Importa que chegamos vivos ao fim deste
ano velho, e que temos à porta o Dia de Ano Novo, 1 de Janeiro; tal como Júlio
César o determinou; e o Papa Gregório
XIII, a 04 de Outubro de 1582 ratificou, acertando as diferenças horárias que
se foram acumulando ao longo dos séculos. Portanto que o novo ano chegue, mas
despido da roupa velha que nos envergonha e dá de Portugal uma má imagem. Que
chegue como pede o Papa Francisco na sua mensagem de novo ano, e que inicia
assim: “ Deus não é indiferente; importa-Lhe a humanidade! Deus não a abandona!
Com esta minha profunda convicção, quero, no início do novo ano, formular votos
de paz e bênçãos abundantes, sob o signo da esperança, para o futuro de cada
homem e mulher, de cada família, povo e nação do mundo, e também dos chefes de
Estado e de governo e dos responsáveis das religiões. Com efeito, não perdemos
a esperança de que o ano de 2016 nos veja a todos firme e confiadamente
empenhados, nos diferentes níveis, a realizar a justiça e a trabalhar pela paz.
Na verdade, esta é dom de Deus e trabalho dos homens; a paz é dom de Deus, mas
confiado a todos os homens e a todas as mulheres, que são chamados a
realizá-lo”. Quem fora deste caminho andar, por muitas voltas que dê, não se
salva das más consequências. Só que o Zé povo é que paga.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Por muitas voltas que dê
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