quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Jardins


José Manuel verissimo
 Lugares de vidas que o Homem olha e cultiva,
De onde sacrifica botões de rosas como provas de amor
E sem qualquer pudor,
Derrama o sangue das roseiras tristes, privadas de cor.
É aquele olhar, sedento de vidas,
O mesmo de quem nos cultiva
E periodicamente nos colhe, Indiferente à dor,
Que é como a das roseiras quando lhes cortam uma flor.

       J.F.

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