sexta-feira, 13 de maio de 2016

Os contratos de associação – o país afunda-se

 
Os contratos de associação realizados com alguns colégios particulares, deveriam fazer reflectir os portugueses sobre a forma como este quarteto tem conduzido a governança do país. A forma como chegou ao poder é do conhecimento de todos e o desastre a que nos conduzirá irá ser dentro de meses. Os números do INE (adiantados hoje) sobre a estagnação da economia assim o dizem. Mas este escrito destina-se a outro tipo de reflexão - sobre princípios. Que é coisa que se não vislumbra em Costa, nas amazonas bloquistas, na dona Apolónia e no cavalheiro Jerónimo. Pelo menos, por enquanto.
O Governo que tirou o país da bancarrota (local para onde o PS de Sócrates, Costa e acólitos o conduziram em 2011), prevendo que a rede escolar não seria satisfeita pelo (denominado) ensino público, contratou com alguns colégios privados o suprimento dessas deficiências “públicas”. Ao que parece contratou (com transparência) por três anos.
Passado um ano, o quarteto que agora está na governança, fez o escarcéu a que todos assistimos. Os contratos têm de ser desfeitos, dizem. Para esta gente é assim. Eles é que sabem. Os outros são todos estúpidos. As amazonas bloquistas, de palco em palco, lá representam as peças do costume. A dona Apolónia vai dizendo algumas coisas, a dona Edite (a Estrela), aparece em alguns sítios (sites), o cavalheiro Jerónimo, o mais sensato, vai acenando com a cabeça, e Costa, qual guerrilheiro dos anos 60, de “armas e bagagem” (pelo resultado pífio de quatro de Outubro de 2015) vai atrás das amazonas como cordeirinho no redil. Com a corrupção nas escolas “públicas” não se preocupam eles, com o foguetório sim.
A decência em nada se espanta. Porque os conhece bem. O que Costa (comunista, porque o partido socialista democrático já não existe) pretende, é aquilo que fez juntamente com o chefe Sócrates entre 2005/2011. Prejudicaram carradas de cidadãos (e o país), mudando as regras quando o “jogo” estava nos minutos finais.
Sensato seria esperar pelo estudo do CNE sobre o assunto, como advertiu Passos Coelho (o ganhador – e vencedor -  das eleições de quatro de Outubro de 2015), mas o estalinista Costa e as amazonas (trotskistas) querem teatro. Entretanto o país afunda-se.  Armando Palavras

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