que abre a boca a propósito de acontecimento marcante para o país, apenas se lhe conhece uma ideia – a defesa da Constituição!
Pior do que isto é que essa senhora só abre a boca para a defesa da Constituição a propósito de tudo. Do Zé do tasco, da varina atrevida, disto e daquilo.
Nunca a ouvimos abrir a boca na defesa de elementares princípios éticos (e morais). Porque a dona Catarina (e as outras donas) e, já agora, as manas também, pertence a uma seita ideológica da qual não nos queremos pronunciar porque a ela também pertence gente decente. Pouca, é certo, mas pertence.
A dona Catarina se estivesse um pouco atenta, não alardearia tanto, mas ela é que sabe. Ela é que manda no Costa e no senhor Jerónimo! Manda artificialmente, porque não manda nada. Quando o cavalheiro Jerónimo e o Comité decidirem, Costa vai comer sorvetes e a dona Catarina acompanha-o.
Contudo, o problema da dona Catarina nem é esse. O problema desta senhora é que ainda não reparou no seguinte: foi com esta Constituição que o PS (de Sócrates e Costa) levou o país à bancarrota; foi ainda com esta Constituição que o país se tornou um dos mais corruptos da Europa, e foi com esta Constituição que esta Administração Pública se elevou ao grau de Administração terceiro-mundista!
Mas a dona Catarina só vê a Constituição e para ela, o fundamental é que o Presidente eleito cumpra esta Constituição. Porque desta forma o país continuará a penar (perto da bancarrota), os do costume pagarão a crise, e os corruptos da Administração Pública continuarão a medrar como cogumelos!
(Tempo Caminhado: Portugal corrupto).

Sem comentários:

Enviar um comentário