quinta-feira, 21 de abril de 2016

Operários metalúrgicos do Partido Comunista Português dão aulas de Gramática Portuguesa às doutorandas do Bloco de Esquerda


No preâmbulo do projeto de resolução, para a mudança de nome do Cartão de Cidadão, os bloquistas consideraram que a designação do cartão "não deve ficar restrita à formulação masculina, que não é neutra, e deve, pelo contrário, beneficiar de uma formulação que responda também ao seu papel de identificação afetiva e simbólica, no mais profundo respeito pela igualdade de direitos entre homens e mulheres".
Ora hoje, fomos surpreendidos acerca desta questão, no jornal de Noticias, pela posição avançada pelo Partido Comunista Português (vulgo PCP), ao anunciar que é contra a mudança de nome do Cartão de Cidadão para Cartão de Cidadania, como propôs o seu parceiro de governação, o Bloco de Esquerda.
O parlamentar comunista Jorge Machado (Licenciado em Direito) indicou, e bem, um conjunto de problemas práticos deste cartão que deviam ser rapidamente resolvidos. Como, por exemplo, à semelhança do Bilhete de Identidade (BI), tornar-se vitalício para os cidadãos com mais de 70 anos.
Quanto à questão levantada pelo Bloco de Esquerda disse simplesmente o que é razoável para a decência: "É uma matéria claramente não prioritária". Rematando com o óbvio, para quem ainda entende um pouco da língua: "não é uma questão de género, mas de gramática" (o sublinhado é nosso). Armando Palavras

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