terça-feira, 7 de junho de 2016

As princesas da Holanda frequentam a escola regular

Princesa Catherina-Amalia

A propósito da polémica levantada por quem comanda as tropas da actual governança pátria, sobre a questão dos contratos de associação, com uns míseros 2% de colégios privados [um problema que representa no ensino português, uma gota de cera de uma pequena vela num bolo de anos com um raio de metro], há uns dias a esta parte, tem aparecido a referência ao pequeno príncipe da Dinamarca, porque frequenta a escola do Estado (a escola pública como essa gente diz). Como se fosse um facto transcendental!
Não é um facto transcendental, é um facto vulgar nos países civilizados. Porque a escola do Estado é, aí, uma escola de qualidade, onde a corrupção é como um grão de areia numa praia!
No Canadá, por exemplo, os filhos do primeiro-ministro frequentam a escola do Estado. Em Portugal, os filhos do anterior Primeiro ministro (dr. Passos Coelho) frequentavam a escola do Estado.
Querem exemplos de casas reais ou da aristocracia, a frequentar a escola do Estado? Não chegaria esta página.
Hoje ficamo-nos pelas pequenas e lindas princesas da Holanda: Catherina-Amalia, Alexia e Ariane.
Filhas do Rei Willem-Alexander, e sua esposa, a rainha Máxima, vivem com os seus pais na residência De Eikenhorst. Qualquer vigarista em Portugal tem uma residência mais sumptuosa!
Como é que são criadas estas três crianças?
Frequentam a escola regular como qualquer criança comum holandesa. Em casa falam especialmente o holandês, aprendendo ainda o espanhol. Depois da escola dedicam-se, como qualquer criança holandesa, a actividades físicas das suas preferências. Amália adora hóquei, judo, balet, equitação e violino; Alexia prefere passeios a cavalo e balet. Também toca piano e joga ténis; Ariane toca piano, adora balet, natação e judo.
Qualquer criança holandesa pode fazer isto.       Armando Palavras

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