Mário Adão Magalhães
Jornalista
Agora pagamos-lhes para ganhar dinheiro
com o nosso dinheiro! Nem é guardar – é movimentar, circular por caminhos
ínvios com o nosso dinheiro.
Hoje a eficácia dos desideratos dos
movimentos bancários, estão logo informatizados e em linha, menos se justifica
que haja dever de pagamento, mesmo em casos para além da anuidade.
Com muita frequência dirigimo-nos a uma
Caixa Multibanco e não têm os talões de papel que de acordo com os serviços
alargados, precisamos deles para fazer prova e fé para tudo.
Prova de pagamento de compras. Prova de
pagamentos de serviços e impostos ao Estado e a Câmaras. Sobretudo prova de
pagamentos de coimas com a viatura automóvel e até justificar pagamentos de
IUC.
Impune? Temos que pagar realmente essas
comissões ao Banco?! É justo o valor que muitos bancos desejam e tentam
fundamentar a sua justiça?
Há máquinas que disponibilizam talões de
muita má qualidade, têm tinta que não resiste ao normal uso e manuseamento. Se
manuseados na nossa carteira também, rapidamente, perdem a utilidade.
Também há as máquinas Multibanco
decrépitas e obsoletas que disponibilizam os talões pura – não é eufemismo –
pura e simplesmente ilegíveis. Em branco. Outras cujas teclas de marcação são
imperceptíveis, outras já lá não estão, obrigando a digitar códigos ou valores
assim um pouco ao calhas, a fazer cálculos mentais.
Este particular até se dá com mais
regularidade no banco público que é a CGD.
Mário Adão Magalhães
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