sábado, 20 de setembro de 2025

O relatório encomendado pela ONU, e a posição portuguesa

 

O relatório encomendado pela ONU, sobre a situação em Gaza, não passa de uma manipulação sobre os factos. Basta ler o ponto 2 da introdução e o 251 da conclusão para a perceber. As referências feitas a 7 de Outubro de 2023 são generalistas. Em local algum refere essa data como a origem do presente conflito. E o HAMAS nunca é referido. Quanto ao resto é uma condenação aos actos de Israel, sem referir os do HAMAS: O roubo da comida, as bases militares nas escolas, nos hospitais, etc.

relatório em causa foi publicado na terça-feira por uma comissão, encabeçada por Navi Pillay, antigo presidente do Tribunal Penal Internacional estabelecido na sequência do genocídio de Ruanda. A relatora principal foi a italiana Francesca Albanese.

Portugal

Portugal vai juntar-se a um grupo de países para reconhecer o estado da Palestina.

1 – as forças politicas que representam este governo, nunca mencionaram a questão no seu programa eleitoral

2 – Quando se falou nesta questão, o governo português afirmou que reconheceria o Estado da Palestina, se se verificassem três condições:

a)   Libertação dos reféns;

b)  Desmilitarização do HAMAS

c)  Eleições democráticas na Autoridade Palestiniana.

 

Nenhuma delas se verificou. Estamos perante uma aldrabice. Assim, o que estará em causa, será um lugar qualquer na EU… no Concelho de Segurança das Nações Unidas para 2026/27.

A ter que reconhecer o Estado da Palestina seria noutro momento, não neste. E nas três condições definidas primeiramente.

 

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