terça-feira, 24 de maio de 2016

Seja bem aparecida!


Até que enfim. Estávamos a ver que nunca mais aparecia. Desaparecida desde aqueles bafozitos de Bruxelas, a dona Catarina apareceu hoje nas televisões (na SIC, que gostam muito dela). Com uma vozinha rouquinha. É do tempo. Mas é uma chatice pois estamos nas festas populares e perto do São João do Porto, onde se bebem umas "bejecas", se comem uns tremoços, umas sardinhas e por aí adiante. Mas gostamos de a ver. É que a televisão sem ela já não tem piada. Apareceu a defender os trabalhadores (como o camarada Jerónimo e as manas). Como sempre. As 35 horas e os estivadores do Porto de Lisboa. É assim mesmo, defender a força braçal, porque os outros são mais para o intelectual. Quer dizer, não são tão trabalhadores.
Estamos agora à espera de a ver falar do caso do desastre da Caixa Geral de Depósitos (assim como aos camaradas Jerónimo e Costa), dos crimes e dos criminosos; da corrupção nas escolas (publicas), da corrupção, de uma forma geral, no Estado; do descongelamento das carreiras (que o camarada Costa entendeu recongelar, como primeira medida da governança), das patifarias feitas aos mais qualificados, da reversão dos vencimentos a todos (e não apenas aos funcionários de vencimentos elevados como ela), de uma reversão a sério aos pensionistas (é que 50 cêntimos deve ser apenas o começo), e por aí fora.

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