Os xiitas do Irão quiseram universalizar a revolução
islâmica de 1979, no Irão, como o quiseram fazer os bolcheviques soviéticos em
1917.
E como em 1917, também em 1979, se propuseram a
ataques terroristas em todo o mundo. Existem relatórios suecos que mencionam a
cooperação entre organizações europeias (pagas pelo Irão), para destruírem
sinagogas e provocarem actos de terrorismo na Europa.
Também é do conhecimento que no próprio movimento que lançou a revolução de 1979 no Irão, existem teólogos islâmicos que não concordam com as posições dos Ayatollah iranianos. O melhor exemplo é o do Ayatollah de Bagdad no Iraque, a principal figura islâmica Xiita no mundo.

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