terça-feira, 15 de maio de 2018

De 12 para 13 de Maio, em Fátima/018


 Por: Costa Pereira Portugal, minha terra

O 13 Maio deste ano para uma maioria das pessoas afectas à capital do barro leiriense não foi favorável e impediu que mais umas boas dezenas de devotos de Nossa Senhora se deslocassem à Cova da Iria.  À morte da Filipa Soares, que inesperadamente aconteceu, se deve o sucedido. E ao que envolveu o infausto acontecimento ficou a Bajouca privada de partilhar e viver o que foi um 13 de Maio rico de motivações santas e emocionais como de costume, mas agora enriquecidas com certas nuances que não eram habituais ali, caso do tenor italiano Andrea Boceli  e da portuguesa Ana Moura na Basílica da Santíssima Trindade.
De destacar também o recital de acção de graças pelo Centenário das Aparições, às 16h00, do tenor, compositor e produtor que far-se-á acompanhar pela pianista francesa Elisabeth Sombart e pela violinista ucraniana Anastasyia Petryshak, sob a já habitual direcção musical de Carlo Bernini. Presidiu o cardeal John Tong, bispo emérito de Hong Kong. O papa Francisco associou-se com uma mensagem dirigida a todos os peregrinos, assim como o reitor do Santuário, o bajouquense, padre Carlos Cabecinhas leu a mensagem que o cardeal John Tong dirigiu a todos os peregrinos  no sentido de "Com o nosso modo de viver e o nosso exemplo devemos fazer com que Cristo seja visível hoje na nossa sociedade”.
Também o Sr. Presidente da Republica assistiu às cerimónias, acompanhado por Kolinda Grabar-Kitarovic, presidente da Croácia. Encerrou este 13 de Maio com um insigne transmontano e bispo de Leiria/Fátima,  D. António Marto, a finalizar: “agradeço, a presença dos peregrinos pelo "testemunho da fé", assim como ao presidente da peregrinação, o cardeal John Tong, bispo emérito de Hong Kong. "Esta nossa peregrinação tem uma característica especial, vivemo-la hoje de um modo particular unidos na fé aos nossos irmãos e irmãs chineses, a todos os católicos chineses, de Hong Kong, da China continental, de Macau, de Taiwan e outros dispersos pelo mundo", assinalou António Marto, para acrescentar que "todos esses irmãos católicos chineses estão hoje aqui representados" no cardeal”.


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