Mais um buraco que estava por desvendar. E quantos ainda estarão? Não é pois de admirar que as previsões do Ministro das Finanças, Professor Vitor Gaspar, na passada sexta-feira, fossem as que foram. E não foi por acaso que o país foi à bancarrota!Há uns dias atrás escreveu-se neste local o seguinte:

"Quando o Governo de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas tomou
conta do País, após eleições justas e livres (legitimas), em Junho de 2011, a
Nação estava na bancarrota (é bom lembrar, embora os seus responsáveis
procurem, por todos os meios, como se viu recentemente, mudar a História). A
sua divida pública era considerada lixo, não havendo nenhum investidor nela
interessado.
As causas da bancarrota são hoje por demais evidentes, até para
o cidadão comum. Mas a principal foi, sem dúvida, a péssima governação
socialista (socrática). Aos devaneios económico/financeiros, juntaram-se
factores sociais e humanos, como as patifarias desnecessárias (mas execráveis)
sobre cidadãos indefesos, que tornaram esse período o mais nefasto da História
Portuguesa, nestes últimos 100 anos. A seu tempo, com a distância necessária, a
própria História se encarregará de o demonstrar.
Perante isto, com o País como protectorado da União, uma divida
colossal para pagar (com buracos que ainda não são públicos!), um pântano
administrativo (com os lugares de chefia, mesmo os intermédios, ocupados por
gente socrática – e ainda por cima medíocre) e outras questões (umas menores e
outras complexas) por resolver, não restou ao actual governo cumprir com o
memorando assinado (e mal) por quem nos trouxe até aqui. E ao povo português,
coube pagar injustamente a factura que não é sua.
Dois anos passados de declarada a bancarrota, o país consegue ir
aos mercados, a compra da nossa divida pública já não é problema, mas as
condições sociais do povo são muitíssimo preocupantes, com o desemprego em
flecha e a desagregação humana provocada pela pobreza".

Uma das mais obscuras perversidades do consulado de Sócrates foi a da progressão nas carreiras da Função Pública. Principalmente na Educação. Mas em todos os níveis se verificou: na saúde, nas finanças, na justiça e por aí fora.
Querem um exemplo? Aí vai.
Em 2009, o governo de então havia congelado os salários da
Função Pública. Porque cargas de água (como diz o povo) os descongelou em 2010
(por um período de cerca de seis meses) e os voltou a congelar em 2011?
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