sexta-feira, 1 de abril de 2022

A China Putineira

 

A China de hoje, sobretudo a China que conhecemos desde os tempos do Grande Timoneiro (que provocou a morte de mais de 60 milhões de chineses – e não se conhecem os números dos que morreram nos “campos de reeducação” do deserto de Góbi), não é a mesma China que conhecemos através dos seus imortais como Confúcio, que contribuíram para uma Civilização milenar, alicerçada numa filosofia humana, em muitos casos sem precedentes. A China de hoje não dá lições a ninguém (e muito menos ao mundo livre), porque, em termos humanos não é exemplo para ninguém! Poderíamos abordar a questão do Tibete, mas não interessa para o momento presente. Ou o caso dos Uigures. Idem. O que interessa neste momento é o conflito Ucrânia / Rússia.

Por três vezes que neste conflito foi solicitada pelo mundo livre para mediar o conflito. Por três vezes que o seu representante disse a mesma bacorada: “A EU é a culpada de a Nato ter encurralado a Rússia”. Esta narrativa escabrosa (e assassina) serve apenas os objectivos de Putin. A Nato não encurralou Rússia alguma, a Nato respondeu aos países que tinham acabado de sair de um regime de terror e corrupto – A antiga União Soviética. E a prova é conhecida de todos. No início do conflito Putin enviou caças para sobrevoarem a Finlândia (país que sempre se manteve neutral desde a Segunda Guerra – história que bem conhecemos), ameaçando-a.

Portanto, a China que se deixe de narrativas pantanosas e obscuras e que tome partido – por um bandido chamado Putin ou por um mundo bem diferente.


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