@VemDeMansinho X
A academia está podre, infiltrada e dominada por comunistas, islamistas, abusadores e anti-semitas.
Texto de Né Ladeiras sobre o sinistro reitor
anti-semita da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão.
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Amílcar Falcão E O Humanismo de Fachada
A gestão de Amílcar Falcão à frente da
Universidade de Coimbra ficará marcada por uma contradição insuportável. De um
lado, temos o Reitor que cultiva uma imagem de vanguarda ética, proibindo carne
de vaca nas cantinas pelo bem do planeta. Do outro, temos o administrador que,
perante um relatório de centenas de provas de ódio antissemita e ameaças de
morte a um aluno, escolheu o silêncio, a negação e a ameaça jurídica.
É difícil reconciliar o discurso de
Tolerância Zero da UC com o tratamento dado a Bar Harel. Quando o estudante de
doutoramento denunciou pichagens que clamavam por um "segundo
Holocausto", a máquina institucional de Amílcar Falcão não activou
protocolos de protecção. Em vez disso, assistimos ao que Bar Harel descreveu no
The Washington Times como um "encobrimento sistemático".
A rapidez com que a Reitoria adopta causas
mediáticas e politicamente correctas contrasta violentamente com a passividade
perante a perseguição de um aluno israelita. O cenário tornou-se tão extremo
que as embaixadas de Israel, Estados Unidos, Alemanha e França tiveram de
intervir directamente, aconselhando o estudante a abandonar a cidade de Coimbra
e o país pela sua própria segurança.
Em Coimbra, sob a guarda de Falcão, a pegada
de carbono de um bife parece ser mais urgente do que a integridade física de um
estudante perseguido.
O ponto mais baixo desta gestão foi a
resposta do Provedor do Estudante, uma figura que opera sob a égide da
Reitoria. Sugerir apoio médico a quem apresenta provas fotográficas de discurso
de eliminação humana como as frases "Hitler estava certo" ou
"Zionistas deveriam andar com um certificado para provar que são
humanos" não é apenas uma falha de gestão, é puro gaslighting
institucional. É a tentativa de transformar a vítima no problema para evitar
enfrentar os agressores.
Enquanto Amílcar Falcão vende a UC como um
farol do conhecimento e Património da UNESCO, a realidade documental mostra uma
administração que ameaçou o aluno com processos de difamação por este ter
exposto a verdade. Hoje, o caso não é apenas uma queixa local, é um processo
que envolve o Parlamento Europeu e o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, com
o material do ódio recolhido na UC a caminho de ser exposto no museu Yad
Vashem.
Uma liderança não se mede por medidas de marketing
ambiental, mas pela coragem moral em proteger os seus elementos mais
vulneráveis. Ao permitir que Bar Harel fosse empurrado para fora de Portugal
sob ameaça, enquanto a Reitoria se refugia em burocracia e falsidades, Amílcar
Falcão manchou a história da Universidade de Coimbra.
O mundo já não está a olhar para as pedras históricas da UC, está a olhar para a cobardia institucional de quem a dirige. O humanismo não se proclama em comunicados, pratica-se protegendo quem é perseguido. Em Coimbra, o humanismo morreu por conivência.
https://www.washingtontimes.com/news/2026/apr/19/university-coimbra-covered-antisemitism/

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