O relatório
encomendado pela ONU, sobre a situação em Gaza, não passa de uma manipulação
sobre os factos. Basta ler o ponto 2 da introdução e o 251 da conclusão para a
perceber. As referências feitas a 7 de Outubro de 2023 são generalistas. Em
local algum refere essa data como a origem do presente conflito. E o HAMAS
nunca é referido. Quanto ao resto é uma condenação aos actos de Israel, sem
referir os do HAMAS: O roubo da comida, as bases militares nas escolas, nos
hospitais, etc.
O relatório em causa foi publicado na terça-feira por uma comissão, encabeçada por Navi Pillay, antigo presidente do Tribunal Penal Internacional estabelecido na sequência do genocídio de Ruanda. A relatora principal foi a italiana Francesca Albanese.
PortugalPortugal vai juntar-se
a um grupo de países para reconhecer o estado da Palestina.
1 – as forças
politicas que representam este governo, nunca mencionaram a questão no seu
programa eleitoral
2 – Quando se falou
nesta questão, o governo português afirmou que reconheceria o Estado da
Palestina, se se verificassem três condições:
a) Libertação dos reféns;
b) Desmilitarização do HAMAS
c) Eleições democráticas na Autoridade Palestiniana.
Nenhuma delas se verificou. Estamos perante uma aldrabice. Assim, o que estará em causa, será um lugar qualquer na EU… no Concelho de Segurança das Nações Unidas para 2026/27.
A ter que reconhecer o Estado da Palestina seria noutro momento, não neste. E nas três condições definidas primeiramente.


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