quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Grande Guerra e Guerra do Ultramar: duas realidades distintas (1914-1974)

 

Barroso da Fonte

Grande Guerra e Guerra do Ultramar: duas realidades distintas (1914-1974)

Em 15 de Janeiro último fez 31 anos que foi inaugurado, em Lisboa, em Belém, junto ao Forte do Bom Sucesso, o Monumento Nacional que perpetuará, pelos séculos fora, «os melhores de nós todos», que foram cerca de um milhão de jovens, entre 1961 e 1974, nove mil dos quais perderam a vida nas antigas Províncias Ultramarinas.

Pedidos: Editora Cidade Berço – Apartado 108, 4801–910 Guimarães

 Telf: 253.412319 / Telm: 91.9632633 /Email: barrosodafonte@gmail.com - 10 euros.


Impunha-se inscrever na História de Portugal o simbolismo desse Monumento, cuja ideia nasceu em Guimarães, em 1984, no seio da Associação dos ex-Combatentes do Ultramar. Em 29 de Janeiro de 1987, na sede da Liga dos Combatentes foi depois constituída a Comissão Executiva, formada por representantes de oito instituições, alinhadas por ordem cronológica da sua fundação, a saber: Sociedade Histórica da Independência de Portugal (1861); Sociedade de Geografia de Lisboa (1875); Liga dos Combatentes (1924); ADFA (1974); Associação de Comandos (1975); AEFAP (1977); Associação dos Ex-Combatentes do Ultramar (1982); e Associação da Força Aérea Portuguesa (1983).

FONTE: https://www.diariodetrasosmontes.com/cronica/grande-guerra-e-guerra-do-ultramar-duas-realidades-distintas-1914-1974

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