sábado, 22 de abril de 2017

E não passamos disto …


Parece que o dr. Júdice anda para aí a fazer o que sempre fez - comentário com o discurso dos do costume. Para este cavalheiro os políticos mais dotados das suas gerações são Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa. Para os parvos, o homem debita coisa. Porque os parvos, como é óbvio, já se não lembram que disse o mesmo de José Sócrates.
É claro que nessa afirmação do douto cavalheiro está o sub-reptício “achincalhamento” a Passos Coelho, como se nota de seguida. Para essa cabecinha pensadora, Passos Coelho não é tão dotado nas "subtilezas" e está morto politicamente. Só que ele não sabe, continua, porque ainda ninguém lho disse.
E alguém disse a este cavalheiro que o seu comentário é prosa inútil? Alguém disse a este cavalheiro que foram as "subtilizas" que levaram o país à bancarrota? Alguém disse a este cavalheiro que foi o “morto” (como ele diz) que livrou o país de uma situação idêntica à Grécia? Alguém disse a esse cavalheiro que foi o “morto” que permitiu que gente como ele pudesse continuar a desenvolver comentário inútil?
Porque é que esse cavalheiro se não preocupa em comentar coisa que interesse ao país? Como por exemplo o passo a que estamos, de novo, da BANCARROTA? Ou a questão da corrupção? Ou mesmo a reforma do sistema politico, premiando os vencedores?
Isso não interessa, porque essas questões levariam a reformas no ensino (escabroso), na justiça, e por aí adiante. Levaria a transformações que melhorariam as condições de vida da maioria, proporcionando a tal igualdade de oportunidades. Mas o que interessa isso ao sr. Júdice? Nada. Não mexendo nisso, continuam os do costume (uma minoria) a ser favorecidos. Um sistema assim, não é, com certeza, uma democracia. É qualquer coisa, mas não é uma democracia.
Não passamos disto ...

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