sábado, 15 de agosto de 2026

Os saudosistas dos "amanhãs que se levantam"




 



Desde que o cargo de director foi assumido por Bárbara Reis, militante do BE, O jornal Público que, até aí, tinha sido um jornal de referência, passou a um vulgar pasquim que apenas se tem aguentado porque os dinheiros privados da SONAE ainda o apoiam. Está destinado a desaparecer.


Durante anos na propaganda ideológica, sem fazer jornalismo a sério, dá nisto.


O regime facínora liderado por Fidel Castro foi responsável pela execução e assassinato de milhares de cidadãos cubanos, especialmente nos anos que se seguiram à Revolução Cubana de 1959.

Embora o governo cubano nunca tenha divulgado estatísticas oficiais transparentes, organizações independentes de direitos humanos e investigadores documentaram extensamente estas mortes.

Principais dados e estimativas

A organização Cuba Archive (Arquivo de Cuba), sediada nos Estados Unidos e amplamente reconhecida pela documentação minuciosa destas vítimas, detalha o custo humano do regime castrista:

Fuzilamentos: Cerca de 5.600 cubanos foram executados por esquadrões de fuzilamento após julgamentos sumários (sem as devidas garantias legais). Os períodos mais intensos ocorreram logo em 1959, na Fortaleza de La Cabaña (sob o comando direto de Che Guevara), visando oficiais do regime anterior de Fulgencio Batista e opositores políticos.

Assassinatos extrajudiciais: Aproximadamente 1.200 execuções ocorreram fora de qualquer processo judicial.

Total de mortes documentadas: A base de dados do Cuba Archive já validou e catalogou nominalmente mais de 10.000 mortes e desaparecimentos diretamente atribuídos às ações repressivas do regime comunista.

Outras causas de morte associadas ao regime

Além das execuções diretas por motivos políticos, os investigadores e organizações como a Human Rights Watch e a Amnistia Internacional apontam outras circunstâncias fatais causadas pelas políticas de Castro:

Tentativas de fuga pelo mar: Estima-se que dezenas de milhares de cubanos (conhecidos como balseros) tenham morrido afogados ou devido a ataques de guardas costeiros ao tentarem fugir da ilha em embarcações precárias.

Condições prisionais: Centenas de reclusos políticos morreram devido a tortura, falta de assistência médica e trabalhos forçados em campos de reeducação.

O método do regime de Fidel Castro caracterizou-se pelo uso de execuções sumárias iniciais para gerar uma cultura de medo generalizada, erradicando qualquer oposição interna viável e consolidando o controlo absoluto do Partido Comunista sobre a ilha durante quase meio século.

Dados adquiridos via IA que, mesmo sustentáveis, não retratam a verdadeira realidade dos livros sérios.

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