quinta-feira, 27 de abril de 2017

Por terras de Leiria e Ourém

Por: Costa Pereira Portugal, minha terra
Mais um dia em cheio. Desta vez com almoço no antigo telheiro do José Afonso e da Beatriz Rata, meus cunhados de saudosa memória. Aconteceu graças a um convite que para esse efeito recebi da Maria dos Prazeres e do José Carlos Carreira, meus diletos sobrinhos que na cidade de Leiria são conceituados industriais no comercio livreiro e no da restauração. Com o mano Raul a recuperar de uma enfermidade fora da Bajouca, mas que o Carlitos foi autorizado a trazê-lo neste domingo a casa para almoçar em família, quem pôde juntou-se no telheiro para matar saudades e passar uns bons momentos a ouvir as peripécias do Raul sempre alegre e bem humorado. Desta vez um especial bem haja à Prazeres e ao José Carreira. Numa primeira ocasião hei-de retribuir com uma visita ao restaurante COURTESY MARGIN, Livraria Boa Leitura, mas nas roupas Lingerie Interioridades, não prometo.

 Para depois do almoço, com café nas Piscinas – Largo dos 13, já a Sãozita e Virgílio Alberto tinham plano feito que foi só respeitar e cumprir.
 Pelo andamento facilmente se adivinhava o destino, e não demorou a ser confirmado quando já junto do Altar do Mundo o carro apontou para a Casa do Clero Diocesano Leiria/Fátima. Era uma visita ao Sr. Padre Abel e a D. Rosa. É sempre com emocional alegria nossa e deles também arranjar oportunidades destas para conversar e recordar vivencias de velha e fraterna amizade
 Como de costume foi mais uma visita carimbada com “selo mistério”, que desta vez não contemplou o Pedrogão, nem a Pia de Urso, mas Vila Nova de Ourém, onde na Pastelaria Veneza se abancou e lanchou à maneira.
 Para além do lanche beneficiei de um rico passeio que me levou a rever uma terra que já não visitava há bastantes anos, e que entretanto se tornou cidade perdendo “Vila Nova” para ser apenas cidade de Ourém. E cá temos o grupo reunido com a Sãozita, D. Rosa, Padre Abel, o carequinha, a Madalena do Arménio e a Saudade Rata. Falta o fotografo, que se vê noutra.
 Terra muito antiga teve carta de foral em 1180, dada pela infanta D. Teresa de Portugal, Condessa da Flandres, filha do rei D. Afonso Henriques e da rainha Mafalda de Saboia.
 No regresso voltou a passar-se por Fátima para deixar os convidados. Depois vai de seguir em direcção aos Pousos-Leiria. Ali voltei a ser fotografo para apanhar, o Sr. Albano, o Virgilio, a Saudade, a D. Lúcia, a Sãozita e a Madalena.
 Em tempo pascal  não podia deixar de visitar e cumprimentar  a D. Lúcia e seu marido, Sr. Albano Rodrigues, simpático casal nosso amigo. Foi mais uma das surpresas deste domingo, 23 de Abril, e inicio da semana em que vou regressar à poluente capital deste país sem rei nem roca.

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