László Magyar (1814-64) foi um
explorador húngaro, que viveu 17 anos em Angola e que deu importantes
contribuições para o estudo da geografia e da etnografia da África Equatorial.
Era oficial de marinha e serviu nas forças navais da Áustria e da Argentina. Em
1846, realizou a sua primeira expedição para África, uma viagem até o rio
Congo. Posteriormente, Magyar casou-se com a filha do rei de Bihé e usou seus
laços de família para ter acesso às regiões do interior do
continente. Acompanhado pela guarda real, entre 1849 e 1857, fez seis viagens
para as fontes dos rios Congo e Zambeze, regiões que, na época, eram ainda
de difícil acesso para os europeus. Escreveu três volumes com notas e
observações etnográficas e geográficas, com enfoque no povo Kimbundu, a
atual Angola. Um volume foi publicado na Hungria, mas os manuscritos dos outros
dois volumes, juntamente com os periódicos de Magyar, foram dados como
perdidos, provavelmente destruídos no incêndio de um depósito após a sua morte.
Aqui aparece a tradução em alemão de um dos volumes de Magyar que ficou para a
posteridade. Foi publicado em Leipzig, dois anos após o aparecimento da edição
em húngaro, e permitiu que estudiosos não húngaros tivessem
acesso à obra pioneira de Magyar.sábado, 3 de fevereiro de 2018
Viagens em África nos Anos de 1849 a 1857
László Magyar (1814-64) foi um
explorador húngaro, que viveu 17 anos em Angola e que deu importantes
contribuições para o estudo da geografia e da etnografia da África Equatorial.
Era oficial de marinha e serviu nas forças navais da Áustria e da Argentina. Em
1846, realizou a sua primeira expedição para África, uma viagem até o rio
Congo. Posteriormente, Magyar casou-se com a filha do rei de Bihé e usou seus
laços de família para ter acesso às regiões do interior do
continente. Acompanhado pela guarda real, entre 1849 e 1857, fez seis viagens
para as fontes dos rios Congo e Zambeze, regiões que, na época, eram ainda
de difícil acesso para os europeus. Escreveu três volumes com notas e
observações etnográficas e geográficas, com enfoque no povo Kimbundu, a
atual Angola. Um volume foi publicado na Hungria, mas os manuscritos dos outros
dois volumes, juntamente com os periódicos de Magyar, foram dados como
perdidos, provavelmente destruídos no incêndio de um depósito após a sua morte.
Aqui aparece a tradução em alemão de um dos volumes de Magyar que ficou para a
posteridade. Foi publicado em Leipzig, dois anos após o aparecimento da edição
em húngaro, e permitiu que estudiosos não húngaros tivessem
acesso à obra pioneira de Magyar.
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