sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Os compadres de António Costa

Quem está, quem rodeia e quem é o núcleo duro de Costa? Os do costume, os mesmos que levaram o país ao precipício!
Em finais de Julho ou princípios de Agosto dizia-se: “Esperem por Setembro”. Dois meses antes (mais coisa menos coisa) a direcção de António José Seguro era sujeita a golpe palaciano, como jamais se vira em política, tratando o então secretário geral do Partido Socialista como um pária. Em Setembro surge o episódio da colocação de professores e reaviva-se o caso Tecnoforma. A 24 do mesmo, vaticina-se que o Governo cairia no fim do mês (de Setembro). E sem vergonha alguma, o vaticínio era acompanhado por um rol de acusações ordinárias em relação ao Primeiro-ministro que, no tempo e local certos esclareceu quem quis ser esclarecido.
O vaticínio não passou disso, de uma profecia mal amanhada. E como o prognóstico  saiu errado, certa gente pede agora eleições antecipadas, como aliás vem pedindo (a demissão do governo), desde que as eleições foram ganhas em 2011. Só que agora pedem-nas com argumentos de chimpanzé!
Nada justifica que se não cumpram os prazos institucionais (ou constitucionais). Só nos regimes totalitários (fascistas, nazistas e estalinistas) se não cumprem. A ter que se mudar o calendário eleitoral, manda a razão que se faça no inicio de uma legislatura. Só a estupidez o pede no fim.

Concluindo: Um grupo de compadres preparava-se para entronizar António Costa antes de tempo. Se o conseguirão em Outubro de 2015, só o tempo o dirá. Tivesse o governo corrigido as patifarias de Sócrates e essa dúvida estaria agora desfeita.


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