segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Á volta do acontecimento

Por: Costa Pereira - Portugal, minha terra

          O Padre Davide Vieira Gonçalves é o novo pároco de Santo Aleixo da Bajouca, cuja posse se deu no passado dia 25 de Setembro, domingo, e pôs em rebuliço aquela conhecida comunidade leiriense que prima por bem receber todo aquele que de passagem, em missão ou por outro qualquer motivo, aconteça ser da terra utente.
          O Padre Davide, se não sabia, deve ter-se apercebido disso quando no domingo se viu rodeado de tantos dos paroquianos e amigos que deixou nos Pousos entregues a outro seu colega, para vir agora dar-se de corpo e alma à comunidade bajouquense, que calorosamente o recebeu em festa, às 11h15, abrilhantada pela Orquestra Filarmónica de Stº Aleixo. Seguida, às 11h30,  da Missa de posse, presidida pelo padre Jorge Duarte, Vigário-Geral da Diocese, em que além do empossado, participou também o Padre José Baptista e dois sacerdotes bajouquenses, o padre Melquiades e o padre Soares. No fim da Eucaristia, foi servido um almoço a toda a comunidade, no Olival da paróquia, que muito participado e animado se prestou para o Padre Davide iniciar o seu relacionamento com alguns dos seus novos paroquianos. O Olival foi pequeno para receber tanta gente.
         E aqui o temos em amena cavaqueira, rodeado por gente generosa e sempre disponível para servir a comunidade. Depois do Padre Gois, foram párocos da Bajouca, o padre Elias da Costa, o padre Manuel Lopes, o padre Virgílio Crespo, o Padre Abel Santos. No curto intervalo entre Padre Abel e o pároco agora empossado, a paróquia esteve a cargo do  Padre José Baptista. O Padre Davide, nasceu a 30/03/1962 e foi ordenado sacerdote a 26/06/1988. Como amigo e filho adoptivo que sou desta paróquia, associo-me à satisfação dos bajouquenses que em festa receberam o novo pastor, e oxalá  consiga seguir as peugadas do seu antecessor Sr Padre Abel, na certeza que terá toda a Bajouca na mão.


          Não é habitual, mas neste evento faltaram as objectivas que costumam retratar os factos relevantes ocorridos na capital do barro leiriense; se não fora a bajouquense D. Lurdes Mota, nem estas ultimas duas fotos tinha, agora, para ilustrar este arrazoado que se me ofereceu alinhavar à volta do acontecimento.

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