Aí chegados, depararam-se com um civil que circulava numa bicicleta e
aparentemente comunicava através de um telemóvel. O sargento russo (um miúdo de
21 anos), pressionado por um superior, disparou a sua AK-47 sobre o civil, para
o impedir de denunciar a posição dos militares. O civil, um homem de 62 anos,
morreu com vários tiros na cabeça e Vadim Shisimarin compareceu a 18 de Maio
num tribunal de Kiev.
O caso foi disseminado pelas televisões e pela internet. E, para as pessoas sensatas, não passou de propaganda.
Os soldados russos que lutam na Ucrânia cumprem um dever militar e não
devem ser julgados desta forma (sobretudo individualmente).
Se a Ucrânia teve coragem para enfrentar um invasor bárbaro e
totalitário, numerosas vezes superior, deve também ter a coragem de ser justa
nos julgamentos, sob pena de ir perdendo o apoio moral dos cidadãos livres que
com ela estiveram desde o primeiro dia de combate e resistência!




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