quarta-feira, 29 de abril de 2026

Amílcar Falcão e o Humanismo de Fachada

Emanuel Almeida

@VemDeMansinho X

A academia está podre, infiltrada e dominada por comunistas, islamistas, abusadores e anti-semitas.

Texto de Né Ladeiras sobre o sinistro reitor anti-semita da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão.

@camalees

————————————-

Amílcar Falcão E O Humanismo de Fachada

A gestão de Amílcar Falcão à frente da Universidade de Coimbra ficará marcada por uma contradição insuportável. De um lado, temos o Reitor que cultiva uma imagem de vanguarda ética, proibindo carne de vaca nas cantinas pelo bem do planeta. Do outro, temos o administrador que, perante um relatório de centenas de provas de ódio antissemita e ameaças de morte a um aluno, escolheu o silêncio, a negação e a ameaça jurídica.

É difícil reconciliar o discurso de Tolerância Zero da UC com o tratamento dado a Bar Harel. Quando o estudante de doutoramento denunciou pichagens que clamavam por um "segundo Holocausto", a máquina institucional de Amílcar Falcão não activou protocolos de protecção. Em vez disso, assistimos ao que Bar Harel descreveu no The Washington Times como um "encobrimento sistemático".

A rapidez com que a Reitoria adopta causas mediáticas e politicamente correctas contrasta violentamente com a passividade perante a perseguição de um aluno israelita. O cenário tornou-se tão extremo que as embaixadas de Israel, Estados Unidos, Alemanha e França tiveram de intervir directamente, aconselhando o estudante a abandonar a cidade de Coimbra e o país pela sua própria segurança.

Em Coimbra, sob a guarda de Falcão, a pegada de carbono de um bife parece ser mais urgente do que a integridade física de um estudante perseguido.

O ponto mais baixo desta gestão foi a resposta do Provedor do Estudante, uma figura que opera sob a égide da Reitoria. Sugerir apoio médico a quem apresenta provas fotográficas de discurso de eliminação humana como as frases "Hitler estava certo" ou "Zionistas deveriam andar com um certificado para provar que são humanos" não é apenas uma falha de gestão, é puro gaslighting institucional. É a tentativa de transformar a vítima no problema para evitar enfrentar os agressores.

Enquanto Amílcar Falcão vende a UC como um farol do conhecimento e Património da UNESCO, a realidade documental mostra uma administração que ameaçou o aluno com processos de difamação por este ter exposto a verdade. Hoje, o caso não é apenas uma queixa local, é um processo que envolve o Parlamento Europeu e o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, com o material do ódio recolhido na UC a caminho de ser exposto no museu Yad Vashem.

Uma liderança não se mede por medidas de marketing ambiental, mas pela coragem moral em proteger os seus elementos mais vulneráveis. Ao permitir que Bar Harel fosse empurrado para fora de Portugal sob ameaça, enquanto a Reitoria se refugia em burocracia e falsidades, Amílcar Falcão manchou a história da Universidade de Coimbra.

O mundo já não está a olhar para as pedras históricas da UC, está a olhar para a cobardia institucional de quem a dirige. O humanismo não se proclama em comunicados, pratica-se protegendo quem é perseguido. Em Coimbra, o humanismo morreu por conivência.


https://www.washingtontimes.com/news/2026/apr/19/university-coimbra-covered-antisemitism/


Sem comentários:

Enviar um comentário

Prescrições ...

 

Os mais lidos