domingo, 17 de abril de 2016

Os pulhas


Quando a pulhice ultrapassa números razoáveis, o futuro de uma Nação é o declínio. E Portugal há muito que entrou em declínio – desde 2005.
Só os pulhas que se serviram da situação, prejudicando o país (e os vizinhos, seus concidadãos) se não retratam. Manipulam a informação (sonegando-a e fornecendo-a a pulhas “amigos”), usam a manha para aldrabar, e a má fé para o continuado prejuízo do seu vizinho. A táctica dos caciques, que continuam a crescer como cogumelos nesta governação das esquerdas (P.S, PCP e a seita bloquista).
Por muito que se esforcem, os dados e os factos é que ficarão para a História. Senão, vejamos:

Até 1980 a despesa do Estado era igual à receita. As contas estavam equilibradas. A partir de 1980 até 1990 a despesa subiu cerca de 7%. Um desequilíbrio controlável, que não fazia mossa! De 1990 a 2005, a despesa subiu 9%. Ainda dentro dos limites razoáveis. O descalabro do país vem a partir de 2005, em que a despesa subiu 20%! Fora dos limites razoáveis e que atirou o país para a situação em que está. Em 2005 o Estado gastava 73 mil milhões, em 2010 gastava 93 mil milhões! Isto atirou o país para a bancarrota de 2011. O governo da “direita” (como gostam as seitas das esquerdas dizer) tirou o país da bancarrota, cumpriu com os compromissos internacionais que haviam sido assinados pelo PS (que tinha levado o país à bancarrota); esse governo foi sujeito a “golpe” (inventem o que quiserem os “eruditos” constitucionalistas), o FMI já fez avisos à governação golpista. Espera-se maturidade do povo português - que se não deixe manipular pelos pulhas, pelos corruptos. A esses interessa o país anárquico, em bancarrota, para continuarem a usufruir (através da vigarice, da corrupção) de privilégios que, por direito, seriam direitos daqueles que trabalham, se esforçam e respeitam valores e princípios éticos.  Armando Palavras

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