| Alexandre Parafita |
Num tempo em que o Pai Natal, barrigudo, vendedor de
ilusões, um bom compincha dos hipermercados e da sociedade de consumo (que de
tão barrigudo já não entra pelas chaminés), tirou o lugar ao Menino Jesus das
aldeias, pobrezinho e miudinho (esse sim, entrava e saía nas chaminés mais
ligeiro que uma lebre a entrar e a sair das tocas), é bom saber que
Trás-os-Montes ainda conserva o seu Menino Jesus:
| Cristina Matos |
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| Tó Teixeira |
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| Tartaruga Editora |
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| Urbano Alves |





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